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Lavajateiros voltam suas armas entreguistas na direção da Caixa

Por Miguel do Rosário

18 de Janeiro de 2018 : 17h18

É tudo muito previsível. Os lavajateiros, lacaios a serviço do mercado financeiro internacional, querem destruir todos os ativos públicos.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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2 comentários

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Gustavo

18 de Janeiro de 2018 às 19h12

Seria ingênuo pensar que na fraqueza de grandes ativos nacionais não haveria interesse do capital em cooptar por preços baixos. Também seria ingênuo achar que eventualmente esses mesmos interesses não pudessem influenciar (ainda que há distância).

Todavia é importante notar que tanto na Petrobrás quanto na Caixa o grande problema é a interferência política sobre a competência técnica. A Petrobrás e a Caixa Econômica dariam muito mais resultado se não fossem loteadas por partidos políticos, mas sim pautadas por gestores e não por indicações. Vi hoje o absurdo do líder do PR dizer que vai manter a diretora investigada caso não se comprove nada e em caso de afastamento a cota continuará do PR (mesmo a lei das estatais apontando que a direção deve ser do conselho).

EUA pode estar interessado e conspirar, mas não foi ele que colocou os diretores investigados da Caixa assim como não foi os EUA que colocou Paulo Roberto Costa, Cerveró e demais na Petrobrás. Também não foram os EUA que apoiaram a compra de uma refinaria com cláusulas desfavoráveis sem sequer lerem o que estavam assinando.

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Gustavo Horta

18 de Janeiro de 2018 às 18h40

Estamos em 2018. Tempo do ódio. Do ódio em rede, materializado em imagem e som. Ao vivo e a cores. A era dos haters, que se reproduzem aos borbotões, muitos deles viabilizados pela ilusão do anonimato e pela livre expressão da miséria humana.

Eu queria tratar de afeto. Exortar as pessoas a que se amassem, que se respeitassem, que fossem cuidadosos para com o outro. Que procurassem sentir, ainda que em abstração, a dor alheia.

Adoraria advogar em favor da alteridade derivada da solidariedade, do sentimento de comunhão, de fraternidade, a terceira vertente do mote da velha revolução burguesa da França, que nem aos integrantes de sua casta social consegue hoje convencer.

Refreio, no entanto, essa minha pulsão pelo amor. Contenho o meu ímpeto de tentar transmitir ao outro o vínculo de apreço abstrato que me conecta à humanidade. E o faço em parte pela necessidade de ser humilde e recusar a grandiloquência de vultos históricos. A segunda razão é o receio do que possa suceder a mim e a quem assuma o risco de benquerer indefinidamente. Amar em demasia é um perigo!…

“ALL WE NEED IS LAW”
> https://gustavohorta.wordpress.com/2018/01/18/all-we-need-is-law/

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