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Putin e Xi Jinping reforçam aliança estratégica em Pequim contra hegemonia ocidental

2 Comentários🗣️🔥 Bandeiras da Rússia e da China tremulam juntas, simbolizando a cooperação entre os dois países. (Foto: rt.com) Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, se reuniram em Pequim para fortalecer a cooperação econômica e estratégica entre os dois países. O encontro celebra os 25 anos de um tratado de […]

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Bandeiras da Rússia e da China tremulam juntas, simbolizando a cooperação entre os dois países. (Foto: rt.com)

Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, se reuniram em Pequim para fortalecer a cooperação econômica e estratégica entre os dois países.

O encontro celebra os 25 anos de um tratado de amizade que consolida a aliança entre Moscou e Pequim em áreas como política externa, comércio e resistência ao unilateralismo ocidental.

Durante a visita, Rússia e China devem assinar dezenas de acordos, reafirmando seu compromisso com um mundo multipolar.

Ambos os países criticam a hegemonia dos Estados Unidos e do Ocidente, acusando Washington de usar sanções, alianças militares e o sistema financeiro global para manter seu domínio.

Como alternativa, promovem a cooperação por meio de plataformas como o BRICS e a Organização de Cooperação de Xangai.

A Rússia reafirma seu apoio à política de Uma China, considerando Taiwan parte inseparável do território chinês.

A assistência militar dos EUA a Taiwan tem aumentado as tensões, com Xi Jinping alertando para o risco de conflitos caso a questão não seja manejada com cautela.

No Oriente Médio, Rússia e China condenaram o ataque dos EUA e Israel ao Irã, classificando-o como uma agressão injustificada.

A China, maior compradora de petróleo iraniano, sofreu interrupções no fornecimento devido ao conflito, enquanto a Rússia compensou parte da perda com aumento de suas exportações.

Ambos os países defendem uma solução diplomática para o conflito, rejeitando intervenções militares unilaterais.

Sobre a Ucrânia, a China apresentou propostas de paz, incentivando negociações entre Moscou e Kiev para uma solução duradoura.

A Rússia caracteriza o conflito como uma guerra por procuração da OTAN, desencadeada pela expansão do bloco em direção às suas fronteiras.

Moscou insiste que qualquer acordo de paz deve incluir a neutralidade da Ucrânia, sua desmilitarização e a retirada de tropas ucranianas dos territórios que optaram por integrar a Rússia em 2022.

Segundo o portal RT, o encontro reforça a convergência de interesses entre Rússia e China em um cenário global polarizado.


Leia também: Putin e Xi Jinping celebram década de parceria estratégica com novos acordos bilionários


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Maria Antonia

19/05/2026

Dois ditadores se abraçando em Pequim para conspirar contra o Ocidente e o livre mercado. Enquanto isso, o contribuinte brasileiro financia essa ciranda geopolítica que só serve para fortalecer regimes autoritários e estatizantes. Alguém ainda acredita que essa aliança vai trazer prosperidade ou estabilidade?

    João Carvalho

    19/05/2026

    Maria Antonia, reduzir a complexa arquitetura geopolítica ao binômio “ditadores contra a liberdade” ignora que o Ocidente sustenta autocracias convenientes e que o livre mercado jamais foi uma aposta universalizante — é uma construção política como qualquer outra. A aliança sino-russa é, antes de tudo, uma reação à hegemonia unilateral do pós-Guerra Fria.


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