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Lava Jato inicia 2018 indo para cima de Tacla Durán

Por Miguel do Rosário

22 de fevereiro de 2018 : 15h05

A Lava Jato é previsível. Ela inicia o ano de 2018 com ataques diretos ao advogado Rodrigo Tacla Durán, que ofereceu documentos abundantes provando as falcatruas da operação.

De quebra, a Lava Jato inicia uma nova etapa. Depois de afastar as grandes construtoras do mercado, abrindo espaço para grupos estrangeiros ocuparem espaço no país, a operação deve começar a “limpar o terreno” das construtoras médias e pequenas.

O modus operandi é sempre o mesmo: muitas prisões temporárias, sempre visando obter delações que sigam uma narrativa já pré-determinada por procuradores e Sergio Moro.

As prisões cautelares fazem girar a roda da indústria da delação premiada, na medida em que os réus precisam contratar escritórios “especializados” em delação, integrantes da “panela de Curitiba”, entre os quais, parentes e amigos de procuradores e do próprio juiz Sergio Moro.

O que é errado, além disso, é a concentração de um número tão grande de investigações num só juiz, e que este mesmo magistrado seja ao mesmo tempo o juiz de instrução, que comanda as investigações, e, em seguida, também o juiz que irá julgar todos os casos.

***

No blog do Fausto Macedo

48.ª fase da Lava Jato apura uso de operadores Adir Assad e Tacla Duran em esquema de rodovias

RICARDO BRANDT, ENVIADO ESPECIAL A CURITIBA, JULIA AFFONSO E LUIZ VASSALLO

22/02/2018, 7:19

Operação Integração suspeita que empresas de fachada usadas no caso Petrobrás também serviram para concessionárias ocultarem corrupção de agentes do DNIT, DER/PR e da Casa Civil do Paraná

O foco da 48.ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta quinta-feira, 22, é o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro em concessão de rodovias federais no Estado do Paraná que fazem parte do “Anel da Integração”. São apurados pagamentos de propinas para agentes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Paraná e da Casa Civil do governo do Estado do Paraná.

O ponto comum alvo da Operação Integração – nome da 48.ª fase – é o uso de dois operadores de propinas alvos do esquema de corrupção na Petrobrás: Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran.

“Uma das concessionárias se utilizou dos serviços de Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran para operacionalizar, ocultar e dissimular valores oriundos de atos de corrupção. Dentre os serviços prestados por estes operadores está a viabilização do pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos”, informou a Polícia Federal, que desde as 6 horas está nas ruas cumprindo mandados nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo.

A primeira etapa da Lava Jato de 2018 cumpre 50 mandados de busca e apreensão e 7 mandados de prisão temporária decretados pelo juiz federal Sérgio Moro. “A ação tem por objeto a apuração, dentre outros, dos crimes de corrupção, fraude a licitações e lavagem de ativos”, informou a PF.

Em novembro de 2016, a Lava Jato chegou nas primeiras provas do esquema com a 36.ª fase, a Operação Dragão. Foi descoberto na ocasião que a Empresa Concessionária de Rodovias Norte S.A. (Econorte) repassou R$ 1,21 milhões para o escritório de advocacia de Tacla Duran.

A Econorte, da Triunfo Participações e Investimentos (TPI), com outras empresas do grupo depositaram quase R$ 5 milhões nas contas correntes mantidas pelo escritório Tacla Duran Sociedade de Advogados.

O Grupo Triunfo também fez pagamentos para as empresas do operador de propinas Adir Assad Legend Engenheiros Associados e J.S.M. Engenharia e Terraplenagem, um total de R$ 62,43 milhões entre 2008 e 2015.

O documento aponta ainda os repasses suspeitos para duas outras investigadas em fases anteriores da Lava Jato. A GPI Investimentos, do empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, ex-ministro do governo Collor, e para a Planner Corretora.

COM A PALAVRA, O GOVERNO DO PARANÁ

O governador Beto Richa determinou hoje a pronta instauração de processo de investigação para o esclarecimento de eventuais irregularidades apontadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, na chamada “Operação Integração”, que envolve a concessão de rodovias federais no Paraná. A investigação será conduzida pela Controladoria Geral do Estado.

Tanto os contratos quanto os aditivos relacionados ao chamado Anel de Integração foram conduzidos pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER), que é o poder concedente. E todos terminaram submetidos ao crivo da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná – Agepar, que homologou seus termos. Os contratos originais do Anel de Integração foram assinados em 1997.

Quanto aos fatos que envolvem o sr. Carlos Nasser, esclarece que ele exercia a função de assessor político junto à Casa Civil, cargo de terceiro escalão, sem qualquer vínculo com o Gabinete do Governador.

Em razão disso, o governador determinou o seu imediato afastamento do cargo, até a apuração completa dos fatos.

Curitiba, 22 de fevereiro de 2018.

SECRETARIA DE ESTADO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL

COM A PALAVRA, RODRIGO TACLA DURAN

Nota de esclarecimento

1. No dia dia 25 de abril de 2017, após dez pedidos de prorrogação de uma investigação iniciada em 14 de julho de 2015, a Receita Federal encerrou o procedimento de fiscalização contra meu escritório de advocacia sem lavrar auto de infração. Ou seja: toda minha movimentação financeira foi corretamente declarada e os respectivos impostos recolhidos.

2. Conforme certidão emitida pela Receita Federal no dia 20 de fevereiro de 2018, anteontem, o escritório Tacla Duran Sociedade de Advogados tem situação fiscal regular.

3. Todos os trabalhos prestados para o Grupo Triunfo foram indevidamente apreendidos em novembro de 2016, durante busca e apreensão ilegal autorizada pelo juiz Sérgio Moro, desrespeitando o sigilo profissional e outras prerrogativas, conforme despacho da presidência da OAB-SP.

4. Sou espanhol, vivo em Madri com minha família, meu endereço é conhecido pelas autoridades espanholas e brasileiras. O juiz Sergio Moro tem meu endereço. A Justiça espanhola negou minha extradição e, no dia 19 de dezembro de 2017, a Receita Federal da Espanha encerrou fiscalização contra mim concluindo que eu não cometi qualquer irregularidade ou delito.

5. Nunca sofri qualquer condenação criminal e tenho colaborado com a Justiça Espanhola e de diversos países. Embora o procurador Douglas Fischer, da Secretaria de Cooperação Internacional do Ministério Público Federal, tenha recomendado o envio para a Espanha de supostas provas contra mim em poder do juiz Sérgio Moro e dos procuradores de Curitiba, conforme determinam acordos e tratados internacionais, até hoje isso não foi feito ao arrepio da lei.

6. Há uma denúncia apresentada por parlamentares junto à Procuradoria Geral da República, requerendo investigação sobre irregularidades ocorridas durante negociações do meu acordo de colaboração com a Força Tarefa do Paraná em março de 2016, o que torna impedidos tanto os procuradores da Lava Jato, quanto o juiz Sergio Moro, de conduzirem processos e investigações contra mim, uma vez que todos têm interesse direto no desfecho de quaisquer causas envolvendo meu nome.

Madri, 22 de fevereiro de 2018.

Rodrigo Tacla Duran

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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9 comentários

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perez

25 de fevereiro de 2018 às 14h07

Ai tem muita coisa.
Vamo la “Taca Durão” entrega os homi…

Responder

Nahum Pereira

23 de fevereiro de 2018 às 19h41

Espero estar enganado, mas tenho receio de que farão com Tacla Durán algo parecido ao que têm feito contra o Lula: forjar delações que o comprometam, na tentativa de desmerecer suas acusações. Tacla Durán pode pôr abaixo toda a Operação Lava-Jato; por isso, Moro e a equipe do Dallagnol vão fazer de tudo para evitar o desmoronamento da farsa.

Responder

Lucy

23 de fevereiro de 2018 às 16h22

VOCÊS CONHECEM ESSA ESTRANHA FIGURA DO AGENTE DA CIA, O JUIZ PAVÃO DE CURITIBA SERGIO MORO? NÃO? SERÁ BOM SABER QUE ELE É FILHO, CUNHADO E SOBRINHO DOS DONATÁRIOS DO PODER E FUNDADORES DO PSDB NO PARANÁ SR ÁUREO MORO (PAI), HIDELBRANDO MORO, SR OSVALDO MALUCELLI MORO E SR JOEL MALUCELLI, TODOS TUCANOS MUITO CORRUPTOS ENVOLVIDOS EM ROUBOS DE VERBAS PÚBLICAS NO PARANÁ (NA GESTÃO DO GOVERNADOR JAIME LERNER) COM OS IRMÃOS METRALHA TUCANOS ÁLVARO DIAS E OSMAR DIAS (ELES FORAM FINANCIADOS PELO DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF E USARAM O AVIÃO DE YOUSSEF NA CAMPANHAS TUCANAS VIDE VASTA BIBLIOGRAFIA NA INTERNET) E NOS DESVIOS DE 500 MILHÕES DE REAIS DA PREFEITURA DE MARINGÁ NA GESTÃO DO PREFEITO GIANOTO (AMIGO PESSOAL DE SERGIO MORO E TAMBÉM MORO FOI TESTEMUNHA NO CASO PARA AJUDAR GIANOTO).

O PRINCIPAL ENVOLVIDO NO CASO DOS DESVIOS DE MEIO BILHÃO DE REAIS PARA CAMPANHAS TUCANAS (500 MILHÕES DE REAIS) NA PREFEITURA DE MARINGÁ FOI O SECRETÁRIO DAS FINANÇAS DE GIANOTO SR LUIZ ANTONIO PAOLICCHI. APÓS MORO TESTEMUNHAR A FAVOR DO AMIGO TUCANO PREFEITO GIANOTO O SR LUIZ ANTONIO PAOLICCHI SECRETÁRIO DAS FINANÇAS DO PARANÁ FOI METRALHADO E SEU CORPO FOI DEIXADO NUM PORTA MALA DE UM CARRO NO CENTRO DE MARINGÁ. CENAS DE GANGSTERISMO MARCARAM A GESTÃO TUCANA NO PARANÁ (ESQUEMA BANESTADO: ASSAINADOS LUIZ ANTONIO PAOLICCHI E OS DOIS AUDITORES DA SHELL ZERA TODD STAHELI E MICHELE STAHELI MORTOS PARA QUEIMA DE ARQUIVOS PARA A MAIOR PAGADORA DE PROPINAS NO BANESTADO. A SRA ROSANGELA MORO É ADVOGADA DOS TUCANOS E DA SHELL DESDE O CASO BANESTADO) E EM MINAS GERAIS (ESQUEMA MENSALÃO TUCANO: FORAM MORTAS AS DUAS LARANJAS DO MENSALÃO: SRA CRISTIANE APARECIDA E SRA MIRTES ASSASSINADAS BRUTALMENTE EM 2002 NO APAGAR DAS LUZES DO GOVERNO FHC PARA QUEIMA DE ARQUIVOS TUCANOS, COUBE AO JUIZ TUCANO JOAQUIM BARBOSA ARQUIVAR O CASO EM MINAS GERAIS)

SERGIO MORO FOI NOMEADO POR UM COLEGIADO MESMO TENDO SIDO REPROVADO 4 VEZES NA PROVA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL (OAB)

SERGIO MORO FOI TREINADO PELA CIA EM 2009 (PROJETO PONTES) PARA GOLPEAR O BRASIL JUNTO COM OUTROS JUIZES DO PARAGUAI E DE HONDURAS PARA TAMBÉM GOLPEAR ESSES PAÍSES.

SERGIO MORO ATUOU NA “TEIA TUCANA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA” NO CASO BANESTADO ELE SOLTOU OS 70 DOLEIROS PRESOS NA OPERAÇÃO MACUCO EM 1997, 1999 E 2002 E BLINDOU O QUADRILHÃO DE FHC E TEMER OS 300 POLÍTICOS QUE RECEBERAM PROPINAS BILIONÁRIAS DAS MULTINACIONAIS PARA ENTREGAR 137 EMPRESAS NACIONAIS NAS PRIVATARIAS TUCANAS.

SERGIO MORO ATUOU NOS CASOS GARIBALDI, IRMÃOS PALERMO (CRISTIANO PALERMO E SOLON PALERMO) PRESOS POR PESADA CORRUPÇÃO E DESVIOS DE DINHEIRO PÚBLICO PARA CAMPANHAS TUCANAS.

Conheçam o sr Sergio Moro – Nádia Cristina Tremés.

1 – Nascido em em Ponta Grossa, em 1° de agosto de 1972, é filho de professor de Geografia da Universidade de Estadual de Maringá, Dalton Áureo Moro, morto em 2005, um dos fundadores do PSDB do Paraná, conhecidíssimo por suas ideias ultra-direitistas e por espinafrar qualquer um que tivesse ideologia de esquerda;

2 – Graduado em Direito pela UEM – Universidade Estadual de Maringá, em 1995, obteve posteriormente os títulos de mestre e doutor em direito pela Universidade Federal do Paraná. Através de seu orientador, Marçal Justen Filho, tentou ser professor da UFPR, mas queria ludibriar o regime de TIDE (tempo integral e dedicação exclusiva) da Universidade, mantendo o emprego na Magistratura e na UFPR ao mesmo tempo, e perdeu. Especializou-se em crimes financeiros e tornou-se juiz federal em 1996, ou seja, três anos apenas depois de se graduar (o que deve ser um recorde), e atua, até hoje, sem a carteira de advogado, pois nunca fez o exame da OAB;

3 – Cursou o ‘Program of Instruction for Lawyers’ na ‘Harvard Law School’ e participou de programas de estudos sobre lavagem de dinheiro no ‘International Visitors Program’, promovido pelo Departamento de Estado Americano;

4 – Seu primeiro serviço foi no escritório do advogado tributarista Dr. Irivaldo Joaquim de Souza, que foi advogado de Jairo Gianoto, ex-prefeito de Maringá pelo PSDB, entre 1997 a 2000, que foi condenado e preso por gestão fraudulenta – a quem Moro serviu como testemunha de defesa, já como juiz de primeira instância;

5 – Tem como esposa a Dra. Rosângela Wolff de Quadros Moro, uma advogada cujo escritório trabalha para o governo tucano do Paraná de Beto Richa, e assessora a megacorporação SHELL, uma das principais multinacionais imperialistas na área de petróleo. Recentemente, a esposa de Sergio Moro foi flagrada participando de desvios das verbas da APAE, num ‘deja vü’ de Rosane Collor, ‘ex-posa’ do ex-presidente Fernando Collor, que também participava de desvios de dinheiro dá instituição que cuida de pessoas deficientes;

6 – É maçom e vive pregando emigrejas evangélicas, junto com outro juiz, pastor e notório anti-petista, anti-Brasil e baba-ovo dos EUA, formado por Harvard, o procurador ‘Deltan POWERPOINT Dallagnol’, que não tem provas mas muitas convicções, que a Lava-Jato tem auxílio de ‘Deus’;

7 – Em 2003, Moro julgou o escândalo do BANESTADO, que envolveu remessas ilegais de mais US$ 124 bilhões (R$ 520 BILHÕES) ilegalmente, para os EUA, no final da década de 90 – para se ter uma ideia, o montante estimado que foi desviado na PETROBRAS é de cerca de US$ 20 BILHÔES). Neste caso, onde só foram para cadeia alguns laranjas e doleiros sem nenhuma importância, o juiz contou com a ajuda do doleiro ALBERTO YOUSSEFF, natural de Londrina-PR, e ignorou solenemente suas delações contra JAIME LERNER e ÁLVARO DIAS, membros do alto tucanato do Paraná, que tiveram suas campanhas amplamente financiadas pelo doleiro, além de utilizar várias vezes o seu jatinho particular;

8 – Em 2010/12, Moro foi assessor da Ministra ROSA WEBER (coincidentemente, prima da esposa do candidato AÉCIO NEVES, e cujo filho, DEMÉTRIO WEBER, trabalha na REDE GLOBO – de quem o ‘juizmoro’ recebeu premiação e foi projetado nacionalmente como o caçador de ‘corruPTos’), no julgamento televisivo do Mensalão do PT, a famigerada AP-470, quando promulgou o famoso e famigerado voto: “Não tenho provas contra você, Zé Dirceu, mas vou condená-lo mesmo assim, porque assim permite a literatura jurídica”;

9 – Em 2014, através de escutas plantadas nas empresas do José Janene (PP) um dos cabeças do caso do ‘Mensalão’, a PF chega ao doleiro Carlos Habib Chater, que tinha como base de atuação o Posto da Torre, em BRASÍLIA (daí o nome de ‘Operação LAVA-JATO’). Nesse momento surge em cena novamente a figura do Doleiro ALBERTO YOUSSEFF (codnomes: ‘Primo’ e ‘Beto’), captado em escutas telefônicas. Yousseff, então, é preso e concorda em fazer delação premiada novamente, e o ‘juizmoro’ dá início, em CUritiba, à Operação LAVA-JATO, que tem por escopo investigar as denúncias de desvios na PETROBRAS (que tem sede no Rio de janeiro), e torna notório o bordão “NÃO VEM AO CASO”, emitido pelo juiz todas as vezes que as delações incriminam ou lançam suspeitas sobre TUCANOS, ou qualquer um que não pertença ao PT;

10 – Após 3 anos de Operação Lava-Jato e suas intermináveis fases, e idas e vindas, sob o comando do ‘juizmoro’ – que, notadamente, recebe salário muito acima do teto constitucional, e que viaja com frequência aos EUA para trocar ‘informações’ com os órgãos de controle daquele país que GRAMPEARAM a PETROBRAS e a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL durante anos, o resultado é estarrecedor:

10.1 – ALBERTO YOSSEFF, doleiro corrupto e bandido contumaz, que deveria estar preso mas, apesar de reincidente, recebeu todas as benesses de uma nova delação premiada, manteve boa parte de seu grande e patrimônio ilícito e responde em liberdade por seus crimes, tendo se tornado uma espécie de DELATOR PESSOAL do ‘juizmoro’;

10.2 – Quase todas as grandes empreiteiras nacionais estão com seus diretores e presidentes presos preventivamente há pelo menos um ano. Centenas de obras foram paralisadas e milhões de trabalhadores foram lançados ao desemprego, jogando o país numa crise sem precedentes, cujas causas são muito mais políticas e internas do que econômicas e externas A referida “Operação” foi criada com o objetivo único de culpabilizar e criminalizar o PT e as políticas sociais que fizeram o BRASIL e o Presidente LULA respeitados em âmbito internacional – levou o país de 14a a 5a. economia do mundo, numa situação de pleno emprego, em pouco mais de 10 anos de governos progressistas;

10.3 – A cadeia produtiva da PETROBRAS, que respondia por 13% do PIB nacional, até 2014, foi quebrada e a empresa corre sérios riscos de ser fatiada e privatizada, assim como o Pré-sal – que ela descobriu com tecnologia própria -, e muitos de seus valiosos ativos estão sendo leiloados a preço de banana pelo novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, que já foi Ministro de ‘FDP, digo, FHC’ nos tempos da PRIVATARIA TUCANA;

10.4 – A indústria naval e a indústria aeroespacial foram destruídas, bem como foi destruído o Projeto Nuclear Brasileiro, com a prisão irresponsável e injustificável do Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, responsável pelo desenvolvimento de método revolucionário de beneficiamento de urânio, no qual os EUA tem grande interesse;

10.5 – Os políticos mais delatados, até agora, na Lava-Jato do ‘juizmoro’ são, notoriamente, membros do PSDB, PMDB e PP, que são inúmeros e permanecem intocados. Esta malta de delatados que ‘não vem ao caso’, por sua vez, uniram-se num conluio macabro para derrubar a Presidente eleita através de um GOLPE DE ESTADO farsesco e circense absurdo, e tomar o Poder no País, e há graves suspeitas de que assassinaram o Ministro TEORI ZAVASCKI, que já havia anunciado que levaria a julgamento TODOS os envolvidos no esquema de desvio investigado pela LAVA-JATO, que hoje querem abafar;

10.6 – Só quem foi para a cadeia até o momento foram o costas largas ZÉ DIRCEU (novamente sem provas e acusado dos mesmos crimes pelos quais foi absurdamente condenado sem provas na AP-470) e João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, mesmo tendo apresentado toda a contabilidade das doações recebidas pelo partido nas campanhas de 2010 e 2014.

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Lucy

22 de fevereiro de 2018 às 23h55

O BRASIL ESTÁ OCUPADO, COLONIZADO E A SOBERANIA NACIONAL TOTALMENTE ENTREGUE PARA O CAPITAL ESTRANGEIRO DESDE A ERA FHC COM O NEFASTO CONSENSO DE WASHINGTON, AS PRIVATARIAS TUCANAS BLINDADAS NO PARANÁ PELO JUIZ SERGIO MORO QUE MANTEVE ABAFADO O MAIOR CRIME DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DO BRASIL: “O ESCÂNDALO BANESTADO” QUE CAPTOU MEIO TRILHÃO DE REAIS (125 BILHÕES DE DÓLARES) DAS MULTINACIONAIS CORRUPTORAS QUE REMUNERARAM NO BANCO DO ESTADO DO PARANÁ UM QUADRILHÃO DE 300 POLÍTICOS CORRUPTOS E VIRA LATAS OBEDIENTES AOS DESMONTES E ENTREGUISMO LESA PÁTRIA DE FHC.

http://independenciasulamericana.com.br/2012/09/miserias-do-brasil-economicamente-colonizado/

ESSA PESADA CORRUPÇÃO DO ESCANDALO BANESTADO FOI MANTUDA ABAFADA PELO JUIZ SERGIO MORO E SEUS PROCURADORES BLINDANDO OS 300 POLÍTICOS CORRUPTOS ENVOLVIDOS E AINDA MANTEBDO SOLTOS OS 70 DOLEIROS PRESOS NA OPERAÇÃO MACUCO, ELES FORAM COMANDADOS PELO OFFICE BOY DOS TUCANOS ALBERTO YOUSSEF.

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André Rs T

22 de fevereiro de 2018 às 23h08

https://www.conversaafiada.com.br/cultura/snowden-e-lava-jato-objetivo-era-acabar-com-os-brics

Snowden: O objetivo da Lava Jato era acabar com o BRICS

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Professor Mauro

22 de fevereiro de 2018 às 21h27

A maior máfia do Paraná foi também o maior crime de corrupção da história do Brasil o ESCÂNDALO BANESTADO Banco do Estado do Paraná captou MEIO TRILHÃO DE REAIS (125 bilhões de dólares) em propinas pagas a um quadrilhao de FHC pelas multinacionais em troca das privatarias tucanas privato doação de 137 empresas nacionais vendidas em leilões fraudulentos na era FHC e ainda com a concessão de empréstimos doação para os ganhadores das raspadinhas das privatarias tucanas

Outra máfia no Paraná ocorreu em Maringá na gestão do corrupto prefeito tucano SR GIANOTO ele comandou com ajuda do secretário de finanças de Maringá sr LUIZ ANTONIO PAOLUCCHI e o Office boy dos tucanos o doleiro Alberto Youssef nos desvios de
500 milhões de reais (meio bilhão de reais) para as campanhas tucanas no Paraná.
O dinheiro roubado em Maringá nunca foi recuperado e o secretário das finanças LUIZ ANTONIO PAOLUCCHI foi assassinado metralhado e seu corpo foi deixado num porta malas de um carro no centro de Maringá.
Nesse crime o corrupto prefeito tucano SR GIANOTO ficou na mira da polícia mas seu amigo Sérgio Moro pasmem LIBEROU um heabeas corpus para o seu amigo GIANOTO. Dessa forma Sérgio Moro atuou mais uma vez para salvar os amigos tucanos.
O doleiro Alberto Youssef financiou as campanhas tucanas de Álvaro Dias e Osmar Dias e Youssef ainda alugou seu avião para as campanhas tucanas de Álvaro Dias e Osmar Dias

Responder

carlos

22 de fevereiro de 2018 às 17h28

Péraí, existe uma máfia nos pedágios do Paraná. Quem é do PR sabe o que estou dizendo. E hoje gente graúda desse esquema foi presa.

Responder

Vicente

22 de fevereiro de 2018 às 16h19

Ao final, a lava jato vai descobrir, sem provas, que ninguém do psdb está envolvido. Foram Lula, Dilma, Tacla Duran e Osama Bin Laden que desviaram dinheiro do governo do Paraná, mesmo sem fazerem parte do governo. Osama Bin Laden sequer estava vivo quando roubou.

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Paulo Nogueira

22 de fevereiro de 2018 às 16h14

Considerando que as autoridades brasileiras ( MPF, PF e judiciário) alegam possuir provas criminais contra o Sr. Tacla Duran, por quê o Juiz Moro e o TRF4 se negam sistematicamente em ouvir o seu depoimento?

Responder

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