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Cuba denuncia novas sanções dos EUA como agressão econômica despiadada

0 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Cuba denuncia novas sanções dos EUA como agressão econômica despiadada. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O governo de Cuba manifestou forte repúdio às novas sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos, classificando as medidas como uma agressão econômica despiadada. As ações anunciadas pelo Departamento do Tesouro dos EUA incluem a inclusão […]

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Ilustração editorial sobre Cuba denuncia novas sanções dos EUA como agressão econômica despiadada. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O governo de Cuba manifestou forte repúdio às novas sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos, classificando as medidas como uma agressão econômica despiadada.

As ações anunciadas pelo Departamento do Tesouro dos EUA incluem a inclusão do Grupo de Administração Empresarial S.A. (Gaesa) e da Moa Nickel S.A. (MNSA) na Lista de Nacionais Especialmente Designados. A decisão amplia o embargo econômico que dura mais de seis décadas contra a ilha.

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, afirmou que as ações visam intensificar o isolamento econômico e financeiro do país. O chanceler denunciou que as sanções buscam render a população cubana por fome e desespero.

As novas restrições agravam um cenário já crítico, agudizado por limitações anteriores nas exportações de combustível. Rodríguez Parrilla alertou para o objetivo de provocar uma crise social e política no país.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, justificou as sanções como forma de proteger a segurança nacional americana. Rubio alegou a necessidade de restringir o acesso do governo cubano a recursos que classificou como ilícitos.

Havana rebateu as alegações e acusou Washington de promover uma política de castigo coletivo contra o povo cubano. As medidas podem impactar empresas e bancos estrangeiros que mantêm relações comerciais com a ilha.

Desde que o presidente Donald Trump declarou uma emergência nacional alegando ameaças à segurança dos Estados Unidos, as tensões entre os dois países escalaram. O governo cubano considera que essas acusações carecem de qualquer fundamento real.

Para Havana, a política de bloqueio econômico viola os direitos humanos e o direito internacional. A economia cubana, já fragilizada por décadas de embargo e pelos efeitos da pandemia de COVID-19, sofre impactos adicionais com as novas medidas.

Cuba reafirma sua soberania e determinação para resistir às pressões externas vindas de Washington. O país continua buscando alternativas para superar as restrições impostas pelas sucessivas administrações norte-americanas, conforme aponta a teleSUR.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Parlamento cubano condena duramente ordem executiva dos EUA


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