O projeto Terra do Meio atua entre os rios Xingu e Iriri para recuperar áreas degradadas na Amazônia. A iniciativa já restaurou 50 hectares e resultou no plantio de 175 mil árvores nativas na região.
O Instituto Socioambiental (ISA) executa o trabalho em parceria com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A ação combina conservação, geração de renda e fortalecimento das comunidades locais, conforme reportagem do portal Metrópoles.
A OTCA incorpora a experiência na estratégia de gestão integrada dos recursos hídricos que abrange oito países amazônicos. O trabalho teve início há três anos com a recuperação de 25 hectares na Reserva Extrativista do Rio Iriri.
Vinte e cinco moradores participaram do plantio inicial naquela unidade de conservação. Desde então o engajamento cresceu e mais de 300 pessoas integram hoje a cadeia de produção de sementes e mudas.
Os participantes coletam mais de 30 espécies de sementes nativas na floresta. Essas sementes são misturadas com leguminosas e gramíneas por meio da técnica conhecida como muvuca.
A muvuca acelera a recuperação do solo e favorece o crescimento rápido da vegetação. Diferentes espécies se complementam nessa abordagem e contribuem para o restabelecimento do ecossistema local.
A atividade se transformou em fonte importante de renda para as famílias ribeirinhas. A Rede Terra do Meio organiza a coleta e a comercialização direta, eliminando intermediários.
Os compradores definem a demanda no início do ano e o calendário de coleta segue o ciclo natural das árvores. Centros comunitários recebem as sementes para pesagem, limpeza e organização antes da venda.
Atualmente 312 pessoas participam da rede e mais da metade são mulheres. A ribeirinha Marinalva Ribeiro da Silva relata que a coleta trouxe estabilidade financeira para sua família.
Ela complementa a renda da pesca com a venda de sementes. Essa atividade permite que ela sustente os filhos que estudam em Altamira, no Pará.
O casal Sinha Kuruaya e Alcione Freitas, da comunidade Morro Grande, obteve R$ 6 mil com a venda de sementes em 2025. Eles representam o potencial econômico do modelo que preserva a floresta.
A cadeia de sementes gerou cerca de R$ 300 mil para as famílias nos últimos anos. Em 2025 a Rede Terra do Meio comercializou 6 mil quilos de sementes.
O presidente da Rede Terra do Meio, Francisco de Assis Oliveira, morador da Reserva Extrativista do Rio Iriri, afirma que o projeto permite às pessoas permanecerem em seus territórios. Ele destaca a possibilidade de gerar renda sem destruir a floresta.
A experiência demonstra a viabilidade de conciliar conservação ambiental com desenvolvimento econômico local. O modelo pode ser replicado em outras áreas da bacia amazônica nos próximos anos.
Leia também: INPE: Brasil registra menor desmatamento na Amazônia desde 2008
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Tonho Patriota
23/04/2026
ESSA HISTÓRIA DE PLANTAR ÁRVORE É PRA ESCONDER O COMUNISMO, FAZ O L AÍ E VÊ SE DÁ SOMBRA!
Tadeu
23/04/2026
Legal ver esse tipo de projeto saindo do papel, mas fico pensando quanto disso realmente vira retorno econômico sustentável pra quem vive lá. Restauração é importante, claro, mas queria ver mais números sobre renda e produtividade. No fim, é isso que segura o pessoal na região e dá estabilidade de verdade.
Francisco de Assis
23/04/2026
É isso que me enche de esperança, minha gente! Quando o Brasil cuida da Amazônia e ainda garante renda pro povo ribeirinho, é a soberania se afirmando na prática. Enquanto uns ficam espalhando bobagens, o país real trabalha pra reconstruir e proteger nossa riqueza natural.
Evelyn Olavo
23/04/2026
É bonito ver um projeto que une recuperação ambiental com geração de renda. Enquanto muita gente só fala em explorar a Amazônia, esses ribeirinhos mostram que é possível viver bem cuidando da floresta. Que sirva de exemplo para políticas públicas de verdade.
Alice T.
23/04/2026
Perfeito, Evelyn! Enquanto os bilionários fingem que “compensam carbono” plantando meia dúzia de árvores, quem realmente protege a floresta são as comunidades que vivem dela e entendem seu valor de verdade.
Eduardo C.
23/04/2026
Belo exemplo de como números concretos fazem diferença: 50 hectares restaurados e 175 mil árvores plantadas não são abstrações, são resultados mensuráveis. Agora quero ver a continuidade — qual é a meta para o próximo ano? Sem metas claras, o cálculo do impacto fica incompleto.
Renato Professor
23/04/2026
Enfim, um exemplo concreto de que economia e ecologia não são inimigas. A restauração ambiental aliada à geração de renda mostra que o verdadeiro desenvolvimento vem da cooperação e do conhecimento local — não da destruição travestida de “progresso” que a extrema-direita tanto idolatra.
Rubens O Pescador
23/04/2026
Bonito de ver um projeto desses dando certo. No tempo do Lula o povo do campo e da floresta tinha apoio pra cuidar da terra e ainda viver dela, não só sobreviver. Agora é isso que precisamos retomar: trabalho com dignidade e natureza em pé.
Beto Engenheiro
23/04/2026
Bonito ver projeto dando resultado concreto, com hectare restaurado e gente ganhando renda. Mas 50 hectares ainda é pouco perto do tamanho da destruição. Precisamos de escala: infraestrutura, logística e investimento pesado pra isso virar política de Estado e não só projeto pontual.
Pedro
23/04/2026
Bonito ver um projeto desses dando certo, ainda mais num país onde muita coisa boa fica só no papel. Enquanto isso, a gente aqui nas ruas sente o bolso apertar com gasolina e IPVA, mas é bom saber que pelo menos tem gente cuidando do que ainda resta da Amazônia.
Luciana
23/04/2026
Bonito de ver um projeto que dá resultado de verdade, ainda mais ajudando tanta gente. Quando o trabalho gera renda e melhora o meio ambiente, todo mundo ganha. Só queria ver esse tipo de iniciativa recebendo o mesmo apoio que banco e político recebem.
Vanessa Silva
23/04/2026
Que notícia boa de ler! Esse tipo de iniciativa mostra que desenvolvimento e preservação podem caminhar juntos, gerando renda e fortalecendo comunidades locais. Se cada região tivesse projetos planejados com essa visão de longo prazo, o país inteiro ganharia em sustentabilidade e qualidade de vida.
Karina Libertária
23/04/2026
Bonitinho o projeto, mas duvido que isso resolva alguma coisa real. O Brasil precisa é de gestão séria e investimento privado, não de ONG querendo salvar o mundo com 50 hectares. Se o pessoal aprendesse a fazer business de verdade, aí sim teriam renda de verdade.
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Legal ver um projeto que une meio ambiente e renda pra quem vive lá. Às vezes parece que o pessoal de Brasília esquece que dá pra cuidar da floresta e ainda gerar trabalho. Se tivesse mais iniciativas assim, a conversa sobre Amazônia seria bem diferente.
Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Mais um papo pra enganar trouxa! Enquanto isso, os comunistas seguem torrando dinheiro público e fingindo que plantam árvore. Quero ver é resultado de verdade e fiscalização do Exército nessa brincadeira. Selva!
Silvia D.
23/04/2026
Que notícia inspiradora! Recuperar áreas degradadas e ainda garantir renda para famílias ribeirinhas é um modelo que une saúde ambiental e social. Preservar a Amazônia é também cuidar da nossa saúde e do futuro do país.
Augusto Silva
23/04/2026
É isso que chamam de desenvolvimento sustentável de verdade: floresta em pé, gente com renda e dignidade. Enquanto os negacionistas seguem sonhando com garimpo e pasto infinito, a Amazônia real mostra que economia verde dá resultado concreto. Parabéns ao projeto Terra do Meio — é o Brasil que dá certo, apesar dos sabotadores.
Celio Fazendeiro
23/04/2026
Mais um projeto pra gastar dinheiro com floresta e índio enquanto o produtor rural, que sustenta o país, é tratado como vilão. Cinquenta hectares não dão nem pra aquecer trator, mas o marketing verde corre solto. Quero ver é gerar emprego de verdade e comida na mesa, não só árvore pra foto.
Fernando O.
23/04/2026
Finalmente uma boa notícia com números concretos: 50 hectares restaurados e 175 mil árvores plantadas. É assim que se mede resultado, não em discurso vazio. Enquanto alguns ainda negam a importância da Amazônia, tem gente arregaçando as mangas e mostrando que dá pra gerar renda e preservar ao mesmo tempo.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Tomara que plantem árvore e não fechem as igrejas, viu! 🙏🇧🇷🌳
Clarice Historiadora
23/04/2026
Lurdinha, pode ficar tranquila: plantar árvore nunca fechou igreja nenhuma. Aliás, se Adão e Eva tivessem cuidado melhor do jardim, talvez nem precisássemos de tanta restauração hoje.
Adalberto Livre
23/04/2026
50 hectares? Isso aí é um pingo no oceano, mas pelo menos tão fazendo alguma coisa!
Zé Trovãozinho
23/04/2026
Mais um projeto com dinheiro público pra plantar árvore enquanto o povo passa necessidade. Isso é só cortina de fumaça pra esconder o desastre econômico que o governo tá causando. Querem transformar o Brasil numa nova Cuba do Norte, com floresta, mas sem liberdade nem emprego!
Jeferson da Silva
23/04/2026
Ô Zé Trovãozinho, liberdade sem emprego e sem salário digno é conversa pra boi dormir. Enquanto tu repete discurso de patrão, tem ribeirinho ganhando renda e cuidando da floresta que garante o ar que tu respira.
Zizi
23/04/2026
Ah, meus queridos, como é bonito ver o povo da floresta sendo protagonista da própria história. Esse projeto na Terra do Meio é um lembrete poderoso de que a Amazônia não precisa de salvação vinda de fora, mas de respeito e apoio às comunidades que sempre cuidaram dela. Quando os ribeirinhos ganham renda e dignidade ao mesmo tempo em que restauram a natureza, estamos falando de um modelo de desenvolvimento que entende o Brasil real — aquele que vive do trabalho e da terra, não dos lucros de gabinete.
Durante décadas, os meninos mal-educados do liberalismo econômico tentaram nos convencer de que progresso era sinônimo de desmatamento e mineração predatória. Mas a história, que é teimosa, mostra o contrário: o verdadeiro avanço é o que preserva a vida. E o que vemos nesse projeto é o retrato do que o Estado brasileiro deveria incentivar com força — políticas públicas que unem justiça social e ambiental.
Lula sempre disse que cuidar do povo e cuidar da natureza são partes do mesmo compromisso. E é isso que me dá esperança: ver o Brasil voltando a olhar para a Amazônia não como um depósito de recursos, mas como um lar de gente, de cultura e de futuro. Que esses 50 hectares restaurados sejam apenas o começo de uma nova mentalidade, onde o verde vale mais do que o ouro, e o trabalho coletivo vence a ganância dos meninos mal-educados.
Rick Ancap
23/04/2026
Bonitinho, mas pago com o meu imposto é só mais um roubo verde disfarçado de bondade.
Mariana Ambiental
23/04/2026
Rick, curioso como chamam de “roubo” qualquer investimento público que não encha o bolso do agronegócio. Aqui o retorno é floresta viva e renda digna, não dividendos pra Faria Lima.
Miriam
23/04/2026
É bom ver um projeto que une recuperação ambiental e geração de renda sem precisar de discurso inflamado. O foco está em resultados concretos, e é isso que faz diferença: floresta crescendo, gente trabalhando e burocracia funcionando a favor do bem comum.
Marcos Conservador
23/04/2026
Bonito ver gente preocupada em plantar árvore, mas fico de olho: esses projetos “verdes” muitas vezes escondem interesses de ONGs estrangeiras querendo mandar na nossa Amazônia. Preservar é bom, mas sem cair no papo globalista. A floresta é nossa, não do comunismo internacional.
Maura Santos
23/04/2026
Marcos, globalismo nenhum derrubou mais árvore que o desmonte ambiental da turma que você defende. Esse papo de “floresta é nossa” só cola até o próximo apagão de fiscalização que eles causam.