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Especialista em sexualidade destaca importância do consentimento ativo

0 Comentários🗣️🔥 Silhueta de um casal se beijando em um ambiente doméstico. (Foto: metropoles.com) A psicóloga e sexóloga Ana Paula Nascimento enfatiza a relevância do consentimento ativo nas relações íntimas. Segundo a especialista, o consentimento vai além da simples ausência de um ‘não’, exigindo uma manifestação clara e entusiástica de desejo por parte de ambos […]

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Silhueta de um casal se beijando em um ambiente doméstico. (Foto: metropoles.com)

A psicóloga e sexóloga Ana Paula Nascimento enfatiza a relevância do consentimento ativo nas relações íntimas. Segundo a especialista, o consentimento vai além da simples ausência de um ‘não’, exigindo uma manifestação clara e entusiástica de desejo por parte de ambos os envolvidos. Essa abordagem promove uma comunicação aberta e garante que as interações ocorram de maneira saudável e segura.

O consentimento entusiasmado difere do consentimento simples, que pode indicar indiferença ou falta de objeção. Ana Paula Nascimento explica que o consentimento entusiasmado requer aceitação ativa e expressiva, com a pessoa se sentindo positiva e animada em relação à interação. Para identificar sinais de conforto e interesse, a especialista aponta para a importância de observar tanto sinais verbais quanto não verbais, como comentários positivos, contato visual e postura relaxada.

Entretanto, a comunicação aberta enfrenta barreiras, como pressão social e medo de rejeição, que dificultam a expressão de vontades. A falta de educação sexual adequada e normas culturais que desencorajam o diálogo aberto também são fatores que contribuem para essa dificuldade. Identificar quando alguém concorda por pressão é fundamental para a proteção mútua, e sinais de desconforto, como evasão de contato visual e respostas hesitantes, devem ser observados.

Para Ana Paula Nascimento, criar uma comunicação mais aberta sobre desejos e limites é possível com estratégias práticas. Ela sugere conversas abertas para discutir desejos e limites fora do contexto sexual, uso de ‘check-ins’ para verificar o conforto do parceiro durante a interação íntima, e educação mútua sobre consentimento e práticas saudáveis. O respeito e a empatia são essenciais para promover um ambiente de confiança, conforme destacado pela especialista ao portal Metrópoles.


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