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dezembro 2017

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Efeito golpe: quase 900 mil postos formais de trabalho destruídos em novembro!

Escrito por , Postado em Redação

O governo e seu porta-voz, a Globo, vão mentir sobre os números do emprego divulgados hoje pelo IBGE.

Eles não são bons!

São alarmantes, terríveis!

Segundo o IBGE, quase 900 mil empregos formais, com carteira assinada, desapareceram no trimestre encerrado em novembro, na comparação com o mesmo período do ano passado.

No trimestre terminado em novembro de 2016, o Brasil tinha 34 milhões de brasileiros trabalhando no setor privado, com carteira assinada.

Este ano, havia 33 milhões – uma queda de 2,5%.

O desemprego geral só não explodiu este ano porque 718 mil brasileiros migraram para o mercado de trabalho informal, outros 250 mil se tornaram empregados domésticos e 1,1 milhão passaram a trabalhar por “conta própria”.

Outros 141 mil brasileiros foram trabalhar na categoria “familiar auxilar” …

Este é o Brasil do golpe: um país de empregados domésticos, trabalhadores informais, vendedores ambulantes ou escravos de suas próprias famílias.

O golpe, além disso, ao contrário do que pregavam os neoliberais, deixou a população mais dependente do setor público: o percentual de trabalhadores empregados no setor privado, com carteira assinada, caiu drasticamente desde o início da Lava Jato (que é quando eu considero que o golpe teve início).

O percentual de trabalhadores no setor público, por outro lado, que vinha caindo paulatinamente durante os governos Lula/Dilma, aproximando de mínima histórica, de 30%, voltou a subir, aproximando-se de 35%. A maioria desses empregos “públicos”, naturalmente, é de baixa renda: pequenos postos em prefeituras.

 

 

No site do IBGE

(…) O número de trabalhadores com carteira assinada, por exemplo, caiu 2,5% em relação ao trimestre formado por setembro, outubro e julho de 2016, uma queda de 857 mil pessoas. Por outro lado, os empregados no setor privado sem carteira assinada cresceram 6,9% na mesma comparação, absorvendo 718 mil pessoas. Os que trabalhavam por conta própria também tiveram alta (5,0%), enquanto os trabalhadores domésticos cresceram 4,1% em relação a 2016.

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  1. Darci Jose de Almeida Filho
  2. Rachel
  3. Jose carlos lima
    • ari
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