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EUA aceleram produção do míssil hipersônico Blackbeard para equipar sua Marinha

14 Comentários🗣️🔥 Míssil hipersônico MACE é lançado em teste, com montanhas ao fundo. (Foto: navalnews.com) Documentos orçamentários do ano fiscal de 2027 confirmam que o míssil hipersônico Blackbeard, desenvolvido pela empresa norte-americana Castellion, será a principal munição de ataque rápido da Marinha dos Estados Unidos. O projeto integra o programa Multi-mission Affordable Capacity Effector, conhecido […]

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Míssil hipersônico MACE é lançado em teste, com montanhas ao fundo. (Foto: navalnews.com)

Documentos orçamentários do ano fiscal de 2027 confirmam que o míssil hipersônico Blackbeard, desenvolvido pela empresa norte-americana Castellion, será a principal munição de ataque rápido da Marinha dos Estados Unidos.

O projeto integra o programa Multi-mission Affordable Capacity Effector, conhecido como MACE, e busca fornecer à aviação naval uma arma de alta velocidade com baixo custo unitário. A capacidade operacional inicial do Blackbeard foi prevista para 2027.

Segundo o portal Naval News, a Marinha dos Estados Unidos planeja adquirir inicialmente 353 unidades completas do míssil, com investimento de 156 milhões de dólares. Parte desses recursos será destinada à preparação da base industrial para que a produção alcance o ritmo de 500 mísseis por ano.

A velocidade na seleção do Blackbeard e sua inclusão no orçamento demonstram a prioridade que Washington atribui à corrida hipersônica. A competição tecnológica com a China e a Rússia motiva o esforço para não perder terreno em armas de velocidade extrema.

Os planos de aquisição indicam forte escalada nos anos seguintes, com 691 mísseis projetados para 2028. O volume subiria para 976 unidades em 2029, 1.115 em 2030 e 1.375 em 2031.

Esses números ainda dependem de confirmações orçamentárias futuras, mas revelam a intenção de tornar o Blackbeard a munição hipersônica mais numerosa do arsenal naval norte-americano. O míssil deverá se tornar o primeiro armamento hipersônico embarcado em caças navais.

A integração será feita nos caças F/A-18E/F Super Hornet e F-35C Lightning II. O F-35C poderá transportar até quatro mísseis internamente sem comprometer seu perfil furtivo.

O Blackbeard possui ogiva de 95 libras, otimizada para alvos de tempo sensível. O sistema se diferencia de mísseis antinavio de longo alcance como o AGM-158C LRASM, embora compartilhe alcance estimado entre 200 e 500 milhas náuticas.

Essa configuração prioriza velocidade e capacidade de resposta rápida em detrimento do tamanho da carga explosiva. O Exército dos Estados Unidos também planeja integrar o Blackbeard a plataformas terrestres como o lançador M142 HIMARS.

Essa convergência amplia a interoperabilidade entre as diferentes forças armadas norte-americanas. O avanço do programa MACE reflete a tendência de padronização de armamentos hipersônicos no complexo militar-industrial dos Estados Unidos.


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Marcos Conservador

23/04/2026

Mais um passo na corrida armamentista dos “defensores da liberdade”. Enquanto isso, o povo americano paga a conta e o resto do mundo fica na mira. Aposto que vão dizer que é pra “proteger a democracia” — mas no fundo é só mais um negócio bilionário travestido de patriotismo.

    Zizi

    23/04/2026

    Marcos, meu caro, você tocou num ponto que a história já cansou de nos ensinar: o discurso da “liberdade” sempre foi o manto preferido dos impérios para justificar seus arsenais. Desde a Guerra Fria, os Estados Unidos fazem da corrida armamentista uma verdadeira religião, com orações diárias ao deus do lucro e ao altar do complexo industrial-militar. O povo americano, esse sim, paga a conta — em impostos, em medo e em alienação — enquanto as grandes corporações de defesa enchem os bolsos e ditam a política externa do país. É o velho truque: vender guerra como se fosse segurança, destruição como se fosse progresso.

    Mas veja, Marcos, não é só lá que isso reverbera. Cada míssil novo lançado nos mares é uma mensagem silenciosa para o resto do mundo: “nós mandamos”. E essa lógica perversa contamina tudo, inclusive a economia global. O investimento em armas cresce, enquanto as escolas fecham, as universidades minguam e o planeta arde. A “democracia” que dizem defender não passa de uma vitrine — bonita por fora, mas sustentada por um estoque interminável de pólvora. E o pior: tem muito menino mal-educado por aqui que ainda se encanta com esse espetáculo, repetindo os discursos prontos como se fossem verdades sagradas.

    Por isso é importante lembrar, meu caro, que o verdadeiro patriotismo não se mede pelo tamanho do canhão, mas pela capacidade de cuidar do próprio povo. O Brasil, com todos os seus desafios, deveria aprender com esses exemplos o que não fazer: não submeter a soberania nacional aos interesses militares estrangeiros e não confundir segurança com submissão. A história é generosa com quem a estuda — e implacável com quem a ignora.

Adalberto Livre

23/04/2026

ENQUANTO ISSO O COMUNISMO PROMETE PAZ E ENTREGA FOME, OS EUA FAZEM MÍSSIL QUE FUNCIONA!

    Renato Professor

    23/04/2026

    Adalberto, meu caro, essa sua comparação é de uma ingenuidade comovente. Míssil que funciona não enche prato nem constrói sociedade — só alimenta a indústria bélica e o medo. Já a economia solidária, que você despreza, é justamente o oposto: funciona sem precisar explodir ninguém.

Alice T.

23/04/2026

Engraçado como sempre tem dinheiro infinito pra novos brinquedinhos de guerra, mas quando é pra saúde ou educação o discurso é “precisamos de austeridade”. Bilionário faz lobby, o governo corre pra fabricar míssil. Depois posam de defensores da liberdade… só se for a liberdade de lucrar com destruição.

Beto Engenheiro

23/04/2026

Enquanto isso, a gente aqui ainda discute se vai ter trem de carga decente ligando o Sudeste ao Centro-Oeste. Os caras botam bilhões num míssil novo e entregam resultado em poucos anos. Falta esse tipo de foco e pragmatismo em infraestrutura civil por aqui.

Vanessa Silva

23/04/2026

Mais um exemplo de como o investimento pesado em defesa molda as prioridades nacionais. Enquanto os EUA aceleram tecnologias militares, cidades do mundo inteiro ainda lutam por infraestrutura básica. Planejamento inteligente seria equilibrar inovação bélica com inovação urbana — afinal, segurança também se constrói com desenvolvimento sustentável.

Fernando O.

23/04/2026

Interessante ver como os EUA estão correndo atrás do prejuízo nessa corrida hipersônica. Enquanto isso, a gente segue discutindo se a Terra é plana. Quando a conversa vira sobre defesa e tecnologia, dá pra ver quem está no mundo real e quem vive de delírio ideológico.

Carlos A. Mendes

23/04/2026

Enquanto isso, a grana corre solta pra mais armas e mais corrida armamentista. Impressionante como sempre há orçamento pra isso, mas quando é pra saúde ou clima, vira “gasto”. Não dá pra achar normal esse tipo de prioridade.

Rick Ancap

23/04/2026

Mais um brinquedinho bilionário pago com dinheiro roubado de otário via imposto.

    Rubens O Pescador

    23/04/2026

    Ô Rick, engraçado que quando o imposto é pra dar comida e escola pro povo vocês chamam de “roubo”, mas quando é pra encher bolso de fabricante de míssil, aí fica todo mundo patriota, né?

Lurdinha Deus Acima de Todos

23/04/2026

Vixe Maria 😱 esses mísseis aí é o sinal do fim dos tempos, viu! 🙏🇧🇷🇺🇸

    Francisco de Assis

    23/04/2026

    Ô Lurdinha, fim dos tempos nada, minha filha! Isso é só mais uma corrida armamentista pra manter o mundo sob o tacão dos gringos — enquanto o Brasil segue firme, construindo soberania de verdade, sem precisar apontar míssil pra ninguém.

    Jeferson da Silva

    23/04/2026

    Ô Lurdinha, fim dos tempos nada… o problema é que enquanto eles fabricam míssil bilionário, aqui a gente tá vendo fábrica fechando e trabalhador se virando em bico. Isso sim é apocalipse pra quem rala todo dia.


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