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Nasa expande frota do Centro Armstrong com jatos supersônicos F-15 e novas aeronaves

0 Comentários🗣️🔥 Aeronaves da NASA, incluindo o X-59, sobrevoam uma área desértica durante voo de pesquisa. (Foto: nasa.gov) O Centro de Pesquisa de Voo Armstrong da NASA, em Edwards, na Califórnia, expandiu sua frota de aeronaves experimentais com a adição de dois jatos supersônicos F-15, um avião utilitário Pilatus PC-12 e um treinador turboélice T-34. […]

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Aeronaves da NASA, incluindo o X-59, sobrevoam uma área desértica durante voo de pesquisa. (Foto: nasa.gov)

O Centro de Pesquisa de Voo Armstrong da NASA, em Edwards, na Califórnia, expandiu sua frota de aeronaves experimentais com a adição de dois jatos supersônicos F-15, um avião utilitário Pilatus PC-12 e um treinador turboélice T-34.

O centro, que leva o nome do astronauta Neil Armstrong, acumula quase 80 anos de experiência em testes aeroespaciais. Suas plataformas e equipes coletam dados sobre poluição do ar, derretimento de geleiras e mapeamento de incêndios florestais por meio de voos dedicados.

Darren Cole, gerente de capacidades do projeto de Demonstrações de Voo do centro, destacou a competência da unidade na manutenção e modificação de aeronaves especiais. Ele ressaltou que a frota varia de planadores de baixa altitude a plataformas de grande altitude, como o ER-2, que opera como laboratório voador.

Essa diversidade permite que cientistas realizem experimentos em tempo real durante os voos. Os profissionais adaptam os aviões para carregar instrumentos específicos que capturam informações ambientais e climáticas em diferentes camadas da atmosfera.

O centro ocupa o leito seco do Lago Rogers, uma área de 44 milhas quadradas que oferece condições excepcionais para testes. O local serviu como pista de pouso para ônibus espaciais e para operações de recuperação de voos experimentais desde a década de 1940.

Foi nesse mesmo local que ocorreu o voo supersônico pioneiro do Bell X-1. O Centro Armstrong mantém desde então sua posição de liderança em pesquisa de voo e inovação tecnológica.

Matt Berry, chefe da divisão de plataformas de pesquisa aérea, enfatizou a integração entre cientistas, engenheiros e pilotos. Segundo ele, a instalação de equipamentos científicos em aeronaves direcionadas a locais específicos garante a precisão e a relevância dos dados obtidos.

O centro originou-se na antiga NACA, a Agência Nacional de Consultoria para Aeronáutica dos Estados Unidos. A unidade passou por várias renomeações até adotar a designação atual em 2014, em homenagem a Neil Armstrong.

A adição das novas aeronaves fortalece as operações do centro em pesquisa aeroespacial. De acordo com o portal oficial da NASA, essas incorporações ampliam a capacidade de enfrentar desafios científicos relacionados ao clima e ao meio ambiente.

A frota expandida mantém o foco na coleta de informações essenciais para o avanço do conhecimento sobre o planeta e as tecnologias de voo. O trabalho contínuo do Centro Armstrong segue apoiando as principais missões da agência espacial.

Com informações de NASA.


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