Ato em defesa da imprensa

Em palestra no Wilson Center, think tank da CIA, Rodrigo Maia presta contas do golpe

Por Miguel do Rosário

18 de janeiro de 2018 : 17h02

No dia seguinte à presença do ex-presidente Lula no teatro Casa Grande, junto a populares, intelectuais e artistas, que vinham lhe prestar solidariedade e ouvir suas propostas para um Brasil melhor, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, foi a Washington prestar contas do golpe no Wilson Center, um dos mais ativos think tanks da comunidade de inteligência dos EUA, e, de longe, o mais ligado à Casa Branca.

A fala de Rodrigo Maia foi antecedida por uma apresentação de Anthony Harrington, presidente do Brazil Institute, que é o departamento do Wilson Center que organiza estes seminários.

Harrigton é um personagem que os leitores do Cafezinho já conhecem pela série de artigos “Quem ganhou com o golpe?”, em especial da parte 1.

Além de seu papel no Wilson Center, Harrington é também CEO da Albright Stonebrige, poderosa firma de lobby internacional fundada pela ex-secretária de Estado Madeleine Albright. A firma presta serviços as gigantes norte-americanas do petróleo, além de trabalhos oferecidos ao próprio governo e seus órgãos de inteligência.

Se tiver estômago, assista ao vídeo e comente.


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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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16 comentários

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Paulo

22 de janeiro de 2018 às 02h03

Meu comentário vai Victor Manuel e Rodrigo Maia, dois grades FDP que vivem em outro mundo piorou tudo seus dois merdas, me desculpem os palavrões mas com pessoas como essas o meu dicionário fica uma merda não dá argumentar com babacas entreguistas

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Jochann Daniel

19 de janeiro de 2018 às 22h03

Como podem ser tão nojentos, tão escrotos, tão traidores de seu próprio país, tão lesa pátria, tão sem qualquer noção de escrúpulo,
tão, tão , tão…
eu sei que eles vão ler isto e vão rir na minha cara.
Porque a cabeça deles é ser escroto pelos milhões em dólares das propinas.
São impermeáveis à boa moral…
De repente vão se dar bem…. a escrotidão não lhes afetará… não lhes fará mal…
Assim são feitos os escrotos, traidores da própria pátria, do próprio pais…
Como seu pai Cesar foi…
Lamentável, civilizadamente é o que eu pooso dizer…

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jose carlos lima

19 de janeiro de 2018 às 05h04

so mesmo a guilhotina pra dar um jeito nessa elite do atraso

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Edlberto Pires

19 de janeiro de 2018 às 00h09

O CARA É UMA CAGANEIRA PURA. COMO TEM GENTE, VOTA NUMA PORCARIA DESSA.

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enganado

18 de janeiro de 2018 às 23h11

Tenho vergonha desta bosta de ___braZiUSA__ . Paiseco de merda!!! Engraçado , como civil tenho NOJO, OJERIZA, VONTADE de VOMITAR desta bosta de Nação, por lado não se vê UM, pelo menos UM, por pior que seja, UM MILITAR não ter VERGONHA deste ___braZiUSA__ ou sentir DERROTADO qdo vê/lê/ . . . uma notícia como esta. Antes que me esqueça, srs. militares vão para as putas que os pariu, raça desgraçadas!!!!!!!

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ALBERT FANON

18 de janeiro de 2018 às 22h03

O título da matéria está perfeiro!

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Gustavo Horta

18 de janeiro de 2018 às 18h43

Estamos em 2018. Tempo do ódio. Do ódio em rede, materializado em imagem e som. Ao vivo e a cores. A era dos haters, que se reproduzem aos borbotões, muitos deles viabilizados pela ilusão do anonimato e pela livre expressão da miséria humana.

Eu queria tratar de afeto. Exortar as pessoas a que se amassem, que se respeitassem, que fossem cuidadosos para com o outro. Que procurassem sentir, ainda que em abstração, a dor alheia.

Adoraria advogar em favor da alteridade derivada da solidariedade, do sentimento de comunhão, de fraternidade, a terceira vertente do mote da velha revolução burguesa da França, que nem aos integrantes de sua casta social consegue hoje convencer.

Refreio, no entanto, essa minha pulsão pelo amor. Contenho o meu ímpeto de tentar transmitir ao outro o vínculo de apreço abstrato que me conecta à humanidade. E o faço em parte pela necessidade de ser humilde e recusar a grandiloquência de vultos históricos. A segunda razão é o receio do que possa suceder a mim e a quem assuma o risco de benquerer indefinidamente. Amar em demasia é um perigo!…

“ALL WE NEED IS LAW”
> https://gustavohorta.wordpress.com/2018/01/18/all-we-need-is-law/

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Virgens Kamikazes

18 de janeiro de 2018 às 17h55

Ênfase no que Maia diz no começo do seu discurso: “eu acredito…”. Em outras palavras, ele é um reles ideólogo, não tem autoridade alguma para lecionar ninguém em administração pública ou economia.

Mas o fim da picada é esse: no final do vídeo, ele diz que não se pode dar casa própria a “quem nunca pagou conta de luz e água” (i.e. pobres favelados ou sem-teto), como “no Minha Casa, Minha Vida”.

Esse argumento é absurdo. Os números não mentem: o Minha Casa, Minha Vida ocorreu, no seu ápice, num ambiente de baixíssimo desemprego. A taxa de desemprego decaiu até 4,5% nacionalmente — até hoje, a menor taxa da história — sendo que na região metropolitana de Porto Alegre chegou a cair a 2,7% — nível abaixo da grande maioria dos países de primeiro mundo, que apenas seletos países como a Noruega possuem.

A taxa de desocupação (que, de acordo com a classe média coxinha, que na época se chamava de “gente de bem” — qualquer semelhança do termo com a elite romana e grega não é mera coincidência — teria aumentado astronomicamente, graças ao Bolsa Família) permaneceu estável, a níveis historicamente normais ou baixos. Em outras palavras, o desemprego caiu de verdade.

Uma coisa é alguém, no abstrato, afirmar que “eu não acho justo que uma pessoa receba uma casa de graça”. OK, é sua opinião, todo o ser humano tem o direito de ter e expressar sua opinião (até porque nada pode ser feito em relação a isso). Mas é uma completa desonestidade vender sua crença como ciência, como fato: quem faz isso não é muito diferente de um fanático religioso qualquer.

NOTA: no finalzinho, ele diz que “para mim, o ideal é que Lula dispute 2018”, “mas” “ninguém está acima da Justiça Brasileira”. Veja bem, ele não diz “justiça” no abstrato. Agora ele volta ao concreto. Ele diz “Justiça Brasileira” no claro sentido de “o poder judiciário”. Em outras palavras, os juízes, que não são eleitos, possuem cargo vitalício, vivem como vacas sagradas e julgam como déspotas. Essa é a República, ou parafraseando Cícero (que, ironicamente, era outro oligarca da ala mais reacionária), a Fossa de Marechal Deodoro.

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Victor Emanuel

18 de janeiro de 2018 às 19h09

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    Benoit

    18 de janeiro de 2018 às 21h14

    Imbecil, nunca ouviu falar de um julgamento injusto? Como é que voce acha que um julgamento injusto acontece? Ou voce nunca parou para pensar nisso nem em coisa nenhuma?

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    ALBERT FANON

    18 de janeiro de 2018 às 22h05

    Ameba, custou mas finalmente você compreendeu.

    Responder

    Jochann Daniel

    21 de janeiro de 2018 às 11h54

    Aproveito o comentário deste soldado raso da quadrilha (vulgo Victor Emanuel) para mostrar como é formada a quadrilha de brasileiros traidores da pátria que estão deliberadamente destruindo o país em proveito dos nossos inimigos, os grandes interesses financeiros internacionais.
    Coloquemos a palavra “PARTE” na charge que o bandido VE enviou.
    Fica assim:
    – Parte da Polícia Federal
    – Parte do Ministério Público
    – O juiz
    – Parte dos promotores
    – Parte dos delegados
    – Parte das testemunhas
    Adicione (os proprietários da) Mídia.
    PRONTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Está formada a quadrilha de brasieliros traidores da pátri/lesa-pátria que estão destruindo o Brasil em troca de vantagens e milhões de dólares em propinas pagas pelos nossos inimigos!!!!

    Responder

Victor Emanuel

18 de janeiro de 2018 às 19h09

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Victor Emanuel

18 de janeiro de 2018 às 19h09

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    LUPE

    20 de janeiro de 2018 às 18h22

    Victor Emanuel
    Aquele que tem a cara de pau de postar uma voz que não é a do Lula…
    VE, soldado raso da quadrilha que está destruindo o país…
    Sem comentários…

    Responder

Antônio Marcos

18 de janeiro de 2018 às 19h07

Bandido lesa pátria tem q haver uma lei p proteger a soberania destes agentes estrangeiros

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