O Brasil consolida seu papel de liderança na transição energética ao registrar 900 MW em novas usinas fotovoltaicas, conforme apurou a MegaWhat. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o início dos testes dessas usinas, marcando um avanço significativo na matriz limpa do país.
Paralelamente, o Brasil deve atingir a marca de 1 GWh em capacidade de armazenamento por baterias em 2026, enquanto o mercado global supera 200 GWh. Essa expansão coloca o Brasil em posição estratégica no cenário energético mundial, especialmente enquanto países ricos retomam o carvão em meio à crise global.
A expansão das renováveis brasileis ocorre em contraste com a realidade internacional, onde a crise energética impulsiona o retorno ao carvão. Índia e Coreia do Sul, por exemplo, estão aumentando drasticamente a dependência de termelétricas a carvão, mostrando a volatilidade das energias fósseis.
O avanço brasileiro na transição energética reforça a importância do BRICS como alternativa ao modelo energético dominado pelo Norte Global. Enquanto países ricos vacilam em seus compromissos com o clima, o Brasil demonstra que é possível crescer economicamente com foco em energias limpas.
Com informações de OILPRICE.
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