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Porta-voz iraniano critica duramente narcisismo e irresponsabilidade dos Estados Unidos

22 Comentários🗣️🔥 Manifestantes seguram bandeiras do Irã durante evento noturno, com uma mesquita ao fundo. (Foto: actualidad.rt.com) O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, condenou as recentes ações militares e declarações das autoridades dos Estados Unidos. Ele recorreu a uma citação do livro A marcha da loucura, da historiadora Barbara Tuchman, […]

22 comentários
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Manifestantes seguram bandeiras do Irã durante evento noturno, com uma mesquita ao fundo. (Foto: actualidad.rt.com)

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, condenou as recentes ações militares e declarações das autoridades dos Estados Unidos.

Ele recorreu a uma citação do livro A marcha da loucura, da historiadora Barbara Tuchman, para ilustrar o que chamou de narcisismo, ganância e erros de cálculo do governo norte-americano.

“As intrigas noturnas próprias de animais nocivos e os eufemismos ingênuos como ‘uma palmada leve’ não podem apagar a profunda desonra que nasce do narcisismo e da irresponsabilidade sem lei”, afirmou Baqaei. O porta-voz enfatizou que as consequências desse comportamento aventureiro já são evidentes para o mundo.

“As tentativas de manipulação por meio de declarações desconexas não alteram a realidade dos fatos”, acrescentou o diplomata. O comentário foi publicado na plataforma X.

De acordo com o portal RT, o representante iraniano expôs a retórica irresponsável mantida por Washington. Essa posição reflete a visão oficial de Teerã sobre as provocações na região.

O Irã acusa as autoridades norte-americanas de violarem o direito internacional com intervenções constantes. Baqaei reforçou que o comportamento aventureiro traz riscos significativos para a estabilidade regional.

O diplomata mantém o foco na denúncia de políticas marcadas pela ganância e pelo desrespeito às normas globais. A mensagem reforça a determinação de Teerã em resistir às pressões externas.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Porta-voz iraniano critica duramente EUA por maquinações noturnas e tuítes delirantes


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Comentários

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João Carvalho

09/05/2026

Irã falando de narcisismo é dose, hein? Esse povo que vive perseguindo minoria e mulher vem dar lição nos EUA. Mas também, o Tio Sam não fica atrás: fica bancando guerra dos outros enquanto o pobre aqui paga gasolina a 7 reais. Política externa é tudo farinha do mesmo saco.

    Pedro Neto

    09/05/2026

    Faz o L, João, vai tomar uma gasolina a 7 reais e calar a boca.

      João Martins

      09/05/2026

      Pedro, gasolina a 7 reais é consequência de política de preços da Petrobras atrelada ao dólar, não de quem está no poder. Se for para discutir dados, vamos aos fatos — senão, fica só no grito.

Nadia Petrova

09/05/2026

Irônico ver o regime dos aiatolás acusar os EUA de narcisismo e irresponsabilidade. Teerã financia milícias sectárias, reprime mulheres e enriquece urânio enquanto a população passa fome. A citação da Barbara Tuchman é um belo exercício de retórica, mas o espelho que o porta-voz deveria olhar está bem na frente dele.

    Carlos Rocha

    09/05/2026

    Nadia, você acertou em cheio. O regime iraniano é um caso clássico de hipocrisia estatista: gasta bilhões financiando terrorismo e enriquecimento de urânio enquanto o povo deles paga a conta com inflação e miséria. Enquanto isso, os EUA ao menos geram riqueza e liberdade individual, mesmo com todos os defeitos do Estado grande por lá.

    Luiz Augusto

    09/05/2026

    Nadia, sua análise é cirúrgica. O regime iraniano é mestre em projetar nos outros os defeitos que lhe são intrínsecos, e a hipocrisia de citar Tuchman enquanto sufoca seu próprio povo é digna de um manual de propaganda autoritária.

Luizinho 16

09/05/2026

EUA falando em narcisismo é piada, o país que acha que pode bombardear o mundo inteiro e ainda posar de bonzinho.

    Mateus Silva

    09/05/2026

    Luizinho, você tocou no cerne da hipocrisia estrutural do imperialismo: o mesmo país que normalizou o bombardeio a 23 nações desde a Segunda Guerra se arvora em arauto da moralidade internacional. É a velha dialética do poder que Gramsci descrevia — a hegemonia precisa se vestir de virtude enquanto mantém o monopólio da violência.

      Marcos Conservador

      09/05/2026

      Mateus, você está completamente equivocado. Os Estados Unidos são uma nação que luta pela liberdade e democracia no mundo, enquanto o Irã é um regime teocrático que persegue cristãos e mulheres. Gramsci era um teórico comunista, e suas ideias só servem para justificar ditaduras como a do aiatolá.

        Eduardo C.

        09/05/2026

        Marcos, apresente os dados que comprovam que os EUA lutam pela liberdade: número de países invadidos, golpes apoiados e civis mortos desde 2001. Sem fontes, sua afirmação é apenas opinião.

Marina Costa

09/05/2026

É impressionante como até o Irã precisa apontar o óbvio: os Estados Unidos são um poço de narcisismo e irresponsabilidade. Enquanto isso, a esquerda brasileira defende esses valores imorais que destroem a família e a nação. O Salmo 33:12 nos lembra que feliz é a nação cujo Deus é o Senhor, e não esses governos ímpios.

    Ana Souza

    09/05/2026

    Marina, concordo que os EUA têm um histórico de arrogância e interferência, mas misturar isso com um versículo bíblico para atacar a esquerda brasileira parece mais um atalho ideológico do que uma análise realista. Acho que a gente precisa separar crítica internacional de guerra política doméstica, senão vira só troca de acusações vazias.

    Mariana Ambiental

    09/05/2026

    Marina, concordo que os EUA são um poço de narcisismo e irresponsabilidade, mas daí a meter a Bíblia no meio e culpar a esquerda brasileira por valores que você chama de imorais vai uma distância enorme — acho que o problema maior é o imperialismo, não a família ou a nação.

Sgt Bruno 🇧🇷

09/05/2026

Selva! Mais um papinho furado desse regime que oprime mulher e persegue cristão. O Irã que se preocupe em tirar os comunistas do poder deles antes de querer dar lição nos EUA. Lixo de país que apoia terrorista, vai pra lata do lixo da história.

    Tadeu

    09/05/2026

    Cara, deixa de militância, o que me interessa é saber se o petróleo iraniano vai continuar saindo barato ou se a briga deles com os EUA vai mexer no meu bolso. O resto é barulho.

      Mariana Lopes

      09/05/2026

      Tadeu, você tem razão em querer ir direto ao ponto, mas o problema é que essa briga geopolítica mexe sim com o preço do barril. Enquanto os dois lados trocarem farpas e sanções, a volatilidade continua, e isso acaba chegando no seu bolso na bomba, quer você queira ou não.

      Jeferson da Silva

      09/05/2026

      Tadeu, você acha que petróleo barato vai encher seu tanque se seu salário continuar congelado e a terceirização acabar com seu posto? Enquanto você só pensa no bolso, a classe trabalhadora paga com direito e dignidade.

      Major Ricardo Silva

      09/05/2026

      Tadeu, você está certo em pensar no bolso, mas esquece que esse barulho todo é guerra declarada contra nossos valores. Petróleo barato não adianta se o Irã financia terrorista e a esquerda daqui quer imitar o caos deles. Fica de olho, que preço baixo pode vir com muita ideologia podre junto.

Clotilde Pátria

09/05/2026

Ah, mas é o fim da picada! O Irã criticando os Estados Unidos de narcisismo e irresponsabilidade, e o Lula quietinho, apoiando esse pessoal que quer destruir o Ocidente. Isso tudo é parte do plano comunista global, e ninguém faz nada! Enquanto isso, o Brasil vai virar uma republiqueta das bananas, e o povo nem percebe. Só Deus pode salvar a nossa pátria amada desse lamaçal!

    Ronaldo Silva

    09/05/2026

    Pois é, Clotilde, mas o problema não é bem o Irã falar mal dos EUA não — eles tão só repetindo o que a gente já sabe, que os caras se acham donos do mundo. Agora, esse papo de comunismo global aí já é viagem, viu? O negócio é que o brasileiro tá cansado de pagar imposto e ver político roubando, isso sim que é o lamaçal.

      Mariana Alves

      09/05/2026

      Ronaldo, você toca num ponto que é central e merece ser destrinchado com cuidado. Quando você diz que o brasileiro está cansado de pagar imposto e ver político roubando, está expressando uma insatisfação real, legítima e que ecoa em milhões de lares. Não há como negar que o Estado brasileiro, em sua configuração atual, opera com uma máquina fiscal predatória sobre os ombros da classe trabalhadora enquanto desvia recursos para alimentar uma elite política e econômica que se retroalimenta. Mas aqui mora o perigo: essa revolta justa, quando não acompanhada de uma análise das estruturas que a produzem, pode ser facilmente capturada por discursos que apontam o dedo para bodes expiatórios convenientes, como o tal “comunismo global”, enquanto blindam os verdadeiros responsáveis pelo lamaçal que você menciona.

      O que o porta-voz iraniano faz, ao criticar o narcisismo estadunidense, não é um mero exercício de retórica geopolítica. Ele está apontando para a engrenagem central do capitalismo contemporâneo: um império que, sob o pretexto de “liberdade” e “democracia”, drena soberanias, impõe sanções econômicas que matam populações inteiras e financia golpes de Estado onde lhe convém. Quando você descarta o “comunismo global” como viagem, você está certo em desconfiar de teorias conspiratórias vagas. Mas é preciso perguntar: quem se beneficia em reduzir o debate a um espantalho ideológico enquanto a pauta concreta é a exploração de classe, a financeirização da economia e o sucateamento dos serviços públicos? A mesma elite que rouba nos três poderes no Brasil é a que aplaude quando se chama de “comunista” qualquer um que ouse questionar a propriedade privada dos bancos e das corporações.

      Veja, Ronaldo, a indignação contra a corrupção é uma arma de dois gumes. Se ela se limitar a um moralismo superficial, que culpa “políticos” como uma categoria abstrata e descolada do sistema que os produz, ela acaba servindo para deslegitimar a própria política como espaço de transformação social. O resultado é o fortalecimento de soluções autoritárias e privatistas, que transferem o dinheiro público para as mãos de poucos enquanto pedem que você aperte ainda mais o cinto. O “lamaçal” que você sente no bolso não é fruto de uma conspiração vermelha, mas sim da lógica implacável do capitalismo periférico: juros extorsivos, reformas tributárias que isentam os ricos, e um Estado que, quando não está sendo saqueado, está sendo usado para garantir a lucratividade do mercado financeiro. Portanto, concordemos na revolta, mas não nos deixemos enganar sobre a origem do fedor.

      Cecília Ramos

      09/05/2026

      Ronaldo, concordo que a corrupção é um lamaçal, mas ela não vem do nada: enquanto o Estado for fraco e desmontado, quem sobra no fim são os pobres pagando a conta.


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