História: Brizola na Unicamp em 1987

Ciro e especialistas discutem reforma da previdência

Por Redação

13 de maio de 2019 : 21h23

No youtube do Ciro Gomes

Quais os direitos ameaçados pela Reforma da Previdência proposta pelo governo? Como funciona a Previdência? Ciro Gomes, em seu segundo programa #RepareBem, conversa com os professores Mauro Filho e Flávio Ataliba, que esclarecem os principais pontos.

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

19 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

Miramar

14 de maio de 2019 às 15h27

Prezado Vira Casaca
Você poderia definir o conceito sociológico de coronelismo e quais os aspectos que o Ciro têm em comum com ele?
Desde já agradeço!

Responder

Vira casaca

14 de maio de 2019 às 09h04

Coroné vai tirar meu nome do SPC e combater os rentistas do alto de seu apartamento de luxo na praia de Iracema.

Responder

    Sérgio Araújo

    14 de maio de 2019 às 14h06

    Coroné Salvadó !! Kkk

    Responder

    Sérgio Araújo

    14 de maio de 2019 às 14h08

    A grana que esse vendedor de dromedários tem aplicada não deve ser uma brincadeira

    Responder

Paulo

13 de maio de 2019 às 21h39

Até comecei a assistir, mas parei na apresentação do Profº Mauro Benevides Fº. Tá em todas e todo mundo já sabe o que pensa…é a favor desta Reforma iníqua, temperando-a com nuances, para parecer sério e com visão própria.

Responder

    Suzana

    13 de maio de 2019 às 23h06

    O que ele pensa?

    Responder

      Paulo

      13 de maio de 2019 às 23h13

      Ó Suzana, não chores por mim, eu digo que o Ciro, vai tocando bandolim…e o Mauro Benevides vai atrás, dizendo sempre sim…

      Responder

        Suzana

        13 de maio de 2019 às 23h16

        Como imaginava, vc não sabe…

        Responder

          Paulo

          13 de maio de 2019 às 23h25

          Ó Suzana, eu sei e digo sim, o Mauro Benevides é a favor da Reforma, inclusive da violência contra o servidor (havido como o grande satã, o “privilegiado”). A circunstância de afirmá-la com a nuance de, supostamente, inclinar-se por uma Capitalização pública, em nada o abona, nem ao seu mentor…

          Responder

            lucio

            13 de maio de 2019 às 23h36

            e nao é privilegiado?
            contribuir inss por 11% e depois aposentar com 100% nao é privilegio?
            uma enfermeira tecnica em hospital publico ganhando 4000, a frente do privado de 1700, nao é privilegiada?
            vc é servidor publico?

            Responder

            Ultra Mario

            13 de maio de 2019 às 23h55

            Nossa, que peninha do povo que teria que capitalizar se quisesse receber acima do teto de 3 a 5 mil reais (o que é menos de 15% da população).

            Achei que a esquerda era contra privilégio, mas parece que você gosta de um privilégio né? Afinal acha que esses super salários tem que ser bancados do bolso do miserável que recebe em média 1.5 mil reais.

            Falando sério, é óbvio que você não sabe, não quer saber e tem raiva de quem sabe.

            Responder

              lucio

              14 de maio de 2019 às 06h23

              ultra mario,
              o paulo é de direita…

              Responder

                Paulo

                14 de maio de 2019 às 17h47

                Só na agenda cultural.

                Responder

            Suzana

            13 de maio de 2019 às 23h57

            E continua não sabendo….

            Responder

            Ivan

            13 de maio de 2019 às 23h58

            Paulo, melhor vc parar, tá feio.

            Responder

              Paulo

              14 de maio de 2019 às 00h08

              Lúcio, Ultra Mário, Suzana e Ivan, respondo a todos: O combinado não sai caro! O que isso significa, pra vocês? Ou não entendem o que eu pergunto? Fiquem à vontade! O diálogo é franco e sempre será, da minha parte. Estou sempre aberto ao contraditório…

              Responder

                kause

                14 de maio de 2019 às 09h23

                Paulo ta lokasso!!!

                Responder

            arthuR

            14 de maio de 2019 às 10h47

            Amigo, há muito desconhecimento da sua parte, entenda:

            1. HOJE o servidor público já entra com o sistema misto, implantado pelo Governo Dilma em 2013. Até o piso do INSS (pouco mais que 5 mil) é o Regime clássico, para além, só por capitalização, sistema FUNPRESP. Então o que eles defendem, é este sistema misto já em vigor desde 2013!

            2. Eles também defendem que o contrato firmado se mantenha, ou seja, não mudar as regras do jogo para quem já está em curso.

            O que eles defendem é uma discussão acerca da previdência, já que ela se mostra decrescente desde 2009, e hoje deficitária (não o déficit do governo, bem menor, mas um déficit), combatendo-o cortando as desonerações dos grandes, e com calma, com ampla debate, chegar a políticas nacionais para reverter o vetor decrescente da previdência.

            Responder

              Paulo

              14 de maio de 2019 às 18h00

              Por partes:

              1) O regime de capitalização (ou misto, se preferir) é uma violência para com o contribuinte, seja servidor, seja empregado celetista, especialmente em relação a este último, pois, na proposta de Ciro, impondo-se a contribuição patronal (que não existe na proposta do Governo), o trabalhador não vai ser contratado, a não ser que seja obrigatória para todos, e não opcional, como propuseram no vídeo – na verdade não se definiram, claramente, mas não funciona em caráter opcional e, se imposto, deve ser administrado pelo Governo, como no Regime de Distribuição, pois o próprio pressuposto de sua utilidade fica prejudicado;

              2) Refiro-me às alíquotas progressivas, presentes no projeto do Guedes e não questionadas por Ciro e Benevides. Isso é tirar com uma mão o que se concedeu com outra, via contrato do servidor civil com o Estado brasileiro (seja união, estados ou prefeituras), lá atrás. As alíquotas têm que permanecer as mesmas do Contrato, ou não haverá justiça, notando que já são maiores que as do Regime Geral e muito maiores que as dos militares.

              Responder

Deixe uma resposta

x
WP Facebook Auto Publish Powered By : XYZScripts.com