A presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Mirjana Spoljaric Egger, condenou duramente qualquer ataque ou ameaça contra civis e infraestruturas essenciais. Em entrevista à agência IRNA, a líder humanitária afirmou que tais ações são indefensáveis, desumanas e devastadoras para populações inteiras.
Spoljaric Egger reforçou a obrigação de proteger civis e as instalações que garantem sua sobrevivência. A presidente do CICV alertou que normalizar conflitos sem limites representa grave retrocesso humanitário.
As declarações ocorrem em meio a novas ameaças dos Estados Unidos contra o Irã. O presidente Donald Trump indicou que pode atacar usinas de energia e outras infraestruturas críticas caso Teerã não aceite um acordo imposto por Washington.
Spoljaric Egger lembrou que o direito internacional humanitário proíbe explicitamente ataques a alvos civis. A presidente do CICV cobrou o respeito às normas que impedem o sofrimento generalizado de populações não combatentes.
A tensão entre Washington e Teerã aumentou após série de incidentes militares. Organizações humanitárias acompanham com preocupação crescente o risco de escalada que pode afetar milhões de civis iranianos.
Spoljaric Egger defendeu a restauração da humanidade e do respeito ao direito internacional nas discussões sobre o conflito. A presidente do CICV insistiu que a proteção de civis deve permanecer como prioridade absoluta.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha mantém presença ativa em zonas de conflito para monitorar violações. Spoljaric Egger utilizou a entrevista à IRNA para reafirmar o compromisso da entidade com a aplicação rigorosa das Convenções de Genebra.
Especialistas em direito internacional apoiam a posição expressa pela presidente do CICV. Eles consideram que ameaças diretas a infraestruturas civis — como usinas elétricas e pontes — configuram violação grave das regras de guerra.
A comunidade internacional observa os desdobramentos com atenção crescente. A postura adotada pelos EUA gera críticas de diversos atores que defendem soluções diplomáticas em vez de novas ofensivas militares.
Spoljaric Egger concluiu que o custo humano de conflitos prolongados recai principalmente sobre populações vulneráveis. A presidente do CICV chamou todas as partes a priorizarem negociações que evitem maior sofrimento civil.
Com informações de Sputnik.
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