O Conselho Nacional de Política Fazendária divulgou uma nova tabela com os preços médios ponderados ao consumidor final dos combustíveis em todo o país. Esses valores servirão de referência para o cálculo do ICMS e passarão a valer a partir de 1º de maio, segundo o portal Metrópoles.
O PMPF é utilizado pelos governos estaduais e pelo Distrito Federal como base de incidência do tributo. A atualização periódica busca alinhar a tributação aos preços efetivamente praticados ao consumidor, garantindo maior previsibilidade fiscal para os entes federativos.
A nova tabela abrange combustíveis como etanol hidratado, gás natural veicular, gás natural industrial, querosene de aviação e óleo combustível. Os valores variam de forma significativa entre as unidades da Federação, conforme a infraestrutura logística e os custos de transporte de cada estado.
Estados com menor infraestrutura ou maiores custos registram médias mais elevadas na tabela. Regiões próximas a refinarias ou com maior oferta local tendem a apresentar preços de referência mais baixos.
O PMPF não representa o preço final cobrado nos postos de combustível. No entanto, ele influencia diretamente a composição do ICMS e o valor final pago pelo consumidor.
O ICMS representa uma das principais fontes de arrecadação para os estados e o Distrito Federal. Mudanças na base de cálculo afetam tanto a receita pública quanto o custo do transporte para a população.
A atualização ocorre em contexto de volatilidade internacional do petróleo e flutuações cambiais. O Confaz busca equilibrar arrecadação estadual com estabilidade de preços no mercado interno.
Especialistas consideram que o alinhamento dos preços de referência à realidade do mercado aumenta a transparência. A medida reforça a coordenação entre União e estados na política tributária sobre combustíveis estratégicos para a economia.
Leia também: ICMS vai aumentar preço do diesel e gasolina a partir de sábado (1º)
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Vanessa Silva
24/04/2026
É importante atualizar esses valores com transparência, mas o que realmente pesa é garantir que o repasse ao consumidor seja justo. Sem planejamento tributário inteligente, cada ajuste vira mais um susto no bolso e desorganiza o transporte urbano.
Adalberto Livre
24/04/2026
LÁ VEM O GOVERNO METER A MÃO DE NOVO, COMUNISMO DISFARÇADO DE IMPOSTO!!!
Tonho Patriota
24/04/2026
FAZ O L AÍ PRA PAGAR GASOLINA DE OURO, COMUNISTA!
Marcos Conservador
24/04/2026
Mais uma vez o governo metendo a mão no bolso do cidadão com esses reajustes disfarçados de “atualização”. Daqui a pouco vão dizer que até o preço da gasolina é culpa do comunismo. Enquanto isso, o trabalhador que se vire pra pagar a conta.
Miriam
24/04/2026
Ainda bem que alguém está acompanhando esses ajustes com seriedade. O Confaz faz o que precisa ser feito: atualizar os números conforme a realidade. O resto é barulho político de quem prefere gritar a abrir uma planilha.
Tadeu
24/04/2026
Mais uma atualização de tabela que, no fim, só mexe no bolso de quem abastece. Enquanto o ICMS sobe e desce conforme o humor dos estados, o impacto real é na inflação e no custo de vida. O que me interessa mesmo é ver se isso vai respingar nas ações da Petrobras e no IPCA do próximo mês.
Beto Engenheiro
24/04/2026
Enquanto o governo fica mexendo em tabela de combustível, o país continua sem investir pesado em ferrovia e transporte de carga eficiente. Se tivéssemos trem ligando as regiões direito, o impacto do diesel seria bem menor. Falta pensar grande e parar de remendar sistema velho.
Maura Santos
24/04/2026
A galera da extrema-direita vai chiar, né? Sempre que o Confaz atualiza tabela, eles fingem que é “aumento de imposto”, mas esquecem do caos que criaram quando congelaram o ICMS e deixaram estados sem verba pra saúde e transporte. Querem gasolina barata, mas não lembram do apagão fiscal que causaram.
Eduardo C.
24/04/2026
Mais uma vez o Confaz mexendo na base de cálculo e ninguém explica direito o impacto real no bolso. Quero ver números: qual é a variação percentual média por estado? Sem isso, é impossível avaliar se é ajuste técnico ou aumento disfarçado.
Fernando O.
24/04/2026
Essas atualizações do Confaz são importantes pra gente entender o impacto real nos preços, mas o pessoal prefere gritar “culpa do governo” sem olhar os números. O ICMS é só uma parte da conta, e varia conforme o preço médio. Antes de surtar, vale conferir quanto realmente muda na bomba.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Lá vem mais aumento disfarçado de “atualização técnica”. O governo e seus burocratas adoram meter a mão no bolso de quem trabalha. Enquanto isso, o produtor rural continua pagando caro pra levar comida até a cidade. Depois reclamam que o país não anda.
Jeferson da Silva
24/04/2026
Enquanto o povo rala pra encher o tanque e chegar no batente, os governos e empresas jogam a conta nas nossas costas. No chão de fábrica, a gente vê quem realmente paga por esses aumentos: o trabalhador que depende do carro pra viver. Falta é vontade política pra mexer nos lucros das petrolíferas, não no bolso do povo.
Renato Professor
24/04/2026
A extrema-direita adora gritar contra o ICMS como se fosse invenção de comunista, mas não entende o básico: trata-se de um imposto estadual que financia saúde, educação e segurança. A economia solidária, que eles desprezam, sabe bem que preço justo e arrecadação equilibrada caminham juntos. Ignorar isso é escolher a ignorância fiscal como bandeira.
Silvia D.
24/04/2026
Mais uma vez, o impacto recai sobre o bolso do cidadão comum. Enquanto discutem tabelas e índices, o que realmente precisamos é de políticas que garantam transporte acessível e sustentável, sem penalizar quem depende do carro para trabalhar.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Ih lá vem aumento de novo! 😡 Já tô vendo o povo indo pra igreja de bicicleta, misericórdia! 🚲🙏🇧🇷
Rubens O Pescador
24/04/2026
Ô Lurdinha, lembra quando a gasolina cabia no bolso e o povo fazia churrasco no fim de semana? Era na época que o PT segurava o preço e o povo comia carne, não pedalava por falta de opção.
Karina Libertária
24/04/2026
Gente, é impressionante como no Brasil tudo gira em torno de imposto! Aqui em Miami eu pago gasolina barata e de qualidade, sem esse drama todo. Se o pessoal aí aprendesse a investir e planejar melhor, não dependeria tanto de governo e ICMS. Wake up, pessoal!
Luciana
24/04/2026
Enquanto isso, o povo segue fazendo conta pra ver se dá pra encher o tanque ou se vai de ônibus. Essas tabelas do Confaz não enchem o carro de ninguém, só aumentam o preço do frete e o valor do gás. O governo devia olhar mais pra realidade de quem rala todo dia.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Mais imposto em cima do povo trabalhador, é isso que esses comunistas sabem fazer! Enquanto isso, o governo gasta rios de dinheiro com mordomia e empurra a conta pra quem tá na ponta. Selva!
Alice T.
24/04/2026
Sgt Bruno, engraçado chamar de “comunismo” um imposto estadual criado lá atrás na era neoliberal, né? O ICMS é o mesmo que os governos de direita sempre usaram — só muda o discurso quando é pra culpar o pobre e blindar os bilionários.
Pedro
24/04/2026
Mais uma vez mexem na tabela e quem sente no bolso é a gente que vive na rua. A gasolina já tá nas alturas e o ICMS vem pra dar aquela martelada final. No fim do dia, o lucro da corrida vai tudo pro tanque e pro imposto.
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Lá vem mais uma mudança no preço de referência… No fim das contas, quem sente é sempre o consumidor na bomba. O problema não é o imposto em si, mas a falta de transparência e de gestão eficiente. Se o governo e os estados fossem mais claros sobre pra onde vai esse dinheiro, a gente até aceitava melhor.
Rick Ancap
24/04/2026
ICMS é só mais um nome bonito pra roubo estatal disfarçado, simples assim.
Mariana Ambiental
24/04/2026
Rick, curioso como o “roubo estatal” financia estrada, hospital e escola que o mercado nunca quis bancar, né? Sem ICMS, até o posto onde você abastece dependeria de pedágio privado pra existir.
Evelyn Olavo
24/04/2026
Mais uma vez o Confaz mexendo na base do ICMS e o consumidor que lute. A cada nova tabela, vem aquele suspense no posto: será que vai subir de novo? Parece que o preço do combustível virou termômetro de humor nacional.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Mais um aumento disfarçado de “atualização técnica”. É o governo metendo a mão no bolso do povo pra sustentar a farra do Estado. Depois reclamam quando o país vira uma nova Venezuela. ICMS é só mais um nome bonito pra roubo institucionalizado.
Augusto Silva
24/04/2026
Calma, Zé Trovãozinho, o ICMS não é invenção do Lula nem truque de mágica — é o principal imposto estadual desde a Constituição de 1988. Sem ele, não tem hospital, escola nem estrada. Quer um Estado eficiente? Então cobre gestão, não milagre fiscal.
Clarice Historiadora
24/04/2026
Zé, antes de repetir o mantra da “nova Venezuela”, vale lembrar que o ICMS é cobrado pelos estados, inclusive os governados pelos seus ídolos liberais. A “mão no bolso” é velha conhecida da federação — o problema é quem finge que descobriu isso ontem.
Francisco de Assis
24/04/2026
Ô Zé, tu tá repetindo meme de zap, meu irmão. O ICMS é repartido entre estados e municípios, serve pra manter hospital, escola e estrada funcionando. Sem soberania fiscal, a gente vira colônia — e disso o Brasil já tá se libertando faz tempo.
Zizi
24/04/2026
Ô, Zé Trovãozinho, meu filho, antes de sair repetindo esses bordões de WhatsApp, vale a pena entender o que é o tal do Confaz e o que significa essa atualização. O Conselho Nacional de Política Fazendária é formado por secretários de Fazenda dos estados — inclusive de governos de direita, viu? — e o que eles fazem é ajustar periodicamente o preço médio ponderado dos combustíveis, que serve de base para calcular o ICMS. Não é o governo federal “metendo a mão”, é uma medida técnica para manter a arrecadação estável diante das variações de mercado. Se a gasolina sobe ou desce, o Estado precisa atualizar a base para não perder receita — receita essa que paga professor, médico, policial, estrada, hospital. Agora, chamar isso de “roubo institucionalizado” é de uma ignorância que dói. O ICMS é um imposto constitucional, aprovado por representantes eleitos e que sustenta os serviços públicos que você usa todos os dias, mesmo sem perceber. Quando o sujeito chama imposto de roubo, está dizendo, na prática, que não quer Estado — mas depois é o primeiro a gritar quando falta escola, vacina ou segurança. Essa conversa de “nova Venezuela” é o espantalho preferido dos meninos mal-educados do liberalismo de internet, que nunca abriram um livro de história para entender o que é soberania energética e política fiscal. Lula, ao contrário do que vocês repetem, não inventou o ICMS, nem controla o Confaz com uma varinha mágica. O que o governo tenta fazer é equilibrar as contas sem desmontar o Estado, como fizeram os liberais que venderam o país a preço de banana. Então, antes de culpar o “Estado ladrão”, olhe para os dados e perceba que o verdadeiro roubo foi o congelamento de investimentos sociais e a entrega do patrimônio público. O ICMS é o que mantém o país de pé — o resto é conversa de quem prefere viver em bolha ideológica, reclamando do imposto enquanto abastece o carro com gasolina subsidiada por políticas que só existem porque o Estado ainda resiste.