STF discute prisão em 2ª instância

O sistema político da China

Por Redação

12 de abril de 2019 : 19h39

Parabéns ao youtuber Tattoo no Toco por nos trazer um vídeo tão educativo, para entendermos o funcionamento do sistema político da China, que em breve poderá se tornar a maior potência econômica mundial.

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18 comentários

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Sérgio Rodrigues

12 de abril de 2019 às 23h14

De onde é isso?…putzzz…primário demais!…

Responder

Paulo

12 de abril de 2019 às 22h19

Sempre que eu vejo um vídeo desses, agradeço aos “300 de Esparta” pela salvação do mundo ocidental…se os chineses serão ou não, em um prazo curto ou médio, a maior economia do mundo, eu não tenho condições de assegurar, mas que eles se preocupam o tempo todo com a auto-afirmação, eu não tenho dúvida nenhuma. A democracia é o melhor sistema de governo que já se idealizou, e nada, no campo teórico, ainda conseguiu superar isso…

Responder

    NeoTupi

    12 de abril de 2019 às 23h29

    Só que na prática a democracia precisa de reformas profundas também. Tres bem simples: mais democracia direta com plebiscitos, mais comprometimento com políticas de estado que transpassam governos (esse ítem uma das razões do sucesso da China) e por fim incluir cronograma no programa de governo antes da eleição e ter que seguir a execução (se atrasar muito, deixa o eleitor fazer recall podendo perder o mandato) e só poder fazer o que não propôs no programa de governo mediante plebiscito.
    Há muito desalento da população nas democracias europeias e de parte dos EUA por alternar governo e o povo continuar na mesma, coisa que está fazendo o fascismo crescer no eleitorado. No Brasil olha a pobreza do debate nas eleições, com alguns mais preocupado em desconstruir o adversário (inclusive com fake news), apelar para religião para fugir de problemas reais, fogem de temas impopulares durante a campanha e pouco discutem o que fazer com os problemas reais.

    Responder

      Paulo

      13 de abril de 2019 às 00h14

      Sou totalmente favorável à substituição, tanto quanto possível, da democracia representativa para a direta. Mas, no tocante às suas 2 outras proposições, tenho dúvidas sobre a possibilidade de sua implementação. Quero dizer, na “política de Estado que transpassam Governos” e no “cronograma de execução” das políticas prometidas na campanha eleitoral, acho pouco provável a sua efetivação, uma vez que, em relação ao primeiro tópico, é da natureza mesma da democracia a alternatividade dos governos e suas tendências; e, no segundo ponto, a situação do dia-a-dia do governo sobrepuja a própria pauta empenhada na campanha.

      Responder

        NeoTupi

        13 de abril de 2019 às 12h57

        Se não há integridade do votado com quem vota sistematicamente, a democracia vai se autodestruindo, perdendo representatividade e legitimidade. Uma coisa é o eleitor trocar um governante que não cumpre expectativas e ficar satisfeito durante algum tempo razoável até trocar de novo. Outra coisa é passar a maior parte da vida insatisfeito por causa do sistema não atender as demandas do voto.
        O que defendo é o mesmo princípio do Código de defesa do consumidor ser aplicado a um Código de defesa do eleitor. As candidaturas precisam vir com rótulos do produto e contratos muito bem explícitos. O eleitor não deve dar cheque em branco com um mero voto de confiança sem saber no que vai dar.
        Políticas de estado mudam com o tempo, e claro que há momentos de ruptura quando começam a não funcionar ou com novos paradigmas. A vinculação constitucional de verbas mínimas para educação e saude é uma política de estado colocada na Constituição, assim como a lei de responsabilidade fiscal. O que eu digo é que as candidaturas precisam se comprometer com o eleitor a manter ou mudar políticas de estado na campanha eleitoral, ou propor plebiscito para mudá-las. Ex: todo mundo defende educação e saúde pública de qualidade durante a campanha. Depois de eleito cortam esses serviços. O Congresso com Temer cortou verbas futuras do fundo do pré-sal para educação e saúde, contrário ao discurso de campanha de Temer (eleito com programa da Dilma) e contrário ao discurso que os deputados usaram para se eleger. A emenda do teto também.
        Quanto ao dia a dia do governo, não é justificativa para falta de planejamento. Claro que nenhum planejamento é perfeito, mas falta de planejamento, na prática, é planejar o desgoverno e o subdesenvolvimento, além de deixar o governo ser capturado pelos lobbies organizados. Partidos tem suas fundações de estudo, com orçamento público do fundo partidário, para fazer programas de governo realistas, inclusive recorrendo ao diálogo com a sociedade para construir esse programa. Devem ser obrigadas a cumprir sua missão. Um plano plurianual com cronograma e orçamento dos próximos 4 anos, ano a ano, deve ser proposto ANTES da eleição por cada candidato e não improvisado depois. Contendo as grandes rúbricas de despesas e aumento ou diminuição de impostos e quais impostos se for o caso. Eleito, aquele plano vira lei orçamentária impositiva, pois foi aprovado pelo povo. Ao Congresso além de legislar em temas da sociedade extra-executivo, caberia fiscalizar, denunciar o descumprimento, e poderia propor plebiscito por mudanças, e incluir ou excluir coisas miúdas e verbas emergenciais em casos de catástrofes, crises imprevistas, guerras, mas não poderia mudar as grandes rúbricas de despesas e receitas por mera reorientação política sem plebiscito.

        Responder

          Paulo

          13 de abril de 2019 às 17h32

          Economia não é muito a minha área. Mas, se entendi bem o que você propõe, não estaríamos nos aproximando muito de uma economia planejada de moldes comunistas, como na época dos planos quinquenais de Stálin, só que proposta pelo povo e não pelo poder político organizado? Ou o poder político propõe, o povo endossa nas urnas e o proponente se compromete, sob pena, até, de destituição do governo, a implementá-las?

          NeoTupi

          13 de abril de 2019 às 18h34

          Hoje no Brasil a Constituição atual obriga o governo a fazer o Plano Plurianual de 4 anos com vigência do 2o ano de governo e entrando no 1o. ano do sucessor (FHC fez o “Brasil em Ação” e o “Avança Brasil”. Lula fez o “Brasil de Todos” e o “Desenvolvimento com Inclusão Social e Educação de Qualidade”, Dilma fez o “Brasil sem miséria”). A ideia é esse plano ser feito pelos partidos antes da eleição e apresentado na campanha, em vez de fazer depois de eleito. E haver mais rigor na cobrança de metas.
          Cada partido deve fazer seu plano quadrienal, com metas e meios de atingi-las, apresentar ao eleitor na campanha, e o eleitor escolhe qual plano deseja. Eleito é impositivo seguir o que está escrito igual a cumprir um contrato. Se ver que não funcionar, o governo pede autorização de mudanças no contrato via plebiscito antes de dar errado, ou o Congresso convoca recall por descumprir as metas planejadas fora de uma margem de tolerância pactuada como razoável. Obviamente se a economia e os serviços públicos vão mal, o recall fará o governo cair e nova eleição será feita.
          Até eleição de condomínio o síndico eleito é obrigado a executar o orçamento proposto. Para fazer cota extra, obras não emergenciais, exige nova assembléia (equivalente ao plebiscito).
          Planos quinquenais não são monopólio de Stalin, e obviamente em países não comunistas o planejamento se limita ao que diz respeito ao papel do estado. A Coréia do Sul se desenvolveu cumprindo planos quinquenais. A ditadura pós-64 os fazia (I e II PND na época do “milagre”), JK fez o Plano de Metas, e antes Eurico Dutra fez o plano SALTE.

          Paulo

          13 de abril de 2019 às 23h33

          Não é má ideia, o que você propõe. Em princípio, sou sempre favorável a qualquer proposta que vise manietar o poder político, conformá-lo aos anseios populares. Mas a ideia do “recall” pressuporia uma autonomia do Parlamento sem precedentes, na história brasileira. Seria quase, por assim dizer, um parlamentarismo dentro do presidencialismo. Claro que se o Executivo souber utilizar-se desse sistema, poderá se antecipar ao Parlamento, via plebiscitos. Enfim, a questão seria decidida, ao fim e ao termo, no embate político. Mas é mais uma proposta. Talvez “revolucionária” (no bom sentido, de inovação, daquilo que vence barreiras esclerosadas do espaço/tempo), mas não consigo imaginar como funcionaria, na prática, nem, muito menos, se daria certo ou não…provavelmente você tenha mais clareza acerca desse vaticínio…

    LUPE

    13 de abril de 2019 às 17h58

    Caro Paulo

    Se é tão ruim assim o sistema deles,
    como conseguiram sair de um país
    de esmagadora maioria de pobres ,
    miseráveis
    e ignorantes ,

    16.000 pessoas morrendo de frio a cada ano
    por não terem o que comer
    ou onde morar
    (até 1950, quando Mao assumiu o Poder)

    e chegar a ser à segunda economia do Mundo,
    sem pobres ou miseráveis sem nenhum apoio do Estado?

    Como agora estão fabricando,
    por exemplo ,
    28.000.000 (vinte e oito MI MI MI )
    de automóveis por ano,
    maioria de SUVs
    que o chinês tanto gosta?.

    Eu e minha esposa sentados em um bar,
    vimos na Europa
    chinês e chinesas
    (além dos indefectíveis japoneses )
    entrando aos montes nas lojas de griffe caríssimas .
    Em Milão naquela Galeria que me esqueço o nome………….

    Já não acha que esse papo de vocês , a serviço,
    de “democracia”
    (que, engano seu,
    eles têm de muito bom tamanho
    e perfeição)

    desculpe, mas, esse papo de “democracia” ,
    mas “democracia”, com muita miséria,
    muita pobreza,
    muitos mendigos nas ruas,
    muita ignorância e atraso

    esse papo
    já não tá enchendo o s…………………………????

    Responder

      LUPE

      13 de abril de 2019 às 21h41

      Concluindo

      “Democracias” onde quem manda é a Grande Mídia,
      manipulando a cabeça das pessoas.

      Elegem quem é conveniente a seus patrões.
      Destroem quem não é.

      Por este motivo é que o Brasil,
      uma das maiores riquezas territoriais do Mundo,
      e que por isso
      deveria ter um dos melhores padrões de vida do Mundo,
      tem mais de 80% de pobres e miseráveis ………………………………..

      Responder

        Paulo

        13 de abril de 2019 às 23h52

        Não vamos exagerar! O Brasil, por dados recentes do IBGE (que adota os parâmetros do Banco Mundial, nessa questão), tem cerca de 55 milhões de pobres e 15 milhões de miseráveis. o que representaria, somadas ambas as “categorias”, num cálculo aproximado, 1/3 da população brasileira…

        Responder

      Paulo

      13 de abril de 2019 às 23h49

      Lúmpen, vejo que você não tem muito apreço pela “democracia burguesa”, aquela que teve origem em 1789, na Revolução Francesa, pautada pelas ideias iluministas, e foi se aperfeiçoando ao longo das décadas, chegando ao ápice no século XX (alguns dizem que hoje se encontra em crise, há muitos autores prognosticando o “fim da democracia”, acho que tem um livro famoso intitulado “Como Morrem As Democracias”, inclusive). É questão a ser debatida, mas, na China, em Cuba, na Venezuela, provavelmente, estaríamos sendo monitorados por trocarmos essas ideias, pela internet. Então, eu ainda fico com a democracia burguesa, que não nos assola por ato tão trivial de simples diálogo, se é que me entende…

      Responder

        LUPE

        14 de abril de 2019 às 12h57

        Caro Paulo

        Sabe o que é voto distrital?

        Pois é, é a base de tudo.

        Em Cuba, China, e outros países
        escolhem seus representantes quase que por bairro.

        Conhecem seus candidatos a representantes básicos
        (vereadores, deputados etc) cara a cara.

        Aproveitando,
        eu mandei um comentário demonstrando
        que o Brasil é composto por 80% de pobres e miseráveis ,
        mas parece que O Cafezinho não publicou.

        Pobre é aquele que mora mal,
        tem poucas condições de uma melhor alimentação,
        laser e condições de vida muito limitados,

        renda familiar de R$ 3.000,00 ou menos
        nas grandes cidades.

        Miserável ……………………………

        Responder

          LUPE

          14 de abril de 2019 às 13h10

          Quanto a essa vigilância que você menciona,
          realmente existiu nos países comunistas ortodoxos
          que nasceram após a Segunda Guerra.

          Hungria, Tcheco Eslováquia, Bulgária, Polônia, etc.
          eram países razoavelmente industrializados e ricos.

          O comunismo ortodoxo,
          como eu já disse aqui antes,
          serve para tirar países miseráveis da m…………..

          como era a China em 1950, como era a Rússia em 1918, e como era Cuba em 1958.

          Mas, depois que tá todo mundo com a barriga cheia
          o comunismo ortodoxo é repudiado.

          O povo rejeita.

          Por isso é que os governantes daqueles primeiros países
          que citei
          reprimiam o povo ,
          que rejeitava o comunismo ortodoxo.

          Mas dizer que escuta
          é ainda praticada na China, em Cuba , na Venezuela,
          como você afirmou……….

          Paulo, faça-me um favor……………………………

          euclides de oliveira pinto neto

          16 de abril de 2019 às 13h51

          Acho que você desconhece a questão política… A Venezuela não é comunista, o Maduro não é comunista. não tem nada disso… O Bolivarianismo é socialista, na forma de buscar atender às necessidades dos mais carentes… A Venezuela possui uma fortíssima classe média, grande empresariado privado (inclusive que patrocina as tentativas de mudança de governo feitas com apoio dos USA Inc, que têm muito interesse nos 330 bilhões de barris de petróleo venezuelano – as maiores reservas do mundo) e da qual os empresários venezuelanos se locupletaram…

          LUPE

          17 de abril de 2019 às 15h17

          Caro Euclides
          Eu tive que mencionar a Venezuela para responder ao “comentarista” Paulo.
          Foi ele quem mencionou a Venezuela.

          Em nenhum momento eu disse que a Venezuela é comunista.

          Não sou um bossalnarista………….

NeoTupi

12 de abril de 2019 às 20h30

A China já é a maior economia do mundo desde 2016 medida pelo Poder de paridade de compra. Significa que ela já produz mais bens e serviços do que os EUA. O PIB nominal estadunidense ainda é mais alto apenas porque a mesma coisa que os EUA produz tem preço mais alto do que produtos equivalentes chineses. Óbvio que essa situação não vai durar muito tempo.

Responder

    lucio

    12 de abril de 2019 às 23h18

    exato!

    Responder

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