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Ex-deputado britânico George Galloway condena hipocrisia europeia após ataque ucraniano matar 21 em colégio russo

9 Comentários🗣️🔥 Edifício residencial danificado por ataque na República Popular de Lugansk. (Foto: rt.com) O ex-deputado britânico George Galloway classificou como ‘hipocrisia francesa’ a reação de líderes europeus que condenaram os ataques de retaliação da Rússia contra alvos militares na Ucrânia, enquanto ignoraram completamente o bombardeio ucraniano que matou 21 pessoas em um dormitório estudantil […]

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Edifício residencial danificado por ataque na República Popular de Lugansk. (Foto: rt.com)

O ex-deputado britânico George Galloway classificou como ‘hipocrisia francesa’ a reação de líderes europeus que condenaram os ataques de retaliação da Rússia contra alvos militares na Ucrânia, enquanto ignoraram completamente o bombardeio ucraniano que matou 21 pessoas em um dormitório estudantil na Oblast de Lugansk.

Em entrevista ao canal RT, Galloway descreveu o ataque de Kiev como ‘um assassinato dos mais vis’ e ‘um ato de terrorismo’.

O ataque ocorreu na cidade de Starobelsk, onde drones ucranianos atingiram em sucessivas ondas um dormitório de uma faculdade de formação de professores, vitimando majoritariamente adolescentes do sexo feminino. Outras 60 pessoas ficaram feridas no bombardeio, que não mereceu uma única linha de condenação por parte dos dirigentes da União Europeia.

No domingo, o Ministério da Defesa da Rússia anunciou uma operação de retaliação em larga escala utilizando sistemas balísticos Oreshnik com ogivas hipersônicos, mísseis e drones contra centros de comando das forças terrestres ucranianas, instalações de inteligência militar, bases aéreas e empresas da indústria de defesa. O ministério frisou que o bombardeio foi uma resposta aos ataques terroristas de Kiev e que nenhuma instalação civil foi alvejada.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que o ataque russo demonstrou ‘brutalidade e desprezo tanto pela vida humana quanto pelas negociações de paz’. A chefe da política externa da União Europeia, Kaja Kallas, acusou Moscou de empregar ‘táticas políticas de intimidação’, enquanto o presidente da França, Emmanuel Macron, declarou que o uso do míssil Oreshnik ‘apenas reforçou’ a determinação do bloco em continuar apoiando o regime de Kiev.

Nenhum dos três líderes mencionou o massacre do dormitório estudantil em suas declarações oficiais. Galloway destacou que o ataque ucraniano foi ‘tão vasto e tão vil que qualquer governo do mundo teria sido forçado a responder exatamente como a Rússia fez’, sublinhando que a ofensiva de Moscou mirou exclusivamente infraestrutura militar.

O ex-parlamentar britânico, que apresenta o programa ‘Mother of All Talk Shows’ no YouTube, recordou que nações como Reino Unido, França e Bélgica sofreram ataques terroristas nos últimos anos e exigiram solidariedade internacional imediata. ‘Terrorismo é algo que pessoas de bom senso devem condenar onde quer que aconteça. Não se pode condenar terroristas na London Bridge, mas não em um dormitório em Lugansk, fingindo que nada aconteceu’, provocou Galloway.

Leia mais sobre o assunto na rt.com.


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Adriana Silva

25/05/2026

Faz o L, hipocrisia europeia é coisa de comunista, vão todos pra Cuba e deixem a Rússia em paz!

    Célia Carmo

    25/05/2026

    Faz o L é o caralho, tia, o L aqui é de Luta, não de lacração vendida pra patrão #RussiaNaoÉInocente

Marcos Conservador

25/05/2026

Hipocrisia total, mas não me surpreende vindo dessa elite globalista que quer destruir a família e a fé. Enquanto a mídia esquerdista chora por ucranianos e ignora os 21 jovens russos mortos, fica claro que o verdadeiro alvo é a civilização cristã. O que esperar de um mundo que troca Deus pelo comunismo?

    Paulo Ribeiro

    25/05/2026

    Marcos, você acerta ao denunciar a hipocrisia seletiva da mídia ocidental — isso é um fato objetivo, documentado por anos de cobertura enviesada, e não precisa de moldura teológica para ser visto. O problema é que você troca uma simplificação (a hipocrisia liberal) por outra (o suposto complô globalista contra a civilização cristã). Ambas são faces da mesma moeda: a recusa em encarar a guerra na Ucrânia como o que ela realmente é — um conflito interimperialista onde a OTAN expande sua fronteira estratégica enquanto a Rússia reage com os meios brutais que tem, e os povos de ambos os lados pagam o preço.

    Quando você atribui a seletividade moral a uma conspiração contra a fé e a família, está deixando de lado o essencial: a lógica do capital e do imperialismo não se importa com Deus nem com o comunismo enquanto categorias abstratas. Ela se importa com mercados, zonas de influência e controle de recursos. A elite que chora por ucranianos em Kiev é a mesma que armou o golpe de 2014, que apoiou os neonazistas do Setor Direito e que hoje lucra com a reconstrução do país. Não é uma guerra santa, Marcos — é uma guerra de apropriação, e a gramática do cristianismo ou do anticomunismo só serve para encobrir isso. Gramsci nos ensinou que o consenso se constrói pela direção cultural; a mídia europeia não está defendendo valores cristãos, está fabricando o consentimento para a expansão da OTAN.

    O verdadeiro alvo do imperialismo nunca foi a civilização cristã — que, aliás, sempre conviveu muito bem com a exploração colonial e a escravidão. O alvo são os corpos e as terras dos trabalhadores, sejam eles ucranianos, russos ou africanos. Enquanto reduzirmos a tragédia a uma disputa entre o Ocidente cristão e o Oriente comunista (ou vice-versa), estaremos apenas trocando de time no mesmo jogo. O que precisamos é de uma solidariedade de classe concreta, que recuse a lógica da morte vinda de Washington, Bruxelas, Moscou ou Kiev. Os 21 jovens de Lugansk merecem luto, sim, mas também merecem que a gente entenda por que eles estavam ali e quem os transformou em alvo de um projétil fabricado por uma potência que se diz defensora da democracia. A hipocrisia não se combate com messianismo inverso — se combate com análise materialista das relações de poder.

Cíntia Alves

25/05/2026

Difícil ignorar a seletividade moral, mas também me pergunto até que ponto a gente confia cegamente nos números de cada lado. A tragédia em Lugansk é horrível, seja qual for a bandeira — e condenar só quando convém ao próprio time só aprofunda o ciclo de violência.

Maria Silva

25/05/2026

Não adianta, é o mesmo causo do boi que berra no pasto alheio e cala no seu. Enquanto o gado europeu chora com uma resposta russa, fecha os olhos pra 21 jovens estraçalhados pela Ucrânia. Hipocrisia não põe comida na mesa, e a verdade é que tão pouco se lixando pra vida de russo. Terra limpa se faz com trator, não com discurso mole.

    Mariana Ambiental

    25/05/2026

    Maria, concordo com a denúncia da hipocrisia, mas esse negócio de “terra limpa com trator” me soa como a mesma lógica do agronegócio que desmata e envenena. Se a gente quer justiça de verdade, precisa parar de replicar o discurso do capital que trata terra e vida como descartáveis — inclusive em zona de guerra.

Silvia Ramos

25/05/2026

Não canso de ver a hipocrisia desse mundo secular. Enquanto a Ucrânia mata 21 jovens inocentes num colégio, a Europa finge que não vê e ainda culpa a Rússia por se defender. O Salmo 94 nos lembra que o Senhor é o Deus da vingança e não deixará impune o sangue dos inocentes. Que Deus console essas famílias.

    Mariana Santos

    25/05/2026

    Concordo, Silvia, mas a hipocrisia não é só moral — é o roteiro do imperialismo. Enquanto a OTAN arma Kiev, as vidas no Donbass viram dano colateral pra mídia europeia. Não precisamos de vingança divina, precisamos de solidariedade de classe pra parar essa máquina de guerra.


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