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Dois pesos e duas medidas

Por Miguel do Rosário

25 de julho de 2014 : 12h26

Israel mata centenas de civis palestinos, bombardeia hospitais, nem a escola da ONU escapa. O que a Europa faz?

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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10 comentários

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Takarracha

05 de agosto de 2014 às 09h46

O termo correto é : “um peso, duas medidas”. Do ponto de vista lógico, se há dois pesos, óbvio que haverão duas medidas. Quando se quer demonstrar uma incoerência, o correto é afirmar que se utiliza duas medias para o mesmo peso, então, corrija: um peso, duas medidas.
O fato é que a sentença não se aplica à comparação entre o que ocorre na Ucrânia e a situação entre Israel e Hamas.
Primeiro, a crise na Ucrânia é fomentada por Putin, deliberadamente, quando incetiva separatistas a seccionar o país, por mero esbirro autoritário.
Segundo, o Oriente Médio o excesso de Israel que faz vítimas inocentes na Palestina decorre da covardia do Hamas, que se esconde entre mulheres e crianças, para lançar ataques a Israel, tendo como alvos, inocentes civis, mulheres e crianças também. Até este momento, O Hamas já lançou mais 2.500 mísseis, que só não fizeram mais vítimas por causa do sistema de defesa israelense.
Preciso ser muito novo, inocente ou uma pessoa imbuída de muita má fé para comparar as duas situações.

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Maria Regina Arruda

27 de julho de 2014 às 04h28

mostra a cara marcus rogeres. se vc gosta de falar besteiras, assume !

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    jane

    27 de julho de 2014 às 10h21

    Qual tua opinião sobre o que está acontecendo na Siria w Afeganistão, por exemplo? E os cristãos que foram queimados vivos? Deveria a Europa e o Brasil se envolver diplomaticamente tb?

    Responder

Marcus Rogeres

26 de julho de 2014 às 00h03

Tem que bombardear esses terroristas…e a diplomacia anã tem mais e que ficar calada bando de trouxas

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Orlando Fonseca

25 de julho de 2014 às 22h04

Aplicam novas sanções à Rússia com base em hipóteses. Enquanto isso, o Governo de Israel prática um genocídio contra o povo Palestino e eles não falam nada.

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Maria Alice

25 de julho de 2014 às 20h42

Acabo de ler que tem mercenários de mais de 40 países incluindo da direita cristã européia, no exército da ocupação, ajudando no massacre de palestinos.

“Geneva – The Euro-Mid Observer for Human Rights revealed that hundreds of Europeans have volunteered for military service in the ranks of the IDF (Israel Defense Forces), whereas tens of recruited Europeans have participated in the killing of Palestinian civilians, especially in the Gaza Strip.

“According to a comprehensive report the Euro-Mid Observer is working on; a number of organizations directly related to Jewish and Christian rightist groups in Europe have organized projects and campaigns in Europe to call on Europeans to join and support the Israeli army in the Occupied Palestinian Territories, in violation of International Law. Additionally, Europeans have taken part of military operations in the West Bank, including the protection of settlers’ attacks against Palestinians.

The report stated that London-based Mahal for instance has programs for young Jews (Israelis and non-Israelis) from all over the world who want to volunteer with the IDF (Israel Defense Forces). Mahal has been recruiting European youths for decades to fight in the ranks of the Israeli army.

The report, to be published later by the Euro-Mid Observer, stated that the organization is targeting youth groups, males under the age of 24 and females under 21, through instructive programs that extend for 18 months.

According to IDF Mahal and the other IDF programs, they are gates for the simplified enlistment of non-Israelis and overseas Israelis. Their actual IDF service is shoulder to shoulder with regular Israeli soldiers, even if the minimum service time is usually shorter than the regular IDF paths. IDF Mahal’s programs aim to contribute to Israel’s defense and to provide experienced and enthusiastic young leaders for Jewish communities.

Thousands of volunteers from about 40 countries, mostly from Europe, have joined the Israeli army, with no accountability or investigation from their European country of origin.

The Euro-Mid Observer for Human Rights accounts that the IDF aims at increasing the influx of voluntary soldiers from overseas. It recently charged Friends of the IDF with expanding its partnership with Nefesh B’Nefesh, an Israeli organization that assists Jews in immigrating to Israel.” http://www.euromid.org/en/article/469

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    Takarracha

    05 de agosto de 2014 às 09h49

    Eu morro de rir do inglês petista: agora, voluntário virou “mercenário”.

    “The Euro-Mid Observer for Human Rights revealed that hundreds of Europeans have volunteered for military service in the ranks of the IDF”

    Como a pessoa não tem vergonha de escrever uma jumentice dessas?

    Responder

Maria Alice

25 de julho de 2014 às 20h42

Acabo de ler que tem mercenários de mais de 40 países incluindo da direita cristã européia, no exército da ocupação, ajudando no massacre de palestinos.

“Geneva – The Euro-Mid Observer for Human Rights revealed that hundreds of Europeans have volunteered for military service in the ranks of the IDF (Israel Defense Forces), whereas tens of recruited Europeans have participated in the killing of Palestinian civilians, especially in the Gaza Strip.

“According to a comprehensive report the Euro-Mid Observer is working on; a number of organizations directly related to Jewish and Christian rightist groups in Europe have organized projects and campaigns in Europe to call on Europeans to join and support the Israeli army in the Occupied Palestinian Territories, in violation of International Law. Additionally, Europeans have taken part of military operations in the West Bank, including the protection of settlers’ attacks against Palestinians.

The report stated that London-based Mahal for instance has programs for young Jews (Israelis and non-Israelis) from all over the world who want to volunteer with the IDF (Israel Defense Forces). Mahal has been recruiting European youths for decades to fight in the ranks of the Israeli army.

The report, to be published later by the Euro-Mid Observer, stated that the organization is targeting youth groups, males under the age of 24 and females under 21, through instructive programs that extend for 18 months.

According to IDF Mahal and the other IDF programs, they are gates for the simplified enlistment of non-Israelis and overseas Israelis. Their actual IDF service is shoulder to shoulder with regular Israeli soldiers, even if the minimum service time is usually shorter than the regular IDF paths. IDF Mahal’s programs aim to contribute to Israel’s defense and to provide experienced and enthusiastic young leaders for Jewish communities.

Thousands of volunteers from about 40 countries, mostly from Europe, have joined the Israeli army, with no accountability or investigation from their European country of origin.

The Euro-Mid Observer for Human Rights accounts that the IDF aims at increasing the influx of voluntary soldiers from overseas. It recently charged Friends of the IDF with expanding its partnership with Nefesh B’Nefesh, an Israeli organization that assists Jews in immigrating to Israel.” http://www.euromid.org/en/article/469

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    Takarracha

    05 de agosto de 2014 às 09h50

    Eu morro de rir do inglês petista: agora, voluntário virou “mercenário”. “The Euro-Mid Observer for Human Rights revealed that hundreds of Europeans have volunteered for military service in the ranks of the IDF” Como a pessoa não tem vergonha de escrever uma jumentice dessas?

    Responder

Tiago Borges Dos Santos

25 de julho de 2014 às 20h38

Alguns países europeus tem o rabo preso com os EUA desde a 2ª guerra, são como cachorrinhos na corda, se o Obama manda latir eles latem, se manda abanar o rabinho eles abanam, lamentavel que seja assim mas é o que se percebe.

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