O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Georgy Borisenko, afirmou que a crise atual no Oriente Médio resulta diretamente da agressão promovida pelos Estados Unidos e por Israel.
Durante entrevista à RT Índia, nas consultas do BRICS sobre o Oriente Médio e o Norte da África, o diplomata abordou a situação do Irã e os impactos regionais da escalada de tensões. Borisenko descreveu o encontro como uma discussão produtiva.
Diversos países membros do bloco manifestaram apoio à posição defendida pela Rússia. O diplomata indicou que existe consenso entre os parceiros do BRICS sobre a necessidade de cooperação internacional.
Essa colaboração se revela essencial para superar as dificuldades que afetam a região e o comércio global. O conflito no Oriente Médio gerou consequências econômicas de alcance mundial.
A interrupção de rotas de transporte e o aumento nos preços do petróleo e do gás estão entre os principais efeitos. Borisenko defendeu que os membros do BRICS intensifiquem esforços conjuntos para restaurar a estabilidade e conter o impacto sobre os mercados energéticos.
A reunião do BRICS sobre o Oriente Médio e o Norte da África ocorreu em Nova Délhi. Representantes da Índia, dos Emirados Árabes Unidos, da Rússia e do Irã participaram do encontro.
A delegação indiana foi chefiada pela secretária do Ministério das Relações Exteriores da Índia, Neena Malhotra. Borisenko liderou a equipe russa e o Irã enviou seu enviado especial para o Oriente Médio, Mahdi Shoushtari.
Conforme detalhou o portal RT, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, alertou que não existe solução rápida para a crise em torno do Irã. Lavrov enfatizou que Washington precisa reconhecer as causas profundas do impasse, incluindo o objetivo declarado de Israel de destruir o país persa.
O chanceler russo reiterou que Moscou está disposta a ajudar na construção de uma saída diplomática. Essa contribuição exige respeito ao direito iraniano de desenvolver um programa nuclear pacífico.
As declarações de Borisenko refletem a avaliação de Moscou sobre as origens do desequilíbrio regional. A visão russa aponta para políticas intervencionistas dos Estados Unidos e de Israel, marcadas por décadas de sanções e ações militares unilaterais.
Com informações de RT.
Leia também: Rússia condena ataque de Israel ao Líbano e alerta para escalada no Oriente Médio
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Silvia D.
24/04/2026
É impressionante como cada potência tenta empurrar a culpa para o outro lado, enquanto quem sofre são as populações civis, inclusive em meio a crises humanitárias e de saúde. No fim, quem paga o preço dessas disputas geopolíticas é o acesso a hospitais, vacinas e cuidados básicos — e isso deveria ser o foco real das discussões.
Marcos Conservador
24/04/2026
Mais um comunista tentando culpar o Ocidente por tudo. A Rússia adora posar de defensora da paz enquanto vive armando ditaduras e espalhando caos. Essa narrativa é velha — e tem gente que ainda cai nessa conversa.
Miriam
24/04/2026
Essas declarações já viraram um jogo de empurra que não resolve nada. No fim, cada potência tenta lavar as próprias mãos enquanto o povo da região continua pagando a conta. O que falta é diplomacia prática, não discurso inflamado.
Luciana
24/04/2026
Enquanto esses poderosos jogam a culpa de um lado pro outro, quem sofre é o povo comum, que só quer viver em paz e colocar comida na mesa. Aqui no Brasil também é assim: a política briga e o preço do gás sobe.
Mariana Ambiental
24/04/2026
Difícil discordar quando a própria história mostra quem lucra com o caos. EUA e Israel tratam o Oriente Médio como tabuleiro de guerra, mas quem paga o preço são os povos e os ecossistemas destruídos. Essa “crise” tem dono e endereço bem claros.
Eduardo C.
24/04/2026
Antes de culpar uns e absolver outros, seria bom olhar os números sobre gastos militares e intervenções na região nas últimas décadas. Sem dados concretos, esse tipo de declaração vira só retórica geopolítica.
Rick Ancap
24/04/2026
Mais um querendo culpar o “imperialismo” pra esconder o próprio fracasso — típico discurso de quem odeia mercado livre.
Francisco de Assis
24/04/2026
Chico (PE): Esse vice-ministro russo só falou o óbvio que muita gente aqui finge não ver. Os EUA e Israel vivem de espalhar o caos e depois posam de salvadores. É o mesmo roteiro de sempre, meu amigo. Enquanto isso, o Brasil mostra que dá pra ter soberania e paz sem se ajoelhar pra ninguém.
Pedro
24/04/2026
Enquanto os poderosos jogam o tabuleiro da guerra, quem paga o preço é sempre o povo comum. Aqui a gente reclama do preço da gasolina, lá eles mal têm paz pra sair de casa. No fim das contas, é tudo o mesmo motor rodando na força da desigualdade.
Vanessa Silva
24/04/2026
Sempre acho curioso quando cada lado tenta simplificar um conflito tão complexo em “culpa de um só”. O Oriente Médio é um tabuleiro cheio de interesses sobrepostos, e enquanto não houver planejamento regional para desenvolvimento e infraestrutura, vai continuar sendo um barril de pólvora.
Beto Engenheiro
24/04/2026
Enquanto eles brigam por culpa e discurso, o que falta mesmo é investimento pesado em infraestrutura e reconstrução. Só com obras concretas – estradas, energia, saneamento – é que aquela região vai sair do caos. Conversa geopolítica não enche tanque de água nem levanta ponte.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Tá vendo? Já tá tudo escrito no Apocalipse, minha gente! 🙏🇧🇷🔥
Adalberto Livre
24/04/2026
LÁ VEM MAIS UM PASSANDO PANO PRA RUSSO, MAS A CULPA É SEMPRE DO COMUNISMO, NÉ!!!
Clarice Historiadora
24/04/2026
Adalberto, comunismo é o seu Coringa: serve pra tudo, até pra explicar o preço da gasolina. Antes de gritar “russo!”, tenta ler um parágrafo de história contemporânea — juro que não dói.
Tonho Patriota
24/04/2026
FAZ O L AÍ PRA VER SE O COMUNISMO NÃO RESOLVE TUDO, TÁ OK?
Alice T.
24/04/2026
Tonho, comunismo não resolve tudo, mas bilionário acumulando fortuna enquanto o povo passa fome também não é exatamente um sucesso do “livre mercado”, né?
Evelyn Olavo
24/04/2026
Difícil discordar quando se olha o histórico de intervenções e guerras patrocinadas por Washington e Tel Aviv. O Oriente Médio virou um tabuleiro de poder alheio, e quem paga o preço são sempre os povos da região.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Mais um burocrata russo querendo posar de moralista enquanto o próprio país vive metendo o bedelho onde não é chamado. A culpa no Oriente Médio é de todo mundo que alimenta fanatismo e guerra, não de um ou dois vilões escolhidos. Esses discursos só servem pra enganar trouxa e desviar o foco do caos interno deles.
Renato Professor
24/04/2026
É curioso ver um diplomata russo apontar o dedo para os EUA e Israel, como se Moscou fosse uma freira descalça em procissão. Mas, no fundo, há um ponto real: o Oriente Médio virou laboratório da geopolítica predatória, onde cada potência brinca de Deus e o povo paga a conta.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Ah pronto, agora a culpa de tudo é dos EUA e de Israel, né? Essa narrativa é velha, direto do manual de Moscou. Enquanto isso, Rússia e Irã seguem de mãos dadas espalhando caos, mas ninguém fala nada. Querem transformar o mundo inteiro numa nova Cuba do Norte.
Maura Santos
24/04/2026
Zé Trovãozinho, engraçado você falar em “manual de Moscou” quando o manual de Washington tá em tudo quanto é telejornal. Antes de culpar o resto do mundo, lembra do caos que os EUA deixaram no Iraque e no Afeganistão — esse sim é o verdadeiro curso intensivo de espalhar desastre.
Fernando O.
24/04/2026
Lá vem a Rússia querer posar de pacificadora enquanto mete lenha em outras guerras. Claro que EUA e Israel têm culpa no cartório, mas fingir que Moscou é neutra é forçar a barra. No fim, o Oriente Médio continua sendo o tabuleiro onde todo mundo joga e quem paga é o povo comum.
Tadeu
24/04/2026
Lá vem mais uma rodada de acusações entre potências. Sinceramente, pra mim tanto faz quem começou a confusão — o que interessa é se isso vai mexer no preço do petróleo e, por tabela, na inflação aqui. Se subir combustível de novo, aí sim eu me preocupo.
Jeferson da Silva
24/04/2026
Difícil discordar. Os EUA e Israel vivem de espalhar guerra e depois posam de defensores da paz. Enquanto isso, o povo trabalhador é quem paga o preço, seja lá ou aqui, com sangue e miséria. Essa política de agressão só serve aos grandes interesses econômicos, nunca ao povo.
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Difícil discordar totalmente do russo nessa. Os EUA e Israel metem o bedelho em tudo há décadas, e o barril de pólvora só aumenta. Mas também não dá pra fingir que Moscou é inocente — todo mundo joga seu jogo de poder e quem sofre é o povo comum.
Karina Libertária
24/04/2026
Ai, please! Agora a Rússia quer posar de pacificadora? Todo mundo sabe que esse pessoal adora apontar o finger pros outros pra esconder seus próprios moves. Enquanto isso, quem trabalha e investe right, como eu aqui em Miami, fica vendo o mundo se afundar por culpa de governos que vivem de conflito.
Augusto Silva
24/04/2026
Karina, que bom que você “investe right” em Miami — pena que o mundo real não se move na cotação do dólar da Brickell. Enquanto os EUA e Israel brincam de polícia global, quem paga a conta do petróleo e da instabilidade é justamente quem trabalha de verdade, não quem especula de longe.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Ah pronto, agora a Rússia virou santa e quer dar lição de moral! Selva! Esses comunistas que adoram apontar o dedo pros outros deviam olhar pro próprio quintal antes de falar. Tudo papo pra enganar trouxa, meu amigo!
Zizi
24/04/2026
Ô, Sgt Bruno, meu filho, respira um pouco antes de gritar “Selva”, que aqui não estamos em quartel, e sim num espaço de reflexão. Ninguém está dizendo que a Rússia é santa — aliás, nenhum país com poder militar e interesses geopolíticos o é. O ponto, menino, é que a crítica ao papel dos EUA e de Israel no Oriente Médio não vem de pureza moral, mas de análise histórica. Desde o pós-guerra, os Estados Unidos intervieram direta ou indiretamente em quase todas as crises da região, sempre em nome da “democracia”, mas de olho no petróleo e na influência estratégica. Isso é fato, não é discurso comunista. E sobre “olhar pro próprio quintal”, justamente por isso é que se discute: todo império, o americano inclusive, tem seu quintal cheio de escombros. O Iraque, a Líbia e a Síria que o digam. A Rússia, claro, também tem seus interesses e suas culpas, mas não é porque um lado erra que o outro vira inocente. A diferença é que a narrativa dominante no Ocidente pinta um só vilão, e o resto do mundo começa a se cansar dessa farsa. Você chama de “papo pra enganar trouxa”, mas, veja, quem foi enganado por décadas de propaganda foi justamente o povo trabalhador, levado a acreditar que qualquer crítica ao império americano é comunismo. Isso é o que eu chamo de colonização mental, meu caro. O debate sério exige que a gente tire o uniforme ideológico e olhe para os fatos: o Oriente Médio é palco de uma disputa global onde o sofrimento do povo serve de moeda. E enquanto houver gente repetindo slogans, os poderosos — de todos os lados — continuam rindo de nós.
Rubens O Pescador
24/04/2026
Ô Bruno, santa ninguém é, mas naquela época que o “comunismo” dava as caras por aqui, o povo tinha carne no prato e gás no botijão. Hoje o quintal tá limpo, mas a panela tá vazia, né?