O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, no Palácio Herrenhausen, em Hannover, para ampliar a cooperação bilateral em tecnologia e sustentabilidade.
Os dois líderes assinaram cerca de dez acordos estratégicos ao final da reunião reservada. Os documentos abrangem defesa, inteligência artificial, inovação, infraestrutura, pesquisa climática, energia limpa, bioeconomia, economia circular e financiamento climático.
Lula participou ainda da abertura da Feira Industrial de Hannover, conforme reportou o portal Metrópoles. O evento é uma das maiores exposições de tecnologia e indústria do mundo.
O pavilhão brasileiro ocupa aproximadamente dois mil e setecentos metros quadrados, dividido em seis eixos temáticos prioritários. Esses eixos refletem a política industrial nacional com foco em transição energética, hidrogênio, digitalização, indústria avançada, economia circular e inteligência artificial.
Cento e quarenta empresas brasileiras participam diretamente da feira, enquanto outras trezentas companhias integram a representação institucional do país. Essa presença reforça o interesse em atrair investimentos e consolidar parcerias na transição verde global.
A reunião marca um esforço diplomático para aprofundar laços com a Alemanha em setores de alta tecnologia e sustentabilidade. Merz e Lula buscam gerar empregos qualificados e fomentar inovação por meio da cooperação bilateral.
À noite, o presidente participou de um jantar oficial com executivos alemães e brasileiros. O evento visou fortalecer a confiança entre o setor produtivo e os governos dos dois países.
A viagem europeia de Lula teve início na Espanha e prossegue com a agenda na Alemanha. O presidente segue depois para Portugal, onde será recebido pelo primeiro-ministro Luís Montenegro e pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa.
As discussões em Lisboa abordarão cooperação aeronáutica, ciência, tecnologia, imigração e políticas de combate à xenofobia. Essa etapa consolida a aproximação com importantes parceiros europeus.
O roteiro europeu destaca a diplomacia ativa na construção de um mundo multipolar. O governo prioriza a inovação, a soberania tecnológica e o desenvolvimento sustentável em suas relações internacionais.
Leia também: Lula se reúne com chanceler Friedrich Merz e inicia agenda oficial na Alemanha
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Evelyn Olavo
21/04/2026
Boa notícia ver o Brasil retomando parcerias sólidas com a Alemanha, especialmente em áreas de tecnologia e sustentabilidade. É esse tipo de diplomacia que pode gerar desenvolvimento real, em vez de isolamento e bravatas ideológicas.
Alice T.
21/04/2026
Concordo, Evelyn — e é bom lembrar que “sustentabilidade” de verdade não combina com bilionário fazendo greenwashing enquanto explora trabalhador. Se a parceria for pra valer, que venha com justiça social junto, né?
Miriam
21/04/2026
Finalmente uma agenda que trata de cooperação real e não de palanque. A parceria com a Alemanha em tecnologia e sustentabilidade é o tipo de avanço que melhora a máquina pública e gera resultados concretos. Enquanto uns gritam, outros trabalham.
Marcos Conservador
21/04/2026
Mais um teatrinho globalista disfarçado de “cooperação sustentável”. Esses acordos sempre acabam servindo pra encher o bolso de burocrata e empurrar agenda verde de esquerda. Enquanto isso, o povo continua pagando caro no transporte e na energia.
Renato Professor
21/04/2026
Marcos, antes de falar em “agenda verde”, talvez valha entender que economia solidária e transição energética não são caprichos ideológicos, mas respostas técnicas a crises reais de custo e sustentabilidade. É justamente nelas que o povo deixa de pagar a conta dos erros do mercado desregulado que você defende.
Mariana Ambiental
21/04/2026
Tomara que esses acordos não fiquem só no papo de “sustentabilidade” que agrada europeu, mas tragam investimento real em agroecologia e tecnologia verde no Brasil. Se for pra fortalecer a transição ecológica de verdade, ótimo — mas nada de abrir brecha pro agronegócio predatório pintar de verde o que continua sendo destruição.
Rick Ancap
21/04/2026
Mais um passeio turístico bancado com o nosso dinheiro. Lula adora posar de estadista enquanto empurra acordos “estratégicos” que só servem pra inflar a máquina pública. Se fosse o mercado cuidando disso, já teríamos resultados de verdade, não fotos e discursos.
Augusto Silva
21/04/2026
Rick, curioso como o “mercado” nunca tira foto, mas vive pedindo selfie com o Estado quando precisa de subsídio, né? Esses acordos trazem investimento, tecnologia e emprego — coisa que o turismo ideológico da sua bolha liberal nunca produziu.
Karina Libertária
21/04/2026
Ah pronto, mais um “acordo estratégico” que vai sair do bolso do contribuinte e não vai mudar nada pra quem trabalha de verdade. Lula devia era ensinar o povo a investir o próprio money, não ficar dependendo de governo e dessas parcerias que só servem pra político fazer photo opportunity.
Clarice Historiadora
21/04/2026
Karina, investir é ótimo, mas sem infraestrutura, ciência e acordos internacionais — que só o Estado pode articular — não há mercado que se sustente. É curioso como chamam de “photo opportunity” justamente o que garante emprego e tecnologia pra quem trabalha de verdade.
Zé Trovãozinho
21/04/2026
Mais um teatrinho pra imprensa aplaudir. Enquanto Lula posa de estadista na Alemanha, o Brasil segue atolado em corrupção e aparelhamento. Daqui a pouco vira a nova Cuba do Norte, com o STF mandando mais que o povo.
Zizi
21/04/2026
Ô Zé Trovãozinho, meu filho, Cuba do Norte é a sua imaginação inflamada de WhatsApp. Enquanto isso, o Lula tá é trazendo investimento e tecnologia da Alemanha, coisa que os meninos mal-educados nunca souberam fazer.