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A estranha mudança de Janot após voltar de viagem aos EUA

Por Miguel do Rosário

23 de setembro de 2017 : 11h18

Sempre encasquetei com o argumento que Janot usou, diante de um Eugênio Aragão perplexo com os desdobramentos autodestrutivos da Lava Jato.

Para justificar a estratégia de apocalipse e caos adotada pela Procuradoria Geral da República, disposta a destruir as maiores empresas nacionais em nome de um suspeitíssimo e partidário “combate à corrupção”, Janot explicou a Aragão (segundo relato deste) que “a Lava Jato é muito maior que nós”.

O que pode ser maior que a Procuradoria Geral da República, que, no Brasil, é certamente o órgão mais poderoso do país?

O procurador-geral, na terra do sabiá, é um ser virtualmente inatingível. Não há, constitucionalmente, ninguém que possa acusá-lo, investigá-lo, puni-lo.

O que pode, então, inspirar medo num procurador-geral da república?

Depois que Janot passou, há poucas semanas, pelo Wilson Center, think tank da CIA, onde deitou falação sobre processos em curso e detonou a classe política nacional, não tenho mais dúvida de que a frase de Janot para Aragão significava o que já estava à vista de todos, desde que ele, Janot, tinha passado a frequentar reuniões a portas fechadas com autoridades do Departamento de Estado e Departamento de Justiça do governo dos Estados Unidos: que a Lava Jato vinha sendo, cada vez mais, controlada pelo governo americano.

Em seu último artigo, Aragão volta a comentar sobre a mudança de comportamento de Janot: após voltar de uma viagem aos EUA, o procurador-geral desistiu de defender as indústrias brasileiras e aceitou entrar no jogo de destruição da Lava Jato.

“A Lava Jato é muito maior que nós”, disse Janot a Aragão.

Janot é muito pior do que um corrupto.

Um corrupto, a gente prende, pega seu dinheiro e acabou.

Um entreguista, um traidor, se estiver em posição chave na república, causa um prejuízo muito maior do que um corrupto: ele entrega todas as riquezas do nosso país a uma potência estrangeira.

E assim fez Janot.

Depois de fazer o jogo do golpe, Janot correu para os EUA para fazer o jogo do império.

É um traidor e um entreguista.

E essa história das delações dos irmãos Batista, também não me engana.

Os Batista eram a cabeça do maior império de carne do mundo. Um império de capital nacional.

Com a sua queda, e o subsequente desmantelamento da indústria brasileira de carne, a Lava Jato deu sequência a uma série de ataques ao empresariado nacional.

Um coxinha poderia rebater: não! a culpa é da corrupção.

Ninguém vai me convencer, porém, que Halliburton, Koch Industries, Shell, Chevron, Marathon, fundos como Black Rock, ou qualquer indústria norte-americana ou europeia, são um átimo mais honestas ou éticas do que as brasileiras.

Não são. A vantagem delas é que os seus respectivos governos e órgãos estatais são nacionalistas e prezam a soberania de seus países.

Aqui, por conta da intoxicação jogada na atmosfera pela Globo, as nossas instituições mais poderosas, mais bem pagas, mais estruturadas e organizadas, como são o Judiciário e o Ministério Público, cederam facilmente aos interesses imperialistas e jogaram o Brasil no caos.

A Lava Jato produziu um lucro extraordinário para o grande capital internacional, que agora está comprando o Brasil a preço de banana, sem contar a substituição da produção nacional de derivados de petróleo pela importação dos mesmos de refinarias norte-americanas, num processo de antidesenvolvimento só comparável ao assassinato de Delmiro Gouveia.

(Estou terminando minha matéria sobre “quem financiou o golpe”…)

***

Janot sai mesquinho, do mesmo modo que entrou

POR EUGÊNIO ARAGÃO, ex-ministro da Justiça

Quem leu a notívaga mensagem de despedida de Janot aos colegas pôde até se convencer de que ele nada tem a ver com o estado de caos que deixou no País, tal a força das palavras que usou, com a mesma prosódia de seu patético “Corrupção, Nãããão“, chororô com que se lançara na campanha de destruição da democracia no País.

Mas, em verdade, os “larápios egoístas e escroques ousados” estão no poder porque ele deixou. Talvez sua vaidade lhe ofuscou a vista. Pensar assim é menos grave que lhe apontar protagonismo no golpe de 2016. Foi, porém, sua omissão imprópria que permitiu a Temer e sua turma praticar o maior arrastão de que se tem notícia na história política do Brasil.

Vamos recapitular, Dr. Janot?

Para começar, o Sr. não foi escolhido PGR porque foi o primeiro da lista, mas porque prometeu acalmar o País, então sob forte comoção de uma ação midiática em torno da Ação Penal 470-DF, do STF, o chamado processo do “mensalão”. O Sr. criticava fortemente seus antecessores, por atuação que entendia politiqueira, a começar pelo caso de José Genoino, que, no seu próprio entender, tinha sido condenado por um jogo de conveniências, de forma injusta. O Sr. prometeu atuação mais discreta, equilibrada e com esforço de manter íntegras as instituições. O Sr. prometeu diálogo permanente com os atores políticos do Congresso e do governo. O Sr. prometeu desfazer injustiças cometidas pelo açodamento midiático do ministério público. Foi por isso que foi escolhido.

O Sr. sabe muito bem que a balança, na indicação, pendia mais forte para Ela Wiecko, pessoa com comprovado compromisso com as causas sociais e com severas restrições, abertamente expostas ao debate acadêmico, ao punitivismo moralista. O Sr. sabe que, até o dia em que foi formulado o convite a si, Ela Wiecko era candidata tão quanto ou mais forte que o Sr. Nada valia seu boquirroto primeiro lugar na lista e, sim, a palavra por mim empenhada aos interlocutores da Senhora Presidenta da República de que o seu era o melhor nome.

O que ninguém podia imaginar – e muito menos eu, que o conhecia há quase trinta anos e sempre o tive como parte de um projeto democrático de defesa do Estado de Direito – era que o Sr. estava praticando propaganda enganosa, com único fim de ser escolhido e colocar uma cerejinha no chantilly de seu currículo pífio. A vaidade é um sinal da fraqueza que acaba por contaminar qualquer propósito ético ou político. E o Sr. se revelou por quatro anos um fraco.

Mal instalado na cadeira de PGR, pede a prisão de José Genoino, quem sabia inocente e a quem prometera proteger, se o caso fosse, até o abrigando em sua casa. Mas não foi só isso. Revelou-se, em almoço festivo na sua casa, agastado, de público, com a repercussão midiática de minhas entrevistas como seu Vice-Procurador-Geral Eleitoral. Tinha medo de que lhe fizesse sombra. Não foi preciso. Sua mediocridade o colocou na sombra.

O que se deu a partir de março de 2014 é bem conhecido do País. Com o início da Operação “Lava Jato”, o Sr. ensaiou o contraponto. Tentou conversar e buscou preservar ativos de empresas em risco. A turma de Curitiba deu piti. Ameaçou o escândalo midiático com o Sr. no Centro. O Sr. foi dominado pela paúra, né? Enfrentar adversidades não parecia ser seu forte. Viajou para os Esteitis só com seus lambisgóias, vetando a participação da União e do executivo federal.

Uma extensa agenda de órgãos do governo americano o esperava. E o Sr. não queria aqueles a bordo, que teria que entregar. O governo brasileiro. Voltou de lá e já não queria papo sobre preservação de ativos: “Isso é muito maior do que nós!”, me advertiu. Nós quem, cara pálida? Só se o Sr. se vê tão pequeno, que não é capaz de lutar contra os que querem afundar a Pátria! Tamanho é relativo. Prefiro ser o Davi a enfrentar Golias.

Mas o Sr. não. Preferiu esconder sua fraqueza no moralismo tacanho que faz sucesso neste País dominado pela falta de ideias e de ideais. “Corrupção, Nãããão” – dããã! Faltava só o sorvete na testa. Como o impulso agora era seguir a manada no seu estouro contra as instituições, passou a fustigar a Presidenta que o nomeou no esforço de pacificação nacional. Traiu sua missão. Cruzou os braços diante do mais descarado processo de quebra da constitucionalidade, o impeachment sem crime. “Matéria interna corporis”. E o País que se dane. “Nu d’eis é bom. Nu meu não”, seu bordão pusilânime.

E quando Moro praticou o crime de vazar gravações ilícitas, o Sr. se calou. Mais adiante, prestes a ser votada a admissibilidade do impedimento no Senado, o Sr. mandou instaurar um inquérito contra a Presidenta por fato pífio e sem lastro probatório: a nomeação do colega Marcelo Navarro para o STJ, que, segundo Delcidio do Amaral, teria sido escolhido para abafar a responsabilidade da Odebrecht. Ora, ora. O Sr. devia saber da inverdade dessa falsa delação. O Sr., tanto quanto eu, conhecia bem Marcelo, pessoa corretíssima, de conduta ética irreprochável. Tanto que o Sr. pediu por ele. Pedir pela indicação então é republicano e atender o pedido é criminoso? Explique-me isso. Mas o motivo de instaurar o inquérito, calçado na palavra de um escroque, era útil para destituir Dilma Rousseff. E a partir daí veio o caos que nos transtorna até os dias de hoje.

O Sr., internamente, se cercou de uma corriola, de gente que o adulava interesseiramente e o tornava impermeável a outras opiniões. Vocês se mereceram, o Sr. e seu “grupo de colegas”, que excluíram os demais. A patotinha “neo-tuiuiú”, que foi o desastre de sua administração. Quase todos foram promovidos por “merecimento” em detrimento de muitos outros valiosos procuradores mais antigos. Preferiu a opinião dos verdes ativistas à dos maduros serenados. E se submeteu a essa opinião. Sei que o Sr. mal lia o que assinava. Deixava tudo para seu “Posto Ipiranga”, seu chefe de gabinete, resolver. E, geralmente, resolvia de forma conspirativa, vendo inimigos para todos os lados. A vaidade foi dando lugar à paranoia.

Mas, cá para nós, suas peças processuais eram de qualidade duvidosa. Teori Zavascki, de saudosa memória, já o notava. Seu “Posto Ipiranga”, pelo jeito, era tão pouco Ipiranga, quanto o Sr. era o homem público que prometera ser. Lembro-me de um mal escrito parecer que queria que eu assinasse em sua substituição, no habeas corpus impetrado por Marcelo Odebrecht. Abundavam os adjetivos, as frases feitas, as muletas de linguagem e os clichês. Liguei para o Sr., avisando que não subscreveria a pérola na forma em que estava redigida. Dei-lhe a opção: aguardar seu retorno, para o Sr. mesmo assinar ou refazer a peça. Comprometi-me, por lealdade, a não alterar a conclusão, mas não teria como assinar um parecer daquele jeito. O Sr. preferiu que eu corrigisse. E assim foi feito. Só com supressão de adjetivos e frases feitas o parecer perdeu quase metade de sua extensão.

Mas essa turminha de colegas foi bem remunerada para fazer sua corte. Dez diárias mensais ou auxílio moradia com função comissionada, com redução a 20% do volume de trabalho no ofício de lotação. Melhor do que isso só a vida do Moro, que tem exclusividade para os feitos da tal “Lava Jato” para poder passear mundo afora a fazer campanha de si mesmo. E ainda ganha diárias e honorários de conferencista. Para vocês, este País é uma piada. Para outros, a maioria, é exclusão e sofrimento.

Blasé. Rempli de soi même. É nisso que o Sr. se converteu. Um bufão que nada entende e nunca entendeu de direito penal a subscrever palpites que os outros redigiram para si. Mas a farmácia no gabinete ia muito bem, com uns bons goles para refrescar sua vaidade.

A melhor coisa, depois de tanta parvidade desastrosa para o País, depois de tanto amadorismo dourado em combate à corrupção, era o Sr. sair calado. Em boca fechada não entra mosca. Mas não, esqueceu-se que agora já não passa de um subprocurador da planície e, com o biquinho dos despeitados, não aceitou ser convidado, como todos, por meio eletrônico. Insistiu na majestade perdida. Sua pequenez, até na saída, chegou a ser assustadora.

Dr. Janot, sei que não é fã do Evangelho, mas nele há muita sabedoria. Talvez devesse lê-lo. Mire-se em Lucas 14:7-14, na parábola dos primeiros lugares (Lc 14:7-14).

“7 Reparando como os convidados escolhiam os primeiros lugares, propôs-lhes uma parábola:

8 Quando por alguém fores convidado para um casamento, não procures o primeiro lugar; para não suceder que, havendo um convidado mais digno do que tu,

9 vindo aquele que te convidou e também a ele, te diga: Dá o lugar a este. Então, irás, envergonhado, ocupar o último lugar.

10 Pelo contrário, quando fores convidado, vai tomar o último lugar; para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, senta-te mais para cima. Ser-te-á isto uma honra diante de todos os mais convivas.

11 Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado.”

Palavras do Senhor.

PS. Adorei ver o Sr., no seu voo de férias para Portugal, na boa companhia de Gilmar Mendes, de quem o Sr. dizia manter conflito meramente pessoal comigo. Deve ter sido um deleite para todos os passageiros experimentar essa coincidência cáustica. O Diabo sabe para quem aparece. E o Sr. está muito bem na foto em classe executiva. Sempre disse que procuradores da república são a categoria mais bem paga do Brasil. Poderia fazer um filme sobre suas “Vacances de M. Janot” – e o nome do filme seria “Incendiou o País e saiu de férias”.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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42 comentários

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luiz flávio rodrigues gutierres

02 de abril de 2018 às 06h05

a podridão é maior que pensamos e a resposta eles receberam por tal traição ao povo brasileiro, JANOT e a cachorrada a hora de vcs tá chegando !

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hc.coelho

18 de março de 2018 às 11h21

Já há artigos, dezenas de livros e até cursos nas universidades nacionais e internacionais sobre o golpe e estes senhores golpistas.
Quando o levantamento da corrupção, quer dizer, do que estes senhores golpistas imundos fizeram, por estudiosos do assunto, detalhadamente, virá à tona. Como nos venderam por trinta moedas abertamente.
Teremos de ler com lenço no pescoço para segurar o nojo, mas teremos.

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ana13

25 de setembro de 2017 às 22h45

Eugênio Aragão é simplesmente sensacional; claro, simples, curto e grosso, não ofende dizendo as verdades e não deixa de dizê-las !
Seria um ótimo vice de Lula, conhecedor dos meandros podres do judiciário.
Tenho -lhe a maior admiração.
Que escreva sempre artigos e mais artigos do naipe deste acima, trazendo luzes para nos orientar.
Bravíssimo, Eugenio Aragão.

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elói beneduzi

25 de setembro de 2017 às 09h21

e cosi la nava ancora vá…a il fondo?

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Marco Sousa

25 de setembro de 2017 às 00h34

Além de TRAIDOR, um ENTREGUISTA sob medida, o que mais os yankees poderia esperar dos canalhas que comandam o país???!!!!

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José Herculano da Silva

24 de setembro de 2017 às 22h24

A aura de moralidade do Judicário e do Ministério Público se apagou. Como juízes e procuradores se prestam a engrossar as fileiras de golpistas que têm aversão ao povo? Como membros dessas duas instituições outrora respeitáveis servem a uma potência estrangeira e às suas empresas?
Os golpistas atacaram os setores estratégicos para a economia e a soberania nacionais e tão grave quanto isso, retiram direitos socias e trabalhistas ameaçando reduzir milhões de trabalhadoras e trabalhadores à condição de semiescravos. A resistência nacional cresce e as máscaras continuam caindo: grande mídia, membros dos três poderes, rentistas sanguessugas, fascitóides do MBL, do “Escola sem partido” etc. Mesmo aparecendo diariamente na midia, eles são monoria. TODA FORÇA À MÍDIA ALTERNATIVA.
Viva a resistência antigolpe pela anulação de todos os atos do governo golpista.

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gustavo

24 de setembro de 2017 às 21h12

O Ministério Público recebeu poderes excessivos através da Constituição Federal de 88, de molde que ficou incontrolável.
O Conselho Superior do MP, até agora, não mostrou qualquer serviço para conter os abusos desta instituição.
Lamentável.

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Euler

24 de setembro de 2017 às 17h36

Texto fundamental, que toca na essência do golpe de 2016: uma intervenção do império norte-americano através do mafioso esquema montado em Curitiba com os agentes da CIA tupiniquins travestidos de juiz, promotores e delegados da política federal. No fundo, estamos diante de crimes lesa-pátria que mereceriam a prisão de todos eles, não estivessem as instituições tão dominadas pelo golpe. Mas, considero que essa denúncia que toca no componente nacional até atingir as questões sociais (todos os direitos e conquistas atacados) pode se tornar um grande elo de unificação das diversas correntes e forças sociais e políticas no campo progressista, de esquerda e nacionalista para enfrentar os golpistas.

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Eloiza

24 de setembro de 2017 às 15h38

Quem é Janot?

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L Cleber Brito

24 de setembro de 2017 às 10h23

Belo artigo: Verdade das mentiras. Como dizia certo mineiro : Políticos e, digo eu, Poder Judiciário é como nuvens, agora está de um jeito em instante está de outro.

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Izabel Cristina Marson

24 de setembro de 2017 às 12h27

Americanos, australianos, canadenses e outros estão sob a égide da Inglaterra. Os americanos são apenas o abutre que cuida da carnificina. Em termos de poder, o inimigo é bem pior. É preciso que a imprensa de viés de esquerda amplie o debate sobre por transnacional.

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Marcos Ferreira Pinto Basto

23 de setembro de 2017 às 22h03

Janot nunca me enganou. Mais um para engrossar o bando de terráqueos que pisam estas terras tupiniquins, sujando tudo por onde passam. Este artigo elucida muito sobre o comportamento do Janota, colocando-o na vala de esgoto que alberga trastes peçonhentos como Temer, Serra, Cunha, Gilmar Mendes, FHC, RomeroJuca, Angorá e muitos outros que encheriam esta página, tornando-a ainda mais fedorenta que já está.
Mas nós temos a solução para tantos males: GREVE GERAL IRRESTRITA que só terminará quando trancafiarmos todos os TRAIDORES da PÁTRIA num CAMPO de CONCENTRAÇÃO com trabalhos forçados e muito pesados. ACORDA POVÃO.

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claudio

23 de setembro de 2017 às 21h17

Resumindo: lava jato é uma política norte americana para a América Latina.
É igual a doutrina do choque e a operação condor cuja finalidade é implantação da nova ordem mundial e ascensão do grande líder do mundo.

Eclesiastes 5:8-12

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Lúcia Cucatti

23 de setembro de 2017 às 23h59

… desde o início achei que o governo americano estava por trás do impcheament da Dilma. No dia seguinte a votação no senado, o senador do PSDB Aluísio Nunes foi para EUA…

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Sergio L

23 de setembro de 2017 às 20h44

Aos golpistas e traidores apenas o Paredon para deixar claro o recado para aqueles que ousem tentar fazer o golpe de novo.
moro, temer, janot, gilmar, psdb, pmdb, 300 picaretas, stf e a Conexão Curitiba inteirinha e seus comparsas.

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Francisco Rezende

23 de setembro de 2017 às 23h25

JANOT É OUTRO MEMBRO DO GOLPISMO .

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Kika Zanon

23 de setembro de 2017 às 22h58

dinheiro vindo de um escritório nos eua para financiar as manifestações de golpe (que ninguém averigou) a estranha chegada nos eua na manhã seguinte que o congresso teocrático aprovou o golpe do Aloísio (vice na chapa aecio)a ida a Portugal de mendes e Serra buscando mostrar as vantagens do golpe e por fim e mais acusador: eua se importar enormemente com a venezuela (com todo petróleo é claro) e nem aí para o golpe no Brasil

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Rose Mecenas

23 de setembro de 2017 às 22h54

Tão todos no bolo uns mais outros menos o povo foi que se ferrou tirando Dilma e agora ficou. Bom ?

Responder

Rose Mecenas

23 de setembro de 2017 às 22h47

Todos. Eles têm casas no estrangeiro não só no usa então não estão. Preocupados em vender sua pátria por que vão encher mais. Ainda. Os bolsos e vão. Morar lá. Quando. A coisa aqui no Brasil for dominada pelos estrangeiros o. Povo. e quem vai se ferrar seremos escravos deles na. nossa política pátria

Responder

Maria Tassara

23 de setembro de 2017 às 20h58

Responder

Maria Tassara

23 de setembro de 2017 às 20h58

Responder

Maria Tassara

23 de setembro de 2017 às 20h58

Responder

Sigried Pinto Coelho

23 de setembro de 2017 às 20h02

Excelente artigo.

Responder

Lucmone

23 de setembro de 2017 às 15h28

Sr.Rodrigo Janot , não fica bem para um Procurador Geral da Republica usar cutucadas e indiretas a quem quer que seja, dá a impressão que o sr. fica a mercê de termos pouco recomendável e deselegante, não foi esse o juramento feito, eleve o discurso e a narrativa, o país agradece

Responder

Jose Roberto Michel

23 de setembro de 2017 às 18h28

QUER SABER COMO FUNCIONA A MÍDIA PODRE (GLOBO, ETC)?
ASSISTA, NA NETFLIX, AO FILME MEXICANO “A DITADURA PERFEITA

Responder

Lucmone

23 de setembro de 2017 às 15h27

Sr.Rodrigo Janot , não fica bem para um Procurador Geral da Republica sair mesquinho, do mesmo modo que entrou usar cutucadas e indiretas a quem quer que seja, dá a impressão que o sr. fica a mercê de termos pouco recomendável e deselegante, não foi esse o juramento feito, eleve o discurso e a narrativa, o país agradece

Responder

Lucélia Moreira

23 de setembro de 2017 às 18h24

Corja golpista!!!

Responder

Lucélia Moreira

23 de setembro de 2017 às 18h24

Responder

Lucmone

23 de setembro de 2017 às 15h22

Sr.Rodrigo Janot , não fica bem para um Procurador Geral da Republica ficar usando cutucadas e indiretas a quem quer que seja, dá a impressão que o sr. fica a mercê de termos pouco recomendável e deselegante, não foi esse o juramento feito, eleve o discurso e a narrativa, o país agradece

Responder

Luiz Carlos P. Oliveira

23 de setembro de 2017 às 15h09

Não, os dignos estão fora do PT: CUNHA, Temer, Aécio, Moreira Franco, Geddel, Eliseu Padilha, Jucá, Doria, Bolsonaro, Cabral, Agripino, Serra… será que esqueci algum nome dessa “galeria de dignos brasileiros”? Ajudem aí.

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    João Carlos AGDM

    23 de setembro de 2017 às 17h07

    Sim, o maior deles: FHC, os das mais de 130 empresas brasileiras por menos de 4% do valor real.
    Preju de mais de 20 TRIlhões nestes mais de 20 anos em que lesou a Pátria…

    Responder

      Claudio

      23 de setembro de 2017 às 19h05

      E o vovô deles? cadê aquele da inflação de mais de 40% no mês antes do Collor?
      Olha bem a lista é grande, se o pessoal resolver listar, isso não vai parar mais.

      Responder

Teresinha Roberto Pinto Santos

23 de setembro de 2017 às 17h07

Um grande crápula mesmo

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Maju Gomes

23 de setembro de 2017 às 16h02

NADA SURPRESA

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Jany Coeli Rodrigues

23 de setembro de 2017 às 15h53

Cada mais um, menos um…
Qual sobrará ?

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Jair Nascimento

23 de setembro de 2017 às 15h33

Pra mim todos estão ficando milionários promovendo a entrega da riqueza e da soberania aos EUA. Todos esses calhordas no futuro, serão lembrados pela omissão e pratica de crime de lesa pátria, onde se estiverem vivos, por falta de vergonha na cara estarão residindo fora do País.

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Àlvares de Souza

23 de setembro de 2017 às 12h09

Por que, neste País de tantos homens dignos, nos coube a subordinação à escória da escória do nosso povo?

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    Felipe

    23 de setembro de 2017 às 12h45

    Quem seriam esses homens dignos ? Certamente eles não estão no petê !

    Responder

      João Carlos AGDM

      23 de setembro de 2017 às 17h22

      Caro “Felipe”, ou você ganha em dólares para vir fazer contrainformação em site da esquerda,
      ou você é idiota mesmo.
      Ainda não sacou que a GL (e o resto da mídia) fez aquele estardalhaço todo de “corrupção”, INJUSTIFICÁVEL, que não tinha o menor intuito de servir ao País, mas, sim de derrubar Dilma e destruir o PT e Lula, que fazem oposição à pilhagem do Brasil por estrangeiros (e também brasileiros). Deixar entrar Temer corrupto histórico e notório, e eleger quadrilheiros que compõem a grande maioria da Câmara e do Sendo, para fazerem todo tipo de leis contra o Brasil e os brasileiros.
      Se fosse amiga do Brasil e dos brasileiros a Globo sabendo disso jamais derrubaria Dilma, sabendo o mal que causaria. Concorda?
      Mas, leia O Cafezinho. Talvez um dia cai a ficha, que a Globo & CIA te fizeram de idiota…

      Responder

Mariza A. Sousa Sousa

23 de setembro de 2017 às 14h46

!!!

Responder

Rita De Castro Castro

23 de setembro de 2017 às 14h45

DEPOIS QUE EU VI JANOT ENRODILHANDO CERVERO NUNCA MAIS ESPEREI NADA DE BOM DELE

Responder

Mário Ferreira

23 de setembro de 2017 às 14h33

Começo a achar que aí nesse meio ninguém dá ponto sem nó. É muita gente meio honesta e nada patriota junto. Não sei se Bruzundanga aguenta.

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