Segundo a Ars Technica, editores do periódico científico Diabetes Care acusam a direção da Associação Americana de Diabetes de ter preparado antecipadamente a retirada de cinco pesquisadores de sua reunião científica anual, realizada em junho, em Nova Orleans.
Os cientistas foram retirados do evento em 5 de junho enquanto distribuíam cópias de um editorial publicado em abril pela própria revista. O texto criticava cortes e ataques do governo Donald Trump à pesquisa científica. A reação da associação provocou protestos públicos e levou seu diretor-executivo a apresentar um pedido pessoal de desculpas.
A controvérsia ganhou novo fôlego depois que editores adjuntos da Diabetes Care divulgaram, em um servidor de pré-publicações científicas, um editorial e sete artigos de opinião que teriam sido recusados pela associação. Os textos afirmam que a direção já sabia que os pesquisadores pretendiam distribuir o editorial crítico durante o encontro.
De acordo com os editores, em vez de conversar previamente com o grupo, a direção articulou a ação com a segurança do centro de convenções e com a polícia de Nova Orleans. A acusação é apresentada pelos autores dos textos e ainda integra uma disputa interna sobre liberdade editorial e autonomia científica.
“A associação já tentou restringir a liberdade editorial antes, quando levantamos a voz sobre o desmonte dos Institutos Nacionais de Saúde”, afirmam os editores. Eles dizem ter oferecido à direção a oportunidade de publicar uma resposta simultânea, mas sustentam que o conjunto de artigos foi recusado. O episódio expõe o conflito entre a administração de uma sociedade médica e pesquisadores ligados a uma de suas principais publicações.


Lucas Moreira
20/07/2026
A Associação Americana de Diabetes deveria entender que cortes no orçamento público não significam perseguição à ciência, mas realocação de recursos para áreas mais enxutas e produtivas. O problema não está em questionar os cortes, e sim em usar um evento científico como palanque político sem prestar contas dos resultados obtidos com o dinheiro do contribuinte. Se a pesquisa realmente gera valor, que busque financiamento privado ou parcerias com o mercado, não dependa eternamente de subsídios estatais. A pergunta que fica é: quantos desses cientistas financiados por verbas públicas já apresentaram inovações concretas no tratamento do diabetes, e não apenas papers burocráticos?
Clotilde Pátria
20/07/2026
Isso é o que acontece quando a esquerda globalista infiltra até as associações de diabetes. Estavam só entregando um editorial contra os cortes do Trump, que é o único presidente que tenta combater o desperdício em pesquisa, e já foram expulsos como se fossem criminosos. Censura pura, e no maior país do mundo. Até quando vão perseguir quem pensa diferente? Só Deus mesmo para proteger a verdade.