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Inflação do frango em pedaços desacelera, mas acumulado em 12 meses preocupa

0 Comentários🗣️🔥 O preço do frango em pedaços registrou leve alta de 0,04% em março, conforme dados divulgados pelo IBGE. Esse aumento interrompe a queda observada em fevereiro, quando o produto sofreu uma deflação de 0,19%, sinalizando um retorno de pressão sobre os custos alimentares. Na comparação com março de 2025, a inflação mensal do […]

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O preço do frango em pedaços registrou leve alta de 0,04% em março, conforme dados divulgados pelo IBGE. Esse aumento interrompe a queda observada em fevereiro, quando o produto sofreu uma deflação de 0,19%, sinalizando um retorno de pressão sobre os custos alimentares.

Na comparação com março de 2025, a inflação mensal do frango em pedaços desacelerou de forma significativa. Há um ano, o índice era de 1,01%, bem acima do ritmo atual. Essa redução pode indicar um alívio para o consumidor no curto prazo.

No acumulado dos últimos 12 meses, o frango em pedaços apresenta alta de 0,83%. Embora o número ainda seja positivo, ele representa uma desaceleração expressiva em relação ao acumulado de fevereiro, que estava em 1,81%. Isso reflete um arrefecimento nos reajustes ao longo do último ano.

Quando comparado ao acumulado de 12 meses encerrado em março de 2025, o recuo é ainda mais evidente. Naquele período, o índice acumulado era de 10,85%, mostrando como os preços, embora ainda em alta, estão subindo em um ritmo muito menor em 2026.

O cenário atual, no entanto, não está isento de incertezas. A possível sobretaxa chinesa sobre carnes processadas, conforme publicado pelo Canal Rural, pode impactar o mercado de proteína animal como um todo, incluindo o frango. Em paralelo, o consumidor brasileiro enfrenta o desafio de ajustar as compras, como destaca o Bem Paraná, dada a inflação que afeta o custo da alimentação.

Embora a desaceleração no acumulado de 12 meses traga certo alívio, o impacto no bolso do consumidor ainda é significativo. A volatilidade do setor e os desdobramentos internacionais podem continuar pressionando os preços, exigindo atenção redobrada tanto do mercado quanto das famílias brasileiras.


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