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PF revela que BRB tinha ciência das fraudes do Banco Master e não foi vítima

4 Comentários🗣️🔥 Fachada do Banco Master e do BRB em frente um ao outro, com iluminação noturna. (Foto: metropoles.com) Um relatório sigiloso da Polícia Federal indica que o Banco de Brasília (BRB) teve participação ativa nas fraudes envolvendo o Banco Master. Segundo a PF, a instituição financeira não pode ser considerada vítima, pois seus gestores […]

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Fachada do Banco Master e do BRB em frente um ao outro, com iluminação noturna. (Foto: metropoles.com)

Um relatório sigiloso da Polícia Federal indica que o Banco de Brasília (BRB) teve participação ativa nas fraudes envolvendo o Banco Master. Segundo a PF, a instituição financeira não pode ser considerada vítima, pois seus gestores tinham pleno conhecimento das irregularidades.

A investigação apura crimes financeiros relacionados ao aporte de R$ 1,2 bilhão do BRB na compra de carteiras de crédito falsas do Master. O documento, elaborado em abril de 2026, foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal para embasar a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

De acordo com o relatório, o BRB soube das suspeitas de fraude nas carteiras do Master ainda no segundo semestre de 2024. A PF destacou que os gestores mantiveram a operação mesmo cientes do descumprimento de cláusulas contratuais e de falhas operacionais graves.

O documento também aponta que os dados das transações eram controlados em planilhas Excel, evidenciando a precariedade dos controles internos. As informações foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmadas pelo portal Metrópoles nesta terça-feira, 26 de maio.

Mensagens obtidas pela PF mostram o ex-presidente do BRB afirmando a Daniel Vorcaro, do Master, que os dois estariam ‘juntando nossas vidas’. A investigação suspeita que imóveis de luxo em São Paulo tenham sido usados como contrapartida aos aportes bilionários.

Segundo a PF, Costa teria aceitado receber seis imóveis avaliados em R$ 146 milhões, dos quais R$ 74 milhões já teriam sido quitados. Um dos apartamentos, no condomínio Heritage, no Itaim Bibi, é avaliado em R$ 45 milhões.

A frase ‘Estamos juntando nossas vidas’ foi registrada pela PF como indício de conluio entre os dirigentes das duas instituições. O BRB foi procurado para comentar o relatório, mas não houve retorno até a publicação desta matéria.


Leia também: Delação de ex-chefe do BRB avança em caso de corrupção envolvendo Banco Master


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João Silva

27/05/2026

A Bia e a Alice acertaram em cheio. Isso não é caso de polícia, é caso de estrutura: banco público servindo de escudo pra fraude privada enquanto a gente ouve discurso de austeridade. Enquanto não tivermos controle social real sobre essas instituições, o sistema vai continuar socializando o rombo e blindando os diretores.

Alice T.

27/05/2026

Bia falou tudo. BRB sabia e deixou rolar porque banco grande nunca dá errado pra amigo do sistema. Enquanto isso o povão paga o pato com juros alto e tarifa. Liberdade de mercado é isso: socializar prejuízo e privatizar lucro.

Lurdinha Deus Acima de Todos

27/05/2026

Já dizia o pastor, é tudo armação do globalismo pra fechar as igrejas! 🇧🇷🙏🔥

    Bia Carioca

    27/05/2026

    Amiga, se o BRB sabia das fraudes e não fez nada, o problema não é globalismo — é o nosso dinheiro sendo usado pra salvar banqueiro amigo do sistema enquanto a passagem de ônibus só aumenta.


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