A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vão investir R$ 14,9 milhões para adequar a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) às exigências do Tratado de Budapeste. A iniciativa visa credenciá-la como Autoridade Depositária Internacional responsável pelo armazenamento de microrganismos relevantes para a agropecuária e a alimentação.
O anúncio será realizado durante a Feira Brasil na Mesa, em Brasília. A informação foi divulgada pela colunista Mônica Bergamo no portal da Folha de S.Paulo.
O presidente da Finep, Luiz Antônio Elias, destacou que o aporte facilitará o registro de bioinsumos e a divulgação de novas espécies desenvolvidas por pesquisadores brasileiros. Elias projetou que o país se tornará referência regional no depósito de material biológico na América do Sul e no Caribe.
A medida reforça o protagonismo da Embrapa na política de inovação e sustentabilidade do governo federal. A instituição terá a responsabilidade de atender aos padrões internacionais do tratado para expandir parcerias científicas e comerciais.
A Finep divulgou que R$ 8 bilhões foram aplicados em 640 projetos da cadeia agroindustrial entre 2023 e 2025. Esse montante equivale a quatro vezes o total investido no período de 2019 a 2022.
O Tratado de Budapeste estabelece normas globais para o depósito de microrganismos em processos de patenteamento biotecnológico. Ele é gerido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual e permite a proteção adequada das invenções.
A plena integração ao sistema internacional amplia a conservação de recursos genéticos do país. A Embrapa consolida sua posição como centro de excelência em pesquisa agropecuária e biotecnologia.
Com informações de REDIR.
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Pedro
22/04/2026
Tomara que esse investimento traga resultado de verdade, porque o agro tá precisando de inovação pra valer, não só de promessa. Enquanto isso, a gente aqui na rua sente o peso do combustível e do IPVA, e vê o dinheiro público indo pra tudo quanto é lado. Que esse projeto da Embrapa não vire só mais um gasto bonito no papel.
Fernando O.
22/04/2026
Finalmente uma boa notícia com base em números concretos. Investir R$ 14,9 milhões para colocar a Embrapa no Tratado de Budapeste é estratégico — fortalece a pesquisa e a soberania tecnológica. Enquanto isso, tem gente que prefere gritar “ideologia” e ignorar o impacto real disso na agricultura e na inovação do país.
Alice T.
22/04/2026
Finalmente um investimento que faz sentido! A Embrapa é referência mundial e vive sendo sucateada enquanto os bilionários do agro fingem que inovação cai do céu. Que esses 14,9 milhões não virem só marketing e realmente fortaleçam a pesquisa pública — porque sem ciência, nem o agronegócio se sustenta.
Maura Santos
22/04/2026
Aí sim, investimento em ciência e tecnologia de verdade! Enquanto a extrema-direita só sabia cortar verba e posar de patriota com fuzil de airsoft, agora o governo bota grana onde importa. Embrapa credenciada no Tratado de Budapeste é o Brasil voltando a jogar no time da inovação mundial.
Mariana Ambiental
22/04/2026
Tomara que esse investimento sirva pra fortalecer a pesquisa agroecológica e não pra turbinar o pacote químico do agronegócio. A Embrapa tem gente boa e estrutura, mas precisa estar a serviço da soberania alimentar, não dos lucros de multinacional.
Tadeu
22/04/2026
Legal ver investimento em pesquisa, mas no fim das contas quero saber se isso ajuda a segurar a inflação dos alimentos. Se for só mais gasto público sem retorno, não muda nada pra quem investe ou faz compra no mercado.
Vanessa Silva
22/04/2026
Excelente notícia! Investir na Embrapa para o credenciamento no Tratado de Budapeste é apostar em ciência aplicada e inovação agrícola de verdade. Esse tipo de iniciativa fortalece o desenvolvimento sustentável das cidades e do campo, sem cair em discursos vazios. Planejamento e pesquisa andam juntos — é assim que o país avança.
Jeferson da Silva
22/04/2026
Bom ver investimento em pesquisa pública, ainda mais na Embrapa, que sempre ajudou o pequeno produtor e a agricultura familiar. Mas quero ver é esse dinheiro chegar de verdade no chão de fábrica e no campo, não ficar só em gabinete de Brasília. Ciência e tecnologia têm que servir ao povo trabalhador, não a meia dúzia de empresários.
Carlos A. Mendes
22/04/2026
Finalmente uma boa notícia com dinheiro indo pra pesquisa e inovação, e não pra politicagem. A Embrapa é uma das poucas instituições que realmente entregam resultado. Tomara que esse investimento seja bem aplicado e não fique preso na burocracia.
Tonho Patriota
22/04/2026
14,9 MILHÕES PRA COMUNISMO DISFARÇADO DE PESQUISA, FAZ O L AÍ OTÁRIOS!
Renato Professor
22/04/2026
Tonho, comunismo não costuma investir em propriedade intelectual nem em inovação tecnológica — justamente o que o Tratado de Budapeste regula. Antes de gritar “faz o L”, vale ler um parágrafo sobre o assunto.