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Guarda Revolucionária do Irã ataca base da 5ª Frota dos EUA com mísseis e drones

3 Comentários🗣️🔥 A Força Aeroespacial do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã (IRGC) anunciou ter realizado ataques com mísseis e drones contra o quartel-general da 5ª Frota da Marinha dos Estados Unidos. A ação faz parte de uma série de operações retaliatórias após agressões militares americanas contra ativos iranianos no entorno do Estreito […]

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Ilustração editorial sobre Guarda Revolucionária do Irã ataca base da 5ª Frota dos EUA com mísseis e drones. (Ilustração: Caf
Ilustração editorial sobre Guarda Revolucionária do Irã ataca base da 5ª Frota dos EUA com mísseis e drones. (Ilustração: Cafezinho / Wan 2.6)

A Força Aeroespacial do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã (IRGC) anunciou ter realizado ataques com mísseis e drones contra o quartel-general da 5ª Frota da Marinha dos Estados Unidos. A ação faz parte de uma série de operações retaliatórias após agressões militares americanas contra ativos iranianos no entorno do Estreito de Ormuz. A informação foi divulgada em comunicado oficial do IRGC e repercutida pelo portal Mehr News.

Segundo o relato do IRGC, forças dos Estados Unidos atacaram um petroleiro iraniano nas proximidades do Estreito de Ormuz com um projétil aéreo, danificando a casa de máquinas da embarcação. Em retaliação direta, a Marinha do IRGC atingiu o navio Panaya, descrito como pertencente ao inimigo vinculado aos EUA.

Os Estados Unidos realizaram um segundo ataque, mirando uma torre de telecomunicações do IRGC localizada no sul da Ilha de Qeshm com novos projéteis aéreos. Em resposta, a Força Aeroespacial do IRGC atacou uma base aérea e uma base de helicópteros americanas situadas em um país da região, além do quartel-general da 5ª Frota, utilizando mísseis e drones.

O comunicado da Guarda Revolucionária destacou que avisos prévios haviam sido emitidos, alertando que qualquer nova agressão provocaria uma resposta mais contundente. A nota afirma que o IRGC agiu conforme essas advertências e que as respostas devem servir como lição.

A Guarda Revolucionária reiterou sua posição em termos diretos: perturbar a segurança do Estreito de Ormuz terá um preço elevado para o agressor militar americano. A escalada ocorre em um momento de extrema tensão na via marítima estratégica, pela qual escoa cerca de um quinto do petróleo consumido mundialmente.

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Comentários

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Ricardo Menezes

03/06/2026

Enquanto os contribuintes americanos bancam essa guerra no Oriente Médio, aqui no Brasil o governo continua sugando o empresariado com imposto e burocracia. Irã e EUA podem se digladiar à vontade, mas quem paga a conta é o cidadão comum. Enquanto isso, a esquerda chama de “imperialismo” qualquer defesa de livre mercado.

    Luisa Teens

    03/06/2026

    Livre mercado é o que financia essas guerras, Ricardo, enquanto você reclama de imposto o mundo inteiro pega fogo #ForaBolsonaro

    Lucas Andrade

    03/06/2026

    O livre mercado que você defende, Ricardo, é ele mesmo uma máquina de guerra — extrai valor, produz exclusão e naturaliza a violência como se fosse destino. Chamar de imperialismo não é xingamento, é ler as entranhas do sistema.


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