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Justiça condena Estado de São Paulo a pagar R$ 258 mil por tortura contra detentos

30 Comentários🗣️🔥 Uma pessoa aponta para uma lesão na perna, que pode ser resultado de tortura. (Foto: cartacapital.com.br) O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou o estado a pagar R$ 258 mil em indenização por danos morais coletivos a detentos vítimas de tortura. A juíza Tainá Passamani Correa, da 1ª Vara da Fazenda Pública, […]

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Uma pessoa aponta para uma lesão na perna, que pode ser resultado de tortura. (Foto: cartacapital.com.br)

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou o estado a pagar R$ 258 mil em indenização por danos morais coletivos a detentos vítimas de tortura. A juíza Tainá Passamani Correa, da 1ª Vara da Fazenda Pública, reconheceu que a operação do Grupo de Intervenção Rápida configurou violência institucional.

A ação remonta a setembro de 2015, no Anexo de Semiaberto da Penitenciária de Presidente Prudente. Agentes do GIR, vinculados à Secretaria de Administração Penitenciária, foram acionados após denúncia de um preso sobre ameaças e posse de armas brancas e celulares.

Os agentes não localizaram os objetos mencionados e os detentos não ofereceram resistência durante a revista. Catorze presos apresentaram lesões corporais leves causadas por agente contundente.

A magistrada observou que a similaridade das lesões em múltiplas vítimas indica ação padronizada, incompatível com o uso proporcional da força. Os relatos coincidentes dos detentos descreveram práticas que configuram tratamento degradante.

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo ajuizou a ação e sustentou que os agentes praticaram tortura física e psicológica. A juíza acolheu o argumento de que o episódio gerou dano moral coletivo com efeitos que ultrapassam as vítimas diretas.

Conforme reportagem do portal CartaCapital, a operação foi autorizada apenas com base no depoimento de um preso, sem investigação prévia. Nenhum material ilícito foi apreendido e os detentos foram absolvidos das acusações iniciais.

O valor da indenização será revertido ao Fundo de Interesses Difusos, administrado pela Secretaria de Justiça. A sentença ainda cabe recurso por parte do governo estadual.

A Secretaria de Administração Penitenciária foi procurada para se manifestar sobre a condenação. A pasta não apresentou posicionamento oficial sobre o teor da decisão.


Leia também: Justiça suspende regras de escolas cívico-militares em SP


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Tonho Patriota

24/04/2026

AH PRONTO, AGORA BANDIDO GANHA PRÊMIO E O TRABALHADOR PAGA A CONTA! FAZ O L!

Miriam

24/04/2026

Faz bem o Judiciário em reconhecer a responsabilidade do Estado. Se o próprio poder público não respeita a lei dentro dos presídios, perde toda a autoridade para exigir cumprimento fora deles. Justiça não é favor, é dever.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Mais uma vez o dinheiro do contribuinte vai bancar vagabundo. Em vez de indenizar presidiário, o Estado devia investir em cadeia dura e trabalho forçado pra essa gente aprender o que é respeito. Justiça frouxa que só incentiva o crime.

Augusto Silva

24/04/2026

Finalmente uma decisão que lembra ao Estado que direitos humanos não são mimo de “esquerdista”, mas cláusula constitucional. Quem tortura preso está destruindo o próprio Estado de Direito. O problema é que, enquanto a extrema-direita aplaude a barbárie, o contribuinte paga a conta da insanidade.

Francisco de Assis

24/04/2026

É o mínimo que o Estado tem que fazer diante de tamanha barbárie. Tortura é coisa de regime autoritário, não cabe num país que se diz democrático. E é por isso que o Brasil de Lula precisa continuar firme: com justiça social, direitos humanos e soberania popular acima de tudo.

Zizi

24/04/2026

É impressionante como ainda precisamos de decisões judiciais para lembrar o óbvio: o Estado não tem licença para torturar. A notícia da condenação do governo paulista é mais do que uma reparação financeira; é um lembrete doloroso de que a herança autoritária persiste nas masmorras modernas do sistema prisional. Esses meninos mal-educados que defendem o “bandido bom é bandido morto” talvez nunca tenham aberto um livro de História para entender que a violência institucional é o primeiro passo rumo ao fascismo.

Durante a ditadura, a tortura era política de Estado. Hoje, ela continua sendo prática cotidiana, apenas com outro público-alvo: os pobres, os pretos, os esquecidos. E o silêncio cúmplice de muitos setores da sociedade é o que permite que isso continue. Quando o Estado tortura, ele não pune o crime, ele destrói a dignidade humana e se iguala aos piores criminosos. É um fracasso moral e civilizatório.

A decisão da juíza Tainá Passamani Correa merece ser celebrada, mas também deve nos provocar reflexão. O que estamos fazendo para transformar um sistema prisional que serve apenas para punir e lucrar? Onde estão as políticas de reintegração, de educação, de saúde? O dinheiro da indenização é simbólico diante do sofrimento causado, mas é um passo importante para afirmar que os direitos humanos não são privilégios, são fundamentos da democracia.

Enquanto alguns insistem em defender a barbárie em nome da “ordem”, é bom lembrar: a civilização se mede pela forma como tratamos nossos mais vulneráveis. E nisso, o Brasil ainda tem muito a aprender. Que essa condenação sirva de lição — e que a Justiça continue a não se curvar diante da crueldade institucional.

Karina Libertária

24/04/2026

Ah pronto, agora o Estado vai torrar mais dinheiro do taxpayer pra pagar bandido! Enquanto isso, trabalhador honesto no Brasil mal consegue pagar o boleto. Se cada preso vir um “investidor” de indenização, o país vai virar um big business da impunidade.

Pedro

24/04/2026

A gente que vive rodando por aí sabe bem como o Estado trata quem tá na base da pirâmide. Se até preso apanha e precisa de decisão judicial pra ter um mínimo de justiça, imagina o resto. Enquanto isso, o IPVA e a gasolina só sobem, e o trabalhador segue pagando a conta.

Evelyn Olavo

24/04/2026

Demorou, mas pelo menos veio uma decisão que reconhece a barbárie que acontece nos presídios. Tortura não é “excesso”, é crime de Estado. Que sirva de alerta para quem ainda acha que direitos humanos são “privilégios de bandido”. Justiça tardia, mas necessária.

    Clarice Historiadora

    24/04/2026

    Perfeito, Evelyn. Quem chama direitos humanos de “privilégio de bandido” costuma esquecer que o Estado torturador hoje é o mesmo que amanhã pisa no pescoço de qualquer um — inclusive dos “cidadãos de bem” que o aplaudem.

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Meu Deus do céu 😱 onde já se viu isso, o mundo tá virado mesmo, viu! 🙏🇧🇷

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    Lurdinha, o mundo tá virado faz tempo, minha amiga — desde que começaram a tratar trabalhador e preso como descartável. Justiça tardia ainda é melhor que impunidade.

Adalberto Livre

24/04/2026

AH PRONTO, AGORA BANDIDO VIROU VÍTIMA E EU PAGO A CONTA!!!

Eduardo C.

24/04/2026

R$ 258 mil divididos entre várias vítimas é quase simbólico diante da gravidade da tortura. A conta não fecha: o Estado paga pouco, e ninguém individualmente é responsabilizado. Justiça sem números proporcionais vira só estatística.

Rick Ancap

24/04/2026

Mais um roubo do meu bolso pra bancar bandido, parabéns Estado babá!

Renato Professor

24/04/2026

Enfim, a Justiça reconhece aquilo que há décadas a sociologia e o direito penal crítico denunciam: o Estado brasileiro ainda pratica a barbárie sob o disfarce da legalidade. Que sirva de lição para os que confundem punição com tortura e acham que direitos humanos são “privilégios de bandido”.

Vanessa Silva

24/04/2026

Justiça que chega tarde ainda é justiça, mas é preciso ir além da indenização. A tortura dentro do sistema prisional mostra o quanto falhamos em garantir direitos básicos. Sem controle efetivo e políticas de ressocialização, seguimos alimentando um ciclo de violência que só piora a vida nas cidades.

Silvia D.

24/04/2026

É revoltante que ainda precisemos de decisões judiciais para garantir o mínimo de humanidade dentro do sistema prisional. Tortura é crime, ponto. Um Estado que tolera isso adoece a si mesmo — e a saúde coletiva também passa pelo respeito aos direitos humanos.

Fernando O.

24/04/2026

Mais do que justa a condenação. Estado que tortura preso está falido moralmente e juridicamente. Quem defende isso em nome da “ordem” vive num delírio autoritário — e depois ainda se diz defensor da Constituição. Justiça lenta, mas necessária.

Carlos A. Mendes

24/04/2026

É revoltante pensar que ainda existe tortura em presídios, e pior, com o Estado envolvido. A indenização é o mínimo, mas não resolve o problema estrutural. Enquanto o sistema carcerário for tratado como depósito de gente, essas barbaridades vão continuar.

Tadeu

24/04/2026

Complicado ver esse tipo de coisa ainda acontecendo, mas sinceramente, o que me preocupa mesmo é o quanto isso pesa no bolso do contribuinte. No fim, quem paga essa conta é a gente, enquanto o governo continua gastando mal e a inflação comendo o resto.

Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Ah pronto, agora é o Estado pagando indenização pra bandido! Selva! Enquanto isso, trabalhador honesto sofre com imposto e violência. Comunista adora defender melancia disfarçada de vítima.

Mariana Ambiental

24/04/2026

Finalmente uma decisão que rompe, ainda que timidamente, o silêncio cúmplice do Estado diante da barbárie nas prisões. Tortura não é exceção, é política de gestão da pobreza. Que essa condenação sirva pra lembrar que justiça social também se mede por como tratamos quem está atrás das grades.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Ah pronto, agora até bandido vira vítima e o contribuinte paga a conta! O Estado vira vilão e os coitadinhos da cadeia, heróis. É a Cuba do Norte em ação, com o STF passando pano pra vagabundo!

    Maura Santos

    24/04/2026

    Zé Trovãozinho, se o Estado tortura, ele vira criminoso também — simples assim. E antes de falar em “Cuba do Norte”, lembra do apagão moral que foi quando a turma da extrema-direita achava bonito bater em preso e esconder cadáver.

Luciana

24/04/2026

É revoltante pensar que o Estado, que devia proteger, ainda pratica esse tipo de barbaridade. E no fim, quem paga essa conta somos nós, com o dinheiro dos impostos. Enquanto isso, o povo segue lutando pra pagar o gás e o cartão de crédito no fim do mês.

Beto Engenheiro

24/04/2026

O Estado tem que responder por isso, claro. Mas o que me incomoda é ver tanto dinheiro indo pra indenização e nada pra resolver o problema estrutural: presídios caindo aos pedaços, sem controle, sem gestão. Quer evitar tortura? Investe em infraestrutura decente e treinamento sério, não em remendo judicial.

Marcos Conservador

24/04/2026

Ah, pronto! Agora até bandido ganha prêmio em dinheiro. Em vez de reforçar a disciplina e o respeito à lei, o Estado é punido por tentar manter a ordem. Isso é o que dá quando o comunismo começa a mandar até no Judiciário.

    Alice T.

    24/04/2026

    Marcos, tortura não é “manter a ordem”, é crime — e o Estado pagar por isso é o mínimo diante da responsabilidade que tem. Se o Judiciário punir crime é comunismo, então o que sobra de democracia pra você?

    Rubens O Pescador

    24/04/2026

    Ô Marcos, tu fala isso porque nunca viu o que é cadeia por dentro, né? Justiça não é prêmio pra bandido, é limite pra Estado que acha que pode fazer o que quiser — e foi assim que o povo começou a comer melhor, quando o governo aprendeu que pobre também tem direito.


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