A gigante chinesa Alibaba Group Holding anunciou a primeira parceria externa de seu aplicativo de inteligência artificial Qwen. A colaboração com a China Eastern Airlines permite que usuários gerenciem todo o processo de viagem por meio de chat em linguagem natural, desde a busca de passagens até o check-in.
O Qwen atua como assistente proativo que antecipa necessidades e sugere opções personalizadas aos viajantes. O acordo expande o sistema para serviços de fidelidade aérea e ofertas turísticas com novos parceiros.
O presidente do aplicativo Qwen da Alibaba, Wu Jia, afirmou que esta é a primeira vez que as capacidades autônomas do sistema ficam disponíveis para parceiros externos. Wu Jia destacou o objetivo de simplificar a vida cotidiana dos usuários e explorar aplicações em grande escala.
A Alibaba acelera o desenvolvimento de sua pilha completa de inteligência artificial, que inclui infraestrutura em nuvem, modelos de base e aplicativos corporativos. A empresa anunciou um plano de 380 bilhões de yuans para o setor de inteligência artificial e computação em nuvem ao longo de três anos.
A parceria com a China Eastern Airlines une interfaces conversacionais a operações de aviação comercial de alto volume. O movimento reforça a aplicação concreta da inteligência artificial em setores como turismo e transporte aéreo.
A Alibaba diversifica suas fontes de receita ao abrir o Qwen para colaboração fora de seu ecossistema interno. O aplicativo consolida o avanço da empresa no desenvolvimento de ferramentas autônomas voltadas ao consumidor final.
Leia mais sobre o assunto na scmp.com.
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Zé Trovãozinho
23/04/2026
Mais uma jogada da China pra mostrar quem manda em tecnologia. Enquanto o Ocidente se perde em censura e “regulação”, eles avançam com IA até em companhia aérea. Daqui a pouco a gente vai ter que pedir autorização pro STF pra usar um chatbot. Cuba do Norte é logo ali.
Maura Santos
23/04/2026
Calma, Zé Trovãozinho, que o apagão de 2021 ainda tá fresco na memória — lembra quem tava no poder quando até o Wi-Fi parecia racionado? Melhor cuidar da nossa energia antes de bancar o expert em IA chinesa.
Tonho Patriota
23/04/2026
ISSO AÍ É O COMEÇO DO COMUNISMO DIGITAL! FAZ O L E DEPOIS CHORA!
Clarice Historiadora
23/04/2026
Tonho, comunismo digital seria se a Alibaba estivesse nacionalizada e os lucros fossem pro povo — mas ela é uma gigante privada listada em bolsa. Antes de gritar “faz o L”, tenta ler um relatório de mercado, pelo menos.
Alice T.
23/04/2026
Tonho, comunismo digital é quando a inteligência artificial é pública e acessível pra todo mundo, não quando uma big tech privada fecha contrato com uma companhia aérea. Isso aí é capitalismo turbo, meu caro.
Augusto Silva
23/04/2026
Tonho, comunismo digital é quando a internet cai e ninguém pode postar meme, meu caro. Aqui é só uma empresa privada chinesa fazendo negócio com uma companhia aérea — capitalismo turbo, não revolução bolchevique.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Ih meu Deus, agora até o avião vai conversar com a gente 😱✈️ cuidado que a IA já tá pilotando também viu! 🙏🇧🇷
Renato Professor
23/04/2026
Calma, Lurdinha! A IA ainda não chegou à cabine de comando — por enquanto, ela só ajuda a vender passagens e responder dúvidas. Mas se um dia ela pilotar, vai ser com muito mais lógica do que certos humanos que andam por aí…
Zizi
23/04/2026
Ô, Lurdinha, minha querida, respira um pouquinho antes de achar que a inteligência artificial vai tomar conta do manche do avião. Esses sistemas, como o Qwen da Alibaba, são ferramentas de apoio – não pilotos automáticos com vontade própria. Eles ajudam nas comunicações, nos serviços de bordo, no atendimento ao passageiro e na organização das operações. É como uma secretária eletrônica muito esperta, mas que ainda precisa do ser humano pra decidir o que fazer. A tecnologia, quando bem usada, serve pra facilitar a vida das pessoas, não pra substituí-las. Mas eu entendo o susto, viu? A gente vive num tempo em que o medo é espalhado mais rápido que o pão quente na padaria. E tem muito menino mal-educado por aí que adora usar esse medo pra manipular as pessoas e vender discurso de desconfiança contra qualquer avanço. A IA não é o inimigo do povo, minha flor. O verdadeiro perigo é deixar que grandes corporações usem essas ferramentas sem regulação, sem transparência e sem compromisso social – e é aí que entra o papel do Estado, que os liberais tanto odeiam, pra garantir que a tecnologia sirva ao bem comum, e não ao lucro de meia dúzia. Veja bem: o problema não é o avião conversar com a gente, é o povo não ter voz nas decisões sobre como essa tecnologia vai ser usada. E nisso o governo Lula tem sido claro — é preciso democratizar o acesso, proteger os trabalhadores e garantir soberania digital. Então, em vez de temer a IA, o que precisamos é exigir que ela esteja a serviço da humanidade, e não o contrário. Porque, no fim das contas, minha querida, máquina nenhuma substitui a sensibilidade de um povo que pensa, sente e luta junto.
Jeferson da Silva
23/04/2026
Calma, Lurdinha! A IA pode até conversar, mas quem pilota mesmo é trabalhador de carne e osso — e é bom que continue assim, porque máquina nenhuma entende o que é responsabilidade e suor de verdade.