A Feira de Cantão atrai uma multidão de compradores estrangeiros interessados em robôs, drones e outros equipamentos inteligentes. O evento demonstra a força do reposicionamento tecnológico chinês mesmo diante da desaceleração da demanda global.
Visitantes internacionais formam filas para testar as novidades e compartilham suas experiências em tempo real nas redes sociais. Muitos compradores adquirem amostras diretamente no local.
Conforme aponta o South China Morning Post, a feira ocupa uma área recorde de 1,55 milhão de metros quadrados e exibe cerca de 4,65 milhões de produtos. O evento se estende por três semanas e simboliza o foco chinês em inovação e manufatura avançada.
As exportações chinesas de produtos de alta tecnologia atingiram 5,25 trilhões de yuans em 2025, resultado que representa aumento de 13,2% em relação ao ano anterior.
Drones, robôs industriais e eletrônicos com inteligência artificial lideram o crescimento das vendas externas. Esses segmentos revelam a nova ênfase da economia chinesa em itens de maior valor agregado.
A China acelera sua transição para uma economia sofisticada, menos dependente de manufaturas de baixo custo. A estratégia envolve forte investimento em automação e tecnologias de energia inteligente.
Empresas nacionais registram avanços consistentes em robótica e inteligência artificial. Pequim utiliza essas conquistas para consolidar sua posição de potência tecnológica no cenário internacional.
Compradores de todos os continentes comparecem à Feira de Cantão em grande número. O evento confirma o sucesso chinês em atrair interesse global por suas soluções tecnológicas.
Com informações de SCMP.
Leia também: China surpreende com a sua maior feira lotada apesar das tarifas dos EUA
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Vanessa Silva
23/04/2026
É impressionante ver como a China está transformando sua base industrial e tecnológica, mesmo com o mercado global mais lento. Esse tipo de investimento em robótica e automação é exatamente o que define o futuro das cidades inteligentes. Planejamento e inovação de verdade, sem teorias mirabolantes, só resultados concretos.
Celio Fazendeiro
23/04/2026
Esses chineses não perdem tempo mesmo. Enquanto o resto do mundo inventa moda com floresta e índio, eles estão lá vendendo robô e drone pra tudo quanto é canto. É por isso que dominam o mercado – trabalham e produzem, simples assim.
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Impressionante como a China conseguiu virar essa chave tecnológica tão rápido. Enquanto a gente aqui ainda briga por imposto e burocracia, eles estão vendendo robô a rodo. Dá pra desconfiar de muita coisa no governo chinês, mas que eles fazem o negócio funcionar, fazem.
Tonho Patriota
23/04/2026
ROBÔ CHINÊS É O COMEÇO DO COMUNISMO 5G, FAZ O L PRA VER!
Rubens O Pescador
23/04/2026
Enquanto o povo lá na China tá vendendo robô e drone a rodo, aqui no Brasil o pobre se vira pra comprar feijão. Lembro quando o Lula botou o povo pra comer, estudar e trabalhar, aí sim tinha esperança de ver tecnologia chegando no campo também. Hoje o que chega é boleto e promessa furada.
Renato Professor
23/04/2026
A Feira de Cantão é uma aula prática de economia solidária em escala global: cooperação produtiva, tecnologia compartilhada e ganhos distribuídos. Enquanto a extrema-direita brasileira ainda acredita que “solidariedade” é sinônimo de esmola, a China mostra que é instrumento de soberania econômica.
Fernando O.
23/04/2026
Impressionante como a China consegue transformar desaceleração em vitrine tecnológica. Enquanto o mundo discute ideologia, eles empilham robôs e drones para exportar. É o tipo de pragmatismo que falta por aqui — números e resultados, não delírio ideológico.
Miriam
23/04/2026
Impressionante como a China consegue manter o ritmo mesmo com o mundo inteiro desacelerando. Isso mostra o que uma boa política industrial e planejamento de longo prazo podem fazer. Enquanto isso, por aqui seguimos discutindo bobagem ideológica em vez de pensar em inovação e eficiência.
Rick Ancap
22/04/2026
Enquanto isso o Brasil ainda discute se pode abrir empresa sem pedir bênção do Estado…
Clarice Historiadora
22/04/2026
Rick, curioso você falar em “bênção do Estado” quando a China, que você cita, tem o Estado como sócio de praticamente todas as inovações que exporta. Talvez o problema do Brasil não seja o Estado em si, mas a elite que nunca quis investir em ciência e tecnologia.
Augusto Silva
23/04/2026
Rick, curioso você falar em “bênção do Estado” num país onde se abre empresa em menos de um dia e com recorde histórico de novos CNPJs. O problema não é o Estado — é a turma que acha que desregulamentar tudo é sinônimo de progresso, mas depois corre pro BNDES quando o mercado vira.
Jeferson da Silva
23/04/2026
Rick, abrir empresa é fácil, difícil é sobreviver pagando aluguel, energia e imposto enquanto o patrão te explora e o Estado fecha os olhos. Vai lá ver como é bonito o “empreendedorismo” precarizado na vida real, sem CLT nem direito nenhum.