Sabatina de Manuela na Carta Capital

Golpe é para acabar com o serviço público

Por Tulio Ribeiro

24 de novembro de 2017 : 15h59

Por Roberto Ponciano

Acabaram-se as ilusões da parte assalariada da classe média que apoiou o golpe.

Não, o golpe não foi dado para perseguir corruptos. Mais de um ano depois do golpe, as prisões midiáticas partidarizadas, a impunidade de Aécio, Loures, Temer e quejandos e o firme ataque aos direitos dos trabalhadores, fez com que a percepção coletiva do golpe mudasse.

Se, durante o golpe, parte da classe média, incluindo setores da classe média assalariada e mesmo servidores públicos, acreditavam que com o golpe seria possível debelar um princípio de crise econômico facilmente contornável, não tivesse o governo legitimamente eleito de Dilma Rousseff sido derrubado com um golpe que causa uma crise inconstitucional incontornável; estes mesmos setores, descobriram, atônitos, que o golpe não foi contra o PT, foi contra os trabalhadores, foi para desregulamentar o trabalho no Brasil.
O ataque não está restrito aos trabalhadores da iniciativa privada. O fim da CLT, ferida da morte por uma deforma que transformar trabalhadores em MEIs (micro empreendedores individuais), na verdade, escravos sem direitos, foi acompanhado de um consistente ataque aos direitos dos servidores públicos.

O golpe foi dado com o beneplácito e a participação do Judiciário e, logo depois do golpe, o STF “julgou” a regulamentação de greve no serviço público, praticamente a criminalizando. Todos os setores foram considerados essenciais, e a greve “ilegal” (o STF declara 100% das greves ilegais) deixam os servidores sob a penalidade de corte de ponto e demissão, e, dependendo do setor, até de processo criminal.

O ataque não parou por aí. Os investimentos foram congelados por Emenda Constitucional por 20 anos, isto significa, com o aumento seguido do déficit devido ao austericídio de Temer, o tinhoso, que ficaremos 20 anos sem aumento, porque os aumentos ficam vinculados a sobras orçamentárias. Você acha que foi só isto? Não, os servidores que tinham acordos votados e transformados em lei, tiveram os aumentos anteriormente sacramentados congelados, sem previsão real de que venham a ser pagos.

Se você servidor, inclusive o desavisado que vestiu amarelo e apoiou o golpe, pensa que acabou… tem muito mais! Está de vento em popa o projeto que acaba com a estabilidade do servidor público, o que vai ensejar demissão em massa e perseguição política.

O governo aumentou por medida provisória, sem discussão com ninguém, a alíquota de imposto cobrada ao servidor público de 11% para 14%, o que significa redução salarial a partir de fevereiro de 2018. Congelamento não era suficiente, era necessário reduzir os salários. Além disto estão proibidos concursos e contratações, e o governo enviou projeto de lei que cria duas classes de servidores, criando uma tabela salarial menor para quem entrar através de concurso público a partir de 2018, com o discurso falacioso de “privilégios do servidor público” (não ganhar um salário de fome, de acordo com Temer é privilégio).

Pensa que acabou?

Não, ainda tem a reforma da previdência, nisto o governo Temer teve requintes de crueldade com os servidores. Sem apoio nem no Congresso para fazer a reforma, o Governo Temer quer criar regras mais duras só para os servidores, aumentando o tempo de serviço, contribuição e a idade (praticamente inviabilizando a aposentadoria), e ainda, por cima, roubando, tomando na mão grande a previdência dos servidores que ainda tinham a integralidade. Isto é necessário explicar. Os servidores antigos que ainda tem a integralidade da aposentadoria, não tem nenhum “privilégio”.

Todos os trabalhadores descontam, no máximo, 11% em cima do teto do INSS. Os servidores que ainda podem se aposentar por integralidade (que entraram no serviço público antes de 2003), que tem, no mínimo 14, e em alguns casos 20, 25 anos de serviço público, descontam 11% em cima do salário integral. Imagina você descontar durante 20 anos 11% do seu salário integralmente e descobrir que o Governo vai tomar na mão grande este desconto, mudando a regra no meio do jogo, e te pagando a aposentadoria sobre o teto do INSS, embolsando todo o restante que te tomou?

O pacote de maldades do Governo Temer contra o servidor público é infinito e está apenas no início. Com certeza, aquele servidor que pensou que não era trabalhador, e marchou com sua família, de blusa amarela da CBF, junto com Bolsonaro, hoje chora de saudades do PT.

Tulio Ribeiro

Flávio Túlio Ribeiro Silva é graduado em Ciências econômicas pela UFBA,pós graduado em História Contemporânea pela IUPERJ,Mestre em História Social pela USS-RJ e doutorando em ¨Ciências para Desarrollo Estrategico¨ pela UBV de Caracas -Venezuela

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28 comentários

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DECORE E CONTABILIDADE

08 de Janeiro de 2018 às 11h21

FAÇO DECORE PARA COMPROVAÇÃO DE RENDA DE AUTÔNOMOS EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS PRO LABORE E DECLARAÇÃO DE FATURAMENTO EMPRESARIAL IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA E JURÍDICA HOLERITE BALANÇO PATRIMONIAL LIVRO CAIXA REGISTRO DE FUNCIONÁRIOS ABERTURA DE EMPRESAS TELEFONE ZAP 11 99764 7716

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oliveira

26 de novembro de 2017 às 11h34

bem feito. vai pra paulista comer coxinha de vento ,mentecaptos e bonapetite

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Léo Rossi

25 de novembro de 2017 às 18h18

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Metagrafista Graf

25 de novembro de 2017 às 10h45

E por falar em acabar, Miguel, tu lembras quando a gente quebrava o pau contigo refutando a tua tese de que a intervenção sanguinária do genocida obama na Líbia não tinha nada a ver com retirar um “ditador” do poder? Os anarquistas, que também surfaram naquela onda, agora estão publicando isso. Será que eles finalmente entenderam o engodo da “primavera árabe’ e da “revolução colorida”? E tu? https://www.facebook.com/bandeiranegraanarquismo/photos/pcb.559516464440386/559513224440710/?type=3

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Ruberlei Néris Rodrigues

25 de novembro de 2017 às 09h18

Está em curso também a reforma salarial do serviço público.

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Lucas

25 de novembro de 2017 às 06h40

E a grande verdade é que o serviço público está abarrotado de pessoas que não se sentiram trabalhadores ao apoiar esse golpe pró-mercado. “Eu não serei afetado”, era a única cantilena que se ouvia, diuturnamente. Estão aí os fatos a mostrar que os cortes orçamentários, draconianos, atingirão, sim, e em cheio, os servidores públicos.
O que dizer diante disso? Infelizmente, bem feito!

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    leonardo-pe

    25 de novembro de 2017 às 23h27

    concordo contigo. mas brasileiro é BURRO que doi. esse golpe foi feito para FERRAR O BRASIL tanto interno quanto externo.

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Roger Nascente Silveira

25 de novembro de 2017 às 02h34

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Zarco

25 de novembro de 2017 às 00h25

Infelizmente, sustentar a classe média a esta altura para o capital não é negócio, nem para fazer marketing. No serviço público, uma aristocracia de alto escalão e daí para baixo o desmonte. Precisa garantir arrecadação e polícia. Em verdade, grande parte da classe média é substituída por software. Isso vale para as nações centrais também. O Pentágono porém pode negar nome, lotação, vencimento e paradeiro de quase 40 mil servidores ao Congresso.

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gustavo menezes

24 de novembro de 2017 às 23h30

O mundo está enfrentando este caos na mesma medida em que o neoliberalismo avança. Ou seja, o sistema neoliberal é produtor de ineficiência. Antes do Consenso de Washington, quando o mundo era governado pelos Estados, e não pela iniciativa privada, toda a engrenagem funcionava à perfeição, e foi quando a maioria dos países, especialmente aqui na América Latina, conheceram o mais avassalador desenvolvimento econômico e social.
O desmoronamento dos serviço público é o maior fator de caos e desestabilidade, pois é o único ente capaz de controlar os abusos do mercado.

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hilario muylaert

24 de novembro de 2017 às 21h13

Muito bom o texto do Ponciano.
Parabéns ao blog Cafezinho. Sem dúvida, vem se firmando como o melhor conteúdo dentre os blogs independentes e progressistas.
Ótimos vídeos têm sido veiculados, assim como matérias muito boas.
Que assim continue.

ps: outro blog de qualidade ( GGN-Nassif),mas que pisou feio na bola, ao defender a intervenção judicial na Assembléia do Rio de Janeiro. Esse posicionamento grave e equivocado do Nassif contraria todo seu discurso dos últimos tempos. Grave equívoco do Nassif.

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Brasileiro

24 de novembro de 2017 às 20h46

Se vocês tivessem conhecimento do que esta ocorrendo internamente nas empresas públicas, iriam vomitar todos os dias. Vejam o exemplo dos Correios. Quem tem mais de 40 ou 50 anos, lembra que era uma das instituições mais respeitadas e acreditadas pela população. E hoje? Pra quem não sabe, nem o site funciona todos os dias. Pesquiso sempre sobre entregas e da erro no site. Preciso pesquisar mais de vinte vezes ao dia no meu trabalho. Este mês ficou duas semanas dando problema.

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    Edite

    25 de novembro de 2017 às 18h00

    Isso é proposital p justificar a venda. Essa precarização ocorre de forma programada; e o cidadão/usuário desses serviços pensa q a empresa deixou de ser e n mais será eficiente. Então começa a acreditar q se ela for privatizada (q é o desejo dos entreguistas) os serviços melhorarão. Ledo engano. Ficarão mais caros e com menos qualidade.

    Esse modus operandi vem sendo aplicado em tds as estatais q estão na lista p serem entregues a grupos sugadores da dignidade humana (principalmente nos países q não têm armamento nuclear). É um trabalho de boicote. Mts vzs coordenado e executado por integrantes da própria empresa ou instituição, os quais são cooptados por dinheiro e outras vantagens e/ou interesses pessoais, ou td esses aspectos juntos.

    Pir isso, devemos ter cuidado p não nos deixarmos levar por informações acerca das empresas estatais q antes davam lucro e eram orgulho brasileiro e depois de Temer no governo passaram a ser criticadas.

    Responder

      Edite

      25 de novembro de 2017 às 18h02

      *Por isso

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    Nelson

    26 de novembro de 2017 às 23h00

    É preciso, para sermos justos, lembrar que mesmo os governos do PT seguiram sucateando os Correios. Ao que tudo indica, tinham planos de privatizá-lo.

    Absurdo, mas 60% do salário do trabalhador dos Correios foram transformados em vales alimentação/refeição. Isto em governos de origem popular. Há uma parcela muito grande do pessoal dos Correios que passou a odiar o PT.

    Um dos grandes erros do partido foi não compreender a importância dos funcionários públicos e das estatais para a implementação de um novo projeto para o país. As empresas públicas/estatais seguiram sendo administradas/geridas no modelo mercantilista/neoliberal deixado pelo governo mais corrupto e deletério que tivemos, o de Fernando Henrique Cardoso.

    Ao invés de valorizarem os trabalhadores do setor público/estatal, os governos de Lula e Dilma seguiram com o arrocho imposto por FHC; em alguns casos só amenizaram a esfola desses trabalhadores.

    Em tempo. Por valorização não estou a pregar altos salários, de R$ 15 mil, R$ 20 mil, R$ 30 mil mensais ou mais, mordomias e outros quetais. Até porque, quem quiser viver como verdadeiro marajá não deve procurar o serviço público; vá jogar futebol, basquete, vôlei, correr de Fórmula 1, traficar drogas ou outra coisa qualquer.

    Valorização consiste em salários e planos de carreira dignos e condições de trabalho saudáveis. Tivesse garantido isso, ou seja, nada além do justo, o PT teria uma legião de funcionários públicos e de estatais que estariam trabalhando “dando risada” e a defender o projeto do partido. Tivesse garantido isso e teria sido mais complicada a aplicação do golpe, talvez não obtivesse êxito.

    Mas, no meio do caminho existia a maldita, fedorenta e, em alguns casos, corrupta, ala liberal do partido. E deu no que deu.

    Falando em ala liberal, lembro que o Sr Mercadante chegou a declarar, lá pelo ano 2003 ou 2004, não sei precisar qual, que “PT e PSDB têm muito a contribuir com a democracia brasileira”. Ora, como é que um bando de corruptos e entreguistas que fizeram o que fizeram desde que assumiram o comando do país em 1995 até 2002, podem contribuir com a democracia do Brasil?

    A confirmação do quão absurda foi a declaração do Sr Mercadante veio no ano passado, com o apoio integral do PSDB ao golpe de Estado.

    Responder

Brasileiro

24 de novembro de 2017 às 20h37

A situacao e quase esta. Não pensam em acabar com servidor, mas com tudo que o pais tem de bom. O servidor e só mais um detalhe do golpe. Sou um deles mas nunca tive a ilusão de que fariam algo honrado e decente. Os golpistas, não os defendo, mas não tem escolha. A ordem foi dada. Eles só não tem caráter pra reagir ou negar o desmonte. Em breve teremos fogos e feriado no dia quatro de julho.

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Gerald

24 de novembro de 2017 às 20h13

Dia 5/12 tem greve geral;

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    Zarco

    25 de novembro de 2017 às 01h07

    A greve deveria em minha humilde opinião ter um e apenas um ponto na pauta: a anulação do impeachment pelo Supremo Tribunal Federal. Isto porque toda a cena política doméstica brasileira se desenrola desde o impeachment dentro de um aquário, mergulhado na piscina olímpica dos interesses geopolíticos e estratégicos, de segurança e defesa nacionais. Movimentos contrários a tais ou quais propostas apenas legitimam o vaudeville democrático e oferecem à vasta organização do sr. Temer azo de explorar o mote constitucionalista que nos trouxe aqui: as instituições estão funcionando normalmente.

    Por outro lado, a greve em sinal de protesto contra reformas não apenas valida a cena política, faz salivar o pessoal de operações psicológicas. O impacto da greve no parlamento é menor que zero. Taticamente é inútil, não consegue o que quer. Impacto teria se fosse dirigida ao STF, porque a anulação do impeachment retira o calço do golpe. Mas pode conseguir o que não quer. Desde a visita do Joe Biden em 2013, um protesto contra o sol quente pode deixar o sol quadrado e azul, com logomarcas israelenses.

    Responder

MARCELO

24 de novembro de 2017 às 17h19

Perfeito, serve também para os trabalhadores que foram bater palma e dançar micareta para o pato da FIESP

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Nelson

24 de novembro de 2017 às 16h49

A entrevista, altamente esclarecedora, do professor argentino, Jorge Beinstein, que citei no comentário anterior, pode ser lida em http://resistir.info/beinstein/entrev_17set16.html.

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Nelson

24 de novembro de 2017 às 16h48

Em setembro do ano passado o professor de Economia nas Universidades de Buenos Aires, Córdoba e de Havana, Jorge Beinstein, concedeu uma entrevista em que fez uma análise profunda da grande crise por que passa o mundo atualmente. O professor disse o seguinte,sobre Nuestra América Latina:

“Os Estados Unidos, apoiado em certos casos por outras potências ocidentais, destruiu países como o Afeganistão, Iraque, Líbia ou Síria, tenta cercar militarmente a Rússia, afundar a sua economia, está começando a fustigar militarmente a China, encontra-se embarcado na recolonização integral da América Latina à qual reserva um destino mexicano.”

E o projeto está sendo implementado. Somente a Venezuela, o Equador, a Bolívia, Nicarágua e Cuba estão, felizmente, escapando das garras yankees. No Brasil e na Argentina o projeto está sendo imposto em ritmo acelerado.

Antes da implantação do Nafta, prometiam ao povo mexicano um quase-paraíso. Ia ter emprego e boa vida para todos. Hoje, o que se vê é a maior parte dos mexicanos num merdão de dar dó, com mais da metade vivendo abaixo da linha da pobreza. Um país rico, com potencial imenso, foi transformado em um Estado vassalo dos EUA, onde o narcotráfico manda e desmanda e a violência virou coisa cotidiana.

Detalhe. O narcotráfico é uma arma que vem sendo utilizada pelo Sistema de Poder que domina os EUA para destroçar países e suas sociedades. Uma vez destroçada uma sociedade, fica muito difícil recompô-la, coesioná-la novamente. Não à toa, o narcotráfico se expando, prospera “a galope” no Brasil. Faz parte do plano de dominação.

É isto que está a acontecer amigo, enquanto dezenas de milhões seguem iludidos de que Sérgio Moro e seus procuradores iluminados – que fazem parte do jogo dos EUA – estão a livrá-los da corrupção.

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    hilario muylaert

    24 de novembro de 2017 às 21h32

    Os US ( estado profundo ), e seus aliados sofreram fragorosa derrota na Síria e Iraque. Aqui, na América do Sul, a Venezuela está sendo “hedgeada” pela Rússia e China —- o que, muito provavelmente — impedirá a queda do regime bolivariano de Maduro.
    Por incrível que pareça, Trump, parece mesmo estar fazendo o tradicional “jogo duplo” tão característico do império anglo-estadunidense —– só que ás avessas. Ou seja, ladra muito, mas parece estar querendo dar uma trava no estado profundo ( governo paralelo, Pentágono, Cia….e Wall Street ), pois “permitiu” à Russia e Irã derrotarem facilmente o terrorismo do Isis, e Al-Qaeda. E, na Venezuela, algo semelhante parece estar ocorrendo, também. O mesmo, na Ucrânia.
    Vamos aguardar os desdobramentos…. mas note a mídia empresa ( aliada do estado profundo ) tá batendo pesado no Trump, com fake news, dia e noite…..estão em campanha pelo impedimento de Trump, por exemplo…

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      leonardo-pe

      25 de novembro de 2017 às 23h55

      a oposição Venezuelana JOGOU A TOALHA! não tem mais nenhuma chance de voltar ao poder. e pior,pode nem Lançar candidato a presidente no ano que vem. ou seja: Maduro é FAVORITÍSSIMO PARA SER REELEITO presidente da Venezuela! por isso que pararam de falar daquele país a”grande imprensa brasileira”. e cá pra nós, com uma imprensa dessa que o brasil tem,não precisa de inimigos. nosso destino é a falência.

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Nelson

24 de novembro de 2017 às 16h37

Planejado e gestado pelo Sistema de Poder que domina os Estados Unidos, boa parte do planeta e tem anseios de dominá-lo por inteiro, o golpe tem o objetivo de transformar o Brasil em mera colônia. A menos que reajamos em tempo, nosso país será transformado em um Estado vassalo, tal qual é, infelizmente, o México hoje.

O Brasil está sendo desconstituído enquanto nação soberana. Para destruir um país, o caminho mais rápido é destruir seu Estado, suas instâncias e instituições públicas, o serviço público incluído. Então, é preciso desprezar, difamar e desvalorizar o servidor público, arrochando eternamente seu salário e, de quebra, chamando-o de privilegiado, vagabundo e marajá.

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    hilario muylaert

    24 de novembro de 2017 às 21h17

    Perfeito.

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Nionse Carvalhais

24 de novembro de 2017 às 18h27

O negócio dos golpistas é desestimular os concursos , pois vão transformar o serviço público num cabide de empregos ,em moeda de troca de votos , ao invés de gastar dinheiro ( se é que restou algum depois de tanta ladroagem ) eles vão comprar votos com cargos para inclusive enfiar os aliados deles até os níveis mais simples da administração pública , garantindo assim que terão uma extensa rede formada por ” gente deles ” para vigiar e perseguir os opositores por exemplo .

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jose carlos lima

24 de novembro de 2017 às 16h09

Anuncia o Valor: depois da Reforma da Previdencia vem a Reforma Salarial para achatar os salarios na área pública

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