O general de brigada Ahmad Zolghadr, principal assessor do comandante do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã, afirmou que os Estados Unidos enfrentam grandes dificuldades para garantir a segurança internacional.
Em discurso realizado em Teerã, o militar declarou que a era em que o envio de navios de guerra americanos representava ameaça iminente de colapso para outros países chegou ao fim. A afirmação sintetiza a avaliação iraniana sobre o declínio da projeção de poder de Washington.
Zolghadr destacou que os EUA não conseguiram atingir os objetivos nas ações militares contra o Irã. Também falharam em cumprir as promessas sobre a segurança da navegação no estreito de Ormuz.
O general acrescentou que Washington agora solicita que outros países enviem forças militares à região. Para ele, isso demonstra a perda de capacidade dos Estados Unidos como provedor confiável de segurança no Oriente Médio.
Zolghadr apontou ainda que a dependência americana de contribuições militares de aliados revela limitações estratégicas de Washington. Essa avaliação ocorre em meio a uma crescente contestação à presença dos EUA na região.
O estreito de Ormuz continua sendo uma das rotas marítimas mais vitais para o transporte global de petróleo. Autoridades de Teerã têm reafirmado que o Irã mantém controle efetivo sobre o estreito e pode proteger a passagem contra ameaças externas.
Conforme reportagem do Tehran Times, Zolghadr enfatizou a incapacidade americana de impor sua vontade unilateralmente na região. A fala se insere em uma série de declarações de oficiais iranianos que questionam a efetividade da projeção de poder dos Estados Unidos.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Irã lança operação com mísseis e drones contra navios dos EUA no Estreito de Ormuz
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Maria Silva
11/05/2026
É preocupante ver tanta polarização até em discussões sobre segurança internacional. Oremos pela paz no Oriente Médio e que o Brasil mantenha o bom senso, sem se aliar cegamente a regimes que perseguem cristãos nem endeusar potências que também têm seus interesses escusos. Equilíbrio e oração são o caminho.
Marcus Almeida
11/05/2026
Luizinho, o problema não é obsessão com partido, é enxergar o óbvio: enquanto um regime que persegue cristãos e prega a destruição de Israel ganha protagonismo, o Brasil joeirando aliança com esses ímpios. Os EUA podem estar em declínio moral e militar, mas a alternativa é um governo teocrático que apedreja mulheres e odeia a família. Acorda, povo brasileiro, antes que troquemos seis por meia dúzia.
Pedro Almeida
11/05/2026
Marcus, sua análise padece do mesmo moralismo que denuncia: reduzir geopolítica a uma escolha entre dois deuses caolhos. Lembremos que a crítica ao Irã não nos obriga a canonizar o velho tio Sam, e Gramsci já nos alertava que hegemonia se disfarça de defesa da família enquanto arma fundamentalistas.
Adriana Silva
11/05/2026
Faz o L, agora o Irã tá pagando o PT pra falar mal dos EUA, vai tudo pra Cuba, comunistas safados!
Luizinho 16
11/05/2026
Larga mão dessa obsessão com PT, tia, o Império tá desabando e você aí repetindo papagaio de zap.