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Veja rebate ponto a ponto resposta de Moro

Por Redação

05 de julho de 2019 : 14h25

O ministro e ex-juiz (mais ex do que juiz) publicou, no site do Ministério da Justiça, uma resposta à reportagem da Veja publicada hoje, que traz mais uma leva de vazamentos de diálogos travados entre ele e procuradores.

A Veja, em seguida, publicou uma réplica (ou seria tréplica?) a essa resposta.

Reproduzimos abaixo, para deleite dos internautas, e registro histórico, os dois textos, primeiro o de Moro, em seguida o da Veja.

A resposta de Moro:

NOTA À IMPRENSA

Brasília, 05/07/2019 – Sobre a reportagem da Revista Veja:

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, não reconhece a autenticidade de supostas mensagens obtidas por meios criminosos e que podem ter sido adulteradas total ou parcialmente. Lamenta-se que a Revista Veja se recusou a encaminhar cópia das mensagens antes da publicação e tenha condicionado a apresentação das supostas mensagens à concessão de uma entrevista, o que é impróprio. De todo modo, alguns esclarecimentos objetivos:

1 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de quebra de parcialidade por suposta mensagem na qual teria solicitado manifestação urgente do Ministério Público para decidir sobre pedido de revogação de prisão preventiva de José Carlos Bumlai. A prisão preventiva de José Carlos Bumlai foi decretada em 19 de novembro de 2015. Houve pedido de revogação da prisão ao final do mês de dezembro. O recesso Judiciário inicia em 19 de dezembro. Então, a manifestação do Ministério Público era necessária, como é em pedidos da espécie, para decidir o pedido da defesa. A urgência decorre da natureza de pedido da espécie e, no caso em particular, pela proximidade do recesso Judiciário que se iniciaria em 19 de dezembro. Então, a solicitação de urgência, se autêntica a mensagem, teria sido feita em benefício do acusado e não o contrário. Saliente-se que o ministro, como juiz, concedeu, em 18 de março de 2016, a José Carlos Bumlai o benefício de prisão domiciliar para tratamento de saúde, o que foi feito em oposição ao MPF. Os fatos podem ser verificados no processo 5056156-95.2015.4.04.7000 da 13ª Vara Federal de Curitiba.

2 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de quebra de parcialidade por suposta mensagem de terceiros no sentido de que teria solicitado a inclusão de fato e prova em denúncia do MPF contra Zwi Skornicki e Eduardo Musa na ação penal 5013405-59.2016.4.04.7000. Não tem o ministro como confirmar ou responder pelo conteúdo de suposta mensagem entre terceiros. De todo modo, caso a Veja tivesse ouvido o ministro ou checado os fatos saberia que a acusação relativa ao depósito de USD 80 mil, de 7 de novembro de 2011, e que foi incluído no aditamento da denúncia em questão, não foi reconhecido como crime na sentença proferida pelo então juiz em 2 de fevereiro de 2017, sendo ambos absolvidos deste fato (itens 349 e 424, alínea A e D). A absolvição revela por si só a falsidade da afirmação da existência de conluio entre juiz e procuradores ou de quebra de parcialidade, indicando ainda o caráter fraudulento da suposta mensagem.

3 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de ter escondido fatos do ministro Teori Zavascki em informações prestadas na Reclamação 21802 do Supremo Tribunal Federal e impetrado por Flávio David Barra. Esclareça-se que o então juiz prestou informações ao STF em 17 de setembro de 2015, tendo afirmado que naquela data não dispunha de qualquer informação sobre o registro de pagamentos a autoridades com foro privilegiado. Tal afirmação é verdadeira. A reportagem sugere que o então juiz teria mentido por conta de referência a suposta planilha constante em supostas mensagens de terceiros datadas de 23 de outubro de 2015. Não há qualquer elemento que ateste a autenticidade das supostas mensagens ou no sentido de que o então juiz tivesse conhecimento da referida planilha mais de 30 dias antes. Então, é evidente que o referido elemento probatório só foi disponibilizado supervenientemente e, portanto, que o então juiz jamais mentiu ou ocultou fatos do STF neste episódio ou em qualquer outro.

4 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de ter obstaculizado acordo de colaboração do MPF com o ex-deputado Eduardo Cunha. O ocorre que eventual colaboração de Eduardo Cunha, por envolver supostos pagamentos a autoridades de foro privilegiado, jamais tramitou na 13ª Vara de Curitiba ou esteve sob a responsabilidade do ministro, então juiz.

5 – Acusa a Veja o ministro, então juiz, de ter comandado a Operação Lava Jato por conta de interferência ou definição de datas para operações de cumprimento de mandados de prisão ou busca e apreensão. Ocorre que, quando se discutem datas de operações, trata-se do cumprimento de decisões judiciais já tomadas, sendo necessário que, em grandes investigações, como a Lava Jato, haja planejamento para sua execução, evitando, por exemplo, a sua realização próxima ou no recesso Judiciário.

O ministro da Justiça e da Segurança Publica sempre foi e será um defensor da liberdade de imprensa. Entretanto, repudia-se com veemência a invasão criminosa dos aparelhos celulares de agentes públicos com o objetivo de invalidar condenações por corrupção ou para impedir a continuidade das investigações. Mais uma vez, não se reconhece a autenticidade das supostas mensagens atribuídas ao então juiz. Repudia-se ainda a divulgação distorcida e sensacionalista de supostas mensagens obtidas por meios criminosos e que podem ter sido adulteradas total ou parcialmente, sem que previamente tenha sido garantido direito de resposta dos envolvidos e sem checagem jornalística cuidadosa dos fatos documentados, o que, se tivesse sido feito, demonstraria a inconsistência e a falsidade da matéria. Aliás, a inconsistência das supostas mensagens com os fatos documentados indica a possibilidade de adulteração do conteúdo total ou parcial delas.

***

A réplica da Veja, publicada no site da revista:

Em nota oficial, Sergio Moro responde à reportagem de capa de VEJA

Revista procurou ministro antes de publicação, mas não aceitou a condição de enviar previamente a ele o material dos diálogos de forma virtual

Da Redação

Na manhã desta sexta, 5, o ministro da Justiça Sergio Moro publicou uma nota comentando a capa da última edição de VEJA, “Justiça com as próprias mãos”. A reportagem traz diálogos inéditos analisados pela parceria VEJA e o site The Intercept Brasil mostrando irregularidades cometidas por Moro como juiz da Lava-Jato.

Fora dos autos, ele pediu à acusação que incluísse provas aos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem. Além disso, revelam os diálogos, comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um juiz. Na privacidade dos chats do Telegram, Moro revisou peças de procuradores e até deu bronca neles.

Os jornalistas de VEJA tentaram entrevistar o ministro pessoalmente antes da publicação da capa para expor a ele esse conteúdo e ouvir suas explicações, mas a revista não aceitou a condição de enviar previamente a ele o material dos diálogos de forma virtual. De qualquer forma, VEJA agradece a atenção dedicada à reportagem pelo ministro na nota divulgada. Moro voltou a não reconhecer a autenticidade das mensagens e dedicou respostas detalhadas aos pontos que considerou mais importantes da reportagem de capa da revista. Segue a íntegra dos itens destacados pelo ministro, seguidos por comentários de VEJA.

Acusa a Veja o ministro, então juiz, de quebra de parcialidade por suposta mensagem na qual teria solicitado manifestação urgente do Ministério Público para decidir sobre pedido de revogação de prisão preventiva de José Carlos Bumlai. A prisão preventiva de José Carlos Bumlai foi decretada em 19 de novembro de 2015. Houve pedido de revogação da prisão ao final do mês de dezembro. O recesso Judiciário inicia em 19 de dezembro. Então, a manifestação do Ministério Público era necessária, como é em pedidos da espécie, para decidir o pedido da defesa. A urgência decorre da natureza de pedido da espécie e, no caso em particular, pela proximidade do recesso Judiciário que se iniciaria em 19 de dezembro. Então, a solicitação de urgência, se autêntica a mensagem, teria sido feita em benefício do acusado e não o contrário. Saliente-se que o ministro, como juiz, concedeu, em 18 de março de 2016, a José Carlos Bumlai o benefício de prisão domiciliar para tratamento de saúde, o que foi feito em oposição ao MPF. Os fatos podem ser verificados no processo 5056156-95.2015.4.04.7000 da 13ª Vara Federal de Curitiba.

COMENTÁRIO DE VEJA

Em sua resposta, Moro confunde dois diálogos referentes ao pecuarista José Carlos Bumlai publicados na reportagem. VEJA identificou quebra de imparcialidade de Moro enquanto juiz no diálogo publicado na página 40 da revista, sobre o qual o ele não se manifestou em sua nota. O caso em questão aparece em um diálogo ocorrido em 13 de outubro de 2015. Nele, o procurador Paulo Galvão, o PG, alerta Roberson Pozzobon, seu colega da força-tarefa de Curitiba, sobre uma orientação de Moro. “Estava lembrando aqui que uma operação tem que sair no máximo até por volta de 13/11, em razão do recesso e do pedido do russo (Moro) para que a denúncia não saia na última semana”, escreve PG. “Após isso, vai ficar muito apertado para denunciar.” Pozzobon concorda com PG e acrescenta: “uma grande operação por volta desta data seria o ideal. Ainda é próximo da proclamação da república. rsrs”. Moro, portanto, não apenas sugere uma data para uma determinada operação, como também já fala em receber a denúncia.

A partir de um levantamento das operações ocorridas em novembro e das denúncias oferecidas em dezembro de 2015, chega-se à conclusão de que o diálogo trata da Operação Passe Livre, que prendeu José Carlos Bumlai. Ele atuou como laranja do PT, intermediando um empréstimo de 12 milhões de reais do Banco Schahin ao partido em 2004. O pedido de Moro comentado na conversa entre PG e Pozzobon acabou cumprido à risca. Bumlai foi preso em 24 de novembro e denunciado em 14 de dezembro — na última semana antes do recesso da Justiça Federal do Paraná. No dia seguinte, Moro recebeu a denúncia, a tempo de impedir que os crimes prescrevessem no fim de 2015.

A nota do ministro refere-se ao diálogo publicado na página 36. No trecho em questão, VEJA destaca a relação de parceria estabelecida pelo então juiz e o procurador Deltan Dallagnol. Diz a reportagem: “Chama atenção também o momento em que Dallagnol dá dicas ao ‘chefe’ sobre argumentos para garantir uma prisão. Isso aconteceu em 17 de dezembro de 2015, quando Moro informa que precisa de manifestação do MPF no pedido de revogação da prisão preventiva de José Carlos Bumlai, pecuarista e amigo de Lula. ‘Ate amanhã meio dia’, escreve. Dallagnol garante que a ação será feita e acrescenta: ‘Seguem algumas decisões boas para mencionar quando precisar prender alguém…’.

ITEM 2 DA NOTA OFICIAL

Acusa a Veja o ministro, então juiz, de quebra de parcialidade por suposta mensagem de terceiros no sentido de que teria solicitado a inclusão de fato e prova em denúncia do MPF contra Zwi Skornicki e Eduardo Musa na ação penal 5013405-59.2016.4.04.7000. Não tem o ministro como confirmar ou responder pelo conteúdo de suposta mensagem entre terceiros. De todo modo, caso a Veja tivesse ouvido o ministro ou checado os fatos saberia que a acusação relativa ao depósito de USD 80 mil, de 7 de novembro de 2011, e que foi incluído no aditamento da denúncia em questão, não foi reconhecido como crime na sentença proferida pelo então juiz em 2 de fevereiro de 2017, sendo ambos absolvidos deste fato (itens 349 e 424, alínea A e D). A absolvição revela por si só a falsidade da afirmação da existência de conluio entre juiz e procuradores ou de quebra de parcialidade, indicando ainda o caráter fraudulento da suposta mensagem.

COMENTÁRIO DE VEJA

A reportagem destaca a atitude do ex-juiz no momento em que ele pede a Deltan Dallagnol para incluir um documento na denúncia já oferecida a ele pelo Ministério Público Federal. Na nota oficial, aliás, Moro confirma o que consta no processo citado por VEJA: depois do seu alerta, o depósito foi realmente incluído no aditamento da denúncia em questão. O episódio demonstra pendor do então juiz em favor de uma das partes do processo — nesse caso, a parte da acusação. Em caso de dúvida, o juiz pode, sim, pedir novas diligências, convocar testemunhas não inquiridas pelas partes, entre outros esclarecimentos. No entanto, todos os atos do magistrado devem constar dos autos para que ambas as partes permaneçam em “paridade de armas”, no jargão jurídico, ou seja, que disponham das mesmas informações.

ITEM 3 DA NOTA OFICIAL

Acusa a Veja o ministro, então juiz, de ter escondido fatos do ministro Teori Zavascki em informações prestadas na Reclamação 21802 do Supremo Tribunal Federal e impetrado por Flávio David Barra. Esclareça-se que o então juiz prestou informações ao STF em 17 de setembro de 2015, tendo afirmado que naquela data não dispunha de qualquer informação sobre o registro de pagamentos a autoridades com foro privilegiado. Tal afirmação é verdadeira. A reportagem sugere que o então juiz teria mentido por conta de referência a suposta planilha constante em supostas mensagens de terceiros datadas de 23 de outubro de 2015. Não há qualquer elemento que ateste a autenticidade das supostas mensagens ou no sentido de que o então juiz tivesse conhecimento da referida planilha mais de 30 dias antes. Então, é evidente que o referido elemento probatório só foi disponibilizado supervenientemente e, portanto, que o então juiz jamais mentiu ou ocultou fatos do STF neste episódio ou em qualquer outro.

COMENTÁRIO DE VEJA

A cronologia dos fatos não deixa dúvidas. A conversa em questão se refere ao caso de Flávio David Barra, preso em 28 de julho de 2015. Em 25 de agosto, a defesa de Barra pede ao ministro do STF Teori Zavascki a suspensão do processo tocado pela 13ª Vara de Curitiba, alegando que Moro não tinha competência para julgar o caso por haver indício de envolvimento de parlamentares, entre eles o então senador Edison Lobão (MDB-MA). Os advogados do executivo informam Zavascki que Barra havia mencionado doações irregulares a políticos, incluindo Lobão, em seu primeiro depoimento à Polícia Federal, quando foi preso. Diante da reclamação, Zavascki cobra explicações de Moro, que diz não saber nada sobre o envolvimento de parlamentares. Mesmo assim, com base nas informações da defesa, o ministro do STF suspende em 2 de outubro as investigações, o que força o então juiz a remeter o caso de Curitiba para Brasília três dias depois.

O comportamento de Moro perante Zavascki foi impróprio, como evidencia um diálogo registrado no Telegram dezoito dias depois entre o procurador Athayde Ribeiro Costa e a delegada Erika Marena, da Polícia Federal. Costa diz precisar com urgência de uma “planilha/agenda” apreendida com Barra que descreve pagamentos a diversos políticos. Marena responde que, por orientação de “russo” (Moro), não tinha tido pressa em “eprocar” a planilha (tradução: protocolar o documento no sistema eletrônico da Justiça). “Acabei esquecendo de eprocar”, disse. “Vou fazer isso logo”, completa. Na pior das hipóteses, Moro já sabia da existência da planilha quando foi inquirido por Zavascki e mentiu ao ministro. Em um segundo possível cenário, igualmente comprometedor, Moro teria tomado conhecimento da planilha depois da inquirição de Zavascki e pediu à delegada para “não ter pressa” em protocolar o documento (dado que Érika faz a afirmação em 23 de outubro).

ITEM 4 DA NOTA OFICIAL

Acusa a Veja o ministro, então juiz, de ter obstaculizado acordo de colaboração do MPF com o ex-deputado Eduardo Cunha. O ocorre que eventual colaboração de Eduardo Cunha, por envolver supostos pagamentos a autoridades de foro privilegiado, jamais tramitou na 13ª Vara de Curitiba ou esteve sob a responsabilidade do ministro, então juiz.

COMENTÁRIO DE VEJA

Na verdade, a reportagem de VEJA afirma que Moro fez pressão contra o acordo de colaboração de Cunha. Isso fica evidenciado em um diálogo ocorrido em 5 de julho de 2017 entre o ex-juiz e o procurador Deltan Dallagnol. Na conversa, Moro questiona Dallagnol sobre os rumores da delação de Cunha. Dallagnol responde que são “só rumores” e que haveria uma reunião na semana seguinte com o advogado de Cunha para tratar dos anexos. “Estaremos presentes e acompanharemos tudo”, escreve Dallagnol. Moro agradece e reforça sua posição: “Sou contra, como sabe”. Um juiz não pode opinar em negociações com delatores, função exclusiva do Ministério Público.

As tratativas em questão cabiam à força-tarefa da Lava Jato da Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília, mas tiveram a participação de procuradores de Curitiba e de outros Estados. Um grupo foi criado no Telegram por Ronaldo Queiroz, da força-tarefa da PGR, justamente para que todos fossem às reuniões com os advogados de Cunha e pudessem opinar sobre o assunto. Apesar de não caber a Moro a homologação de um eventual acordo – essa função era do STF, no caso –, não é papel de um juiz manifestar a um procurador, em uma conversa privada, qual é a sua opinião sobre uma negociação de delação premiada, principalmente uma que uma que ainda estava em andamento. Moro o fez sem nem saber qual era o conteúdo dos anexos que Cunha tinha a apresentar.

ITEM 5 DA NOTA OFICIAL

Acusa a Veja o ministro, então juiz, de ter comandado a Operação Lava Jato por conta de interferência ou definição de datas para operações de cumprimento de mandados de prisão ou busca e apreensão. Ocorre que, quando se discutem datas de operações, trata-se do cumprimento de decisões judiciais já tomadas, sendo necessário que, em grandes investigações, como a Lava Jato, haja planejamento para sua execução, evitando, por exemplo, a sua realização próxima ou no recesso Judiciário.

COMENTÁRIO DE VEJA

VEJA mostra nos diálogos apresentados que o então juiz Sergio Moro agia na prática como chefe do MPF. Entre outras coisas, ele sugeria aos procuradores as datas em que operações deveriam ser realizadas contra alvos da Lava Jato. O magistrado interferiu, portanto, na agenda dos procuradores. E o fez fora dos autos. Um dos exemplos apresentados é o diálogo datado do dia 7 de julho de 2015, em que o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima repassa ao delegado da Polícia Federal Igor Romário um pedido de Moro sobre a semana ideal para uma operação contra o “professor” (almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, que presidia a Eletronuclear). “O Russo (Moro) sugeriu a operação do professor para a semana do dia 20”, escreve Lima. O delegado responde no Telegram: “Opa.. beleza… Vou começar a me organizar”. Pinheiro da Silva foi preso naquele mesmo mês.

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82 comentários

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Luiz Carlos Pielak

10 de julho de 2019 às 19h08

Por que é sempre sites porcaria como esse que ficam do lado de um partido que quebrou o país? É tão bom o dinheiro recebido para acabar com a ética jornalistíca (se um dia ela existiu)? Fico imaginando uma série de idiotas uteis com um domínio na internet, se aproveitando da “liberdade de imprensa” para criar uma narrativa de mimimi para desculpar as mortes que a corrupção gerou. Não sei quem é pior: o corrupto ou quem o protege.

Responder

Luiz

08 de julho de 2019 às 18h35

O momento é decisivo e não podem ocorrer equívocos, aonde é que vocês estão vendo duas cabeças?

Responder

LUPE

06 de julho de 2019 às 22h05

Caros leitores
Não me levem a mal
mas a foto
não lembra a
Hidra do Mal?

Responder

Alan C

06 de julho de 2019 às 16h08

Pararam de postar pq miliciada porca???

Responder

CARPOA

06 de julho de 2019 às 15h07

BOLSONARO DELINQUENTE !!!!
MORO E PROCURADORES CURITIBANOS CRIMINOSOS !!!!
CADEIA NELES !!!!

Responder

CARPOA

06 de julho de 2019 às 15h00

——-LULA ESTÁ PRESO BABACA !!!!!!———
E VC MIGUEL ABRAÇOU ISSO,NÃO TEM VERGONHA DO QUE FEZ ??????

Responder

Wenceslau Cornucópia Milionakis

06 de julho de 2019 às 12h40

E o Bozo , cara de pau que se aposentou aos 33 anos , vem defender o trabalho infantil.
O filho mais novo dele já tem 20 e poucos anos e fica jogando League of Legends o dia inteiro , e ainda assim é um tremendo prego.
Ganhei duas vezes do miliciano jr sem grandes esforços.
Só pobre de direita pra cair nessa conversa.
Felizmente acumulei o suficiente para garantir que meu filho nunca vai trabalhar pra nimguém na sua vida , assim como o Bozo tratou de fazer.
O trabalho dignifica mas a servidão humilha e degrada.

Responder

João Ferreira Bastos

06 de julho de 2019 às 10h02

Bolsonaro traidor
Moro ladrão

Responder

João Ferreira Bastos

06 de julho de 2019 às 10h01

Bolso não traidor
Moro ladrão

Responder

ricardo

05 de julho de 2019 às 20h54

Eu acho que o pt , psol e greenwals nao querem lula livre com essa parafernalia que estao fazendo!! Se o lula dor solto, a gleise o damus, o pimenta e muitos outros vao perder o protagonismo e os holofotes que tem hoje!! Eles querem se vingar do moro , dar um jeito de minar sua influencia e travar a lava jato pra proteger futuros reus ou reus com processos ja em andamento!! Acho que eles estao pegando pesado e tb podem ter uma reviravolta pesada contra eles.A ida do moro ao fbi, nsa e o silencio da policia federal quanto a investigacao em andamento.. pode virar um missel contra todos eles , enquanto muitos esperam que o greenwald lance uma bomba que ainda nao vimos!!
Ta na cara que eles sabem que essas conversas divulgadas ate agora geram muita desconfianca na populacao quanto a autenticidade e se existe alguma edicao!!
E todos eles tem plena consciencia que nao servem como prova judicial em lugar nenhum do mundo!! Falam das conversas do lula e da dilma vazadas..concordo que foram vazadas de forma apressada, porem estavam amparadas por lei e dentro da justica e dos autos(se venceu prazo ou nao nao importa, faziam parte do processo originalmente).
Pra terminar .. como ja disse acima..ou o greenwald lanca uma bomba com algo de concreto e entrega a justica ou tem grande chance de receber um missil qdo menos esperar!!
Me ocorreu agora…sera que o greenwald com tudo isso nao esta querendo apenas dar um protagonismo maior ao psol???

Responder

    zÉ rENATO

    05 de julho de 2019 às 21h17

    Imbecil e Pseudo Intelectual de Botequim reproduzindo o que ouviu do LEO AO QUADRado.

    Responder

      ricardo

      05 de julho de 2019 às 21h27

      OO energumero sem cultura e educacao…nem sei quem e esse leo ao quadrado..nas agora q vc falou vou procurar, pq diferente de vc eu sei ler!!
      Vai pro 247 ler as manchetes deturbadas e fantasiosas e contiua burro assim que a direita agradece!!

      Responder

        ricardo

        05 de julho de 2019 às 21h31

        Desse vou passar..acabei de ver que e do 247. La so gosto de ver comentarios doutrinados dos fanaptcos..noticias eu procura em sites ou blogs que fazem jornalismo!!

        Responder

    Marcio

    05 de julho de 2019 às 22h21

    Tá dando protagonismo ao bolso dele, ou acha que está dando as receptacoes para revistas de graça ?

    Responder

    Alan C

    05 de julho de 2019 às 22h40

    pqp eu não sei quem é mais retardado, os pobres de direita da bozolândia ou a petezada, tudo a mesma MERDA.

    Responder

      Marcio

      06 de julho de 2019 às 07h57

      Assim disse qurm votou no PT desde que nasceu e vai continuar votando.

      Responder

        Alan C

        06 de julho de 2019 às 08h22

        Assim disse qurm votou no Aécio/Alckmin/Serra desde que nasceu e vai continuar votando.

        Responder

          Marcio

          06 de julho de 2019 às 09h05

          Nunca, caro antipetista eleitor do PT.

          Alan C

          06 de julho de 2019 às 09h26

          Muda de nome mas o que tá escrito, TÁ ESCRITO.

Nicola Granato

05 de julho de 2019 às 19h58

Onde está a sociedade civil brasileira? Onde está a outrora vigorosa OAB? Onde está a outrora vigorosa ABI? ONDE ESTÃO AS PESSOAS DECENTES E INFLUENTES deste país que não podem se omitir fazendo cara de PAISAGEM E ESPERANDO VER O QUE ACONTECE?

Responder

    Justiceiro

    06 de julho de 2019 às 10h56

    A sociedade civil brasileira apoia a Lava Jato, a OAB se tornou uma sucursal do PT com esse novo presidente, e a ABI é outro trambolho, que está infestado de esquerdista.

    E Lula continua preso.

    Mais alguma pergunta?

    Responder

Paulo

05 de julho de 2019 às 19h35

A pergunta que não quer calar: se têm provas contundentes em mãos, por que os detratores da condenação de Lula não as trazem à luz, para que possam ser convalidadas judicialmente e dar início de imediato a um processo de anulação do julgamento? Não que isso impeça a propositura de outra ação penal, com o mesmo escopo, caso os fatos não estejam prescritos (e nem implicaria em que as provas produzidas nesses autos sejam, todas, viciadas, e não possam ser aproveitadas em novo processo), mas, pelo menos, Lula poderia gozar de alguns dias em liberdade…Lula livre?

Responder

    ricardo

    05 de julho de 2019 às 20h29

    Paulo eu acho que o pt na verdade nao quer o lula livre!! So quer se vingar do moro e travar a lava jato pra que nao alcace os futuros reus!!
    Se o lula for solto acaba o protagonismo da gleise do pimenta do damus dentre outros!! Eles , pt e o psol perderao os holofotes a nivel nacional e mundial!!
    A estrategia politica do momento e mais complexa do que parece!!
    So que eles e o greenwald podem levar uma invertida a qualquer momento, porque o moro esteve no fbi e csa e a policia federal tb ta atras deles…to pra te dizer que antes de sair alguma bomba de verdade contra moro… e capaz de sair um missil contra o greenwald e o pt!!
    Mas todo esse debate e muito bom pro brasil e melhor ainda pra esquerda se aprimorar tb!!
    Vc acha que eles nao sabem que esses dialogos geram muitas duvidas na populacoa quanto a autenticidade, e, que nao tem nenhum valor juridico!!
    Claro que eles todos sabem muito bem disso…eles nao estao querendo fazer justica, apenas fazendo politica de forma pesada…e o tombo tb pode ser grande!!!

    Responder

    Alexandre Neres

    05 de julho de 2019 às 20h44

    Tava demorando. Ô Paulo, esquece do Lula rapaz, que obsessão. Parece ideia fixa, vai se tratar, meu caro, procure um psicanalista. O assunto é sério. Moro conseguiu o que queria, foi lançado ao estrelato. Deu no New York Times em letras garrafais: juiz imoral. Se tal fato tivesse ocorrido em um país civilizado, ele já teria sido defenestrado de há muito. O ministro Marco Aurélio Mello levantou a questão para deixar claro o ponto: imaginem se ele tivesse pedido ao advogado de defesa pra explorar um ponto que tivesse passado batido? Disse mais: se fosse presidente, não o indicaria para o supremo. Mas eu me preocupo é com você, Paulo. Você depositou todas as suas fichas, investiu emocionalmente, passou a acreditar que o conge era um super-herói. Agora taí, diante da triste realidade em que o mocinho se mostrou um tremendo vilão. Não deve ser fácil pra você cair a ficha de que acreditou no conto do vigário. Te cuida. Vê se não faz uma besteira. Abraço

    Responder

    Ulisses

    06 de julho de 2019 às 04h48

    KKKKKKKKKKKKK! Mais provas que já vieram a luz? Numa sociedade democrática Moro e patotinhas já estariam na cadeia e Lula solto! Mas vivemos numa ditadura jurídica caro ignaro! Quantos habeas corpus e processos já não entraram no supreminho nosso Haha Huhu com provas de suspeição que foram negados até de forma ilegal?

    Responder

      Marcos

      06 de julho de 2019 às 07h32

      Buá buá buá!!! O calango tá preso babaca, e vai ficar no xilindró por muito tempo. Chora mais coleguinha, kkkkkkkkk

      Responder

        Marcio

        06 de julho de 2019 às 07h58

        Vai nada, em agosto vai pro semi-aberto.

        Responder

          Alan C

          06 de julho de 2019 às 08h23

          Virou lulista agora…

          Marcio

          06 de julho de 2019 às 09h08

          Acaba o regime fechado e passa pro semi-aberto.

          Petista de carteirinha deve saber dessas coisas….

          Alan C

          06 de julho de 2019 às 09h27

          Falou o lulista de carteirinha, mesmo votando no aécio

degas

05 de julho de 2019 às 19h12

Você pega pontos como o último e nota que o Moro contestou uma coisa e a Veja saiu falando de outra, mentindo que os diálogos (no geral) provam que era chefe do MP e citando datas e contextos que você teria que conferir de novo com o Moro e só constam das transcrições comprovadamente editadas do falso ganhador do Pulitzer.

Além disso, a Veja “esquece” do que vem ANTES DE TUDO e o Moro cita logo no início: “O ministro … não reconhece a autenticidade de supostas mensagens obtidas por meios criminosos e que podem ter sido adulteradas total ou parcialmente”.

Este problema está resolvido? Confirmaram a autenticidade? Beleza, peguem os diálogos onde acham que há provas e levem-nos para a Justiça. Denuncia, prova, fim. Quando eles vão fazer isso?

Resposta: NUNCA. Eles sabem que não têm nada e só querem fazer tumulto.

Ah, e o bandido Lula continua preso, babacas.

Responder

    Henrique Baptista

    05 de julho de 2019 às 21h47

    Se aqueles putos não entregarem o material que receberam de criminosos, só farão papel de palhaços…Se eles já estão sem crédito com os soviéticos vermelhos, imaginem agora, depois dessa cagada monstra…Só valeu a pena pra eles por que devem ter pegado a maior grata do Lula e do Verdevaldo, esses dois putos tem muita grana escondida na Suíça…

    Responder

Carmem

05 de julho de 2019 às 19h06

À Revista Veja:
Senhores editores,
continuem como vocês estão fazendo. Alimentando maledicências, mentiras, tentando confundir e enganar seus leitores e tentando prejudicar nosso Grande e Querido Ministro Sergio Moro.
Continuem assim, e brevemente vocês verão sua revista (VEJA) malfadada e nojenta, fechar a portas como já aconteceu com a Manchete e outras. A revista Veja não tem mais credibilidade, seus assinantes canelam suas assinaturas dia a dia. Eu própria já fiz isso ha muito tempo. Saibam que vocês que o que vocês escrevem, ninguém mais quer perder tempo para ler. E vocês não tem moral nem para se aproximarem do Ministro Sergio Moro. O lugar devido para a Revista Veja e vocês, é na lata de lixo.

Responder

    Antonio Lisbôa Santana Filho

    05 de julho de 2019 às 19h25

    É messsmo….kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder

    EDUARDO JOSÉ DE MIRANDA KRUSCHEWSKY

    05 de julho de 2019 às 19h55

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK CANTO DO CISNE? KKKKKKKKKKKKKKK OU DO PATO CURITIBANO? KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Responder

Alan C

05 de julho de 2019 às 19h01

100 comments, vamo miliciada!!!!

Responder

Alan C

05 de julho de 2019 às 18h59

O marreco tinha que ir pro corredor da morte.

Responder

Alexandre Neres

05 de julho de 2019 às 18h41

A Veja emendou um petardo de proporções épicas, mostrando de forma didática que a Liga da Justiça andava unida sob a batuta do conge, comandada com mão de ferro ao arrepio do estado democrático de direito em afronta ao sistema de freios e contrapesos no qual policial investiga, procurador acusa e juiz julga de modo equidistante em relação às partes, neste caso acusador e réu. Até o Faustinho aparece na parada dando conselhos ao dito conge. Ah, o Faustinho confirmou que a conversa ocorreu, conforme consta no Telegram. Entenderam, seus rematados imbecis, como se atesta a veracidade de um diálogo? E o capacho do Dallanhinho, que sabujo mais subserviente é aquele? “Aha uhu o Fachin é nosso.” Menino de recados do chefe da orcrim, em desrespeito às prerrogativas do MPF. Pelas suas feições abatidas na Câmara, o justiceiro provinciano não vai conseguir segurar o rojão. Imaginem quando surgir o áudio com aquele falsete inconfundível? Chegou a hora de pôr pra fora aquele grito guardado na garganta: JUIZ LADRÃO!

Responder

Justiceiro

05 de julho de 2019 às 17h53

Ainda com essa ladainha? Esse chororô?

Perderam, palybostas!

Moro continua mais forte de que nunca, Bolsonaro continua mais forte do que nunca, Lula continua mais preso do que nunca…e os petistas continuam chorando mais do que nunca.

O vídeo do Papa, que Vedevaldo usou, é falso; o Pulizer, que ele diz que ganhou, não foi ele….

Se não pararem com esses traques, vão eleger Sérgio Fernando Moro no primeiro turno, em 2022.

Responder

Marcio

05 de julho de 2019 às 17h46

Como tudo no Brasil, essa palhaçada passou do ridículo faz tempo.

Responder

Marcos

05 de julho de 2019 às 16h17

Novo mantra petralha, “Salva nós Veja “…

Responder

    Henrique Baptista

    05 de julho de 2019 às 21h37

    Eu queria pra mim só 10% do que a VEJA recebeu dos vermelhos pra publicar essa BOSTA…Certamente eu amansaria a minha cida financeira e não ia mais nem trabalhar (entraria em férias eternas igual ao LULA…kkkkkkk)

    Responder

      Alan C

      05 de julho de 2019 às 22h42

      Já eu queria saber onde tua ma e tava com a cabeça de botar um animal no mundo feito vc

      Responder

Osiris

05 de julho de 2019 às 16h11

Acho que o moderador do Lixo247 foi dispensado lá e admitido aqui no cafezinho…..

Responder

Alexandre Neres

05 de julho de 2019 às 15h56

A Veja emendou um petardo de proporções épicas, mostrando de forma didática que a Liga da Justiça andava unida sob a batuta do conge, o que caracteriza uma organizaçāo criminosa (orcrim) e afronta o sistema de freios e contrapesos, no qual o policial investiga, o procurador acusa e o juiz julga equidistante em relação às partes. Até o Faustinho aparece na parada dando conselhos ao dito conge. Ah, o Faustinho confirmou que a conversa ocorreu, conforme consta no Telegram. Entenderam, seus rematados imbecis, como se atesta a veracidade de um diálogo? E o capacho do Dallanhinho, que sabujo mais subserviente é aquele? “Aha uhu o Fachin é nosso.” Não passa de um menino de recados que reverencia de joelhos o chefe da orcrim. Pelas suas feições abatidas na Câmara, o justiceiro provinciano não vai conseguir segurar o rojão. Imaginem quando surgir o áudio com aquele falsete inconfundível? Chegou a hora daquele grito guardado na garganta: JUIZ LADRÃO!

Responder

    degas

    05 de julho de 2019 às 20h56

    Você é idiota ou só está se fazendo? É claro que os dados foram roubados e alguns diálogos e pessoas são verdadeiros (embora retirados de seu contexto, como este do Faustão, que é uma bobagem). Mas você precisa:

    1 – Encontrar um diálogo comprometedor para o Sérgio Moro.
    2 – Mostrar que ESTE diálogo não foi editado pelo Verdevaldo.

    Quando tiver isso, não precisa nem publicar em lugar nenhum. Leva pra Justiça, prova e pronto.

    Só que eles não vão para a Justiça porque não têm nada.

    Responder

      Alan C

      05 de julho de 2019 às 22h38

      Foram roubados de algum pobre de direita BURRO feito vc, kkkkk…

      Responder

      Luiz

      06 de julho de 2019 às 06h13

      “Quando tiver isso, não precisa nem publicar em lugar nenhum. Leva pra Justiça, prova e pronto.” Frase lapidar. É preciso enterrar a vaza jato rapidamente e demonstrar que o caminho no qual o PT incorreu não ocorreu sem razão. O neoliberalismo iniciou a sua existência ideológica tentando demonstrar que as leis de mercado não são responsáveis pela acumulação. Infelizmente, esqueceu-se disso, e agora se bate contra o socialismo mais primário. Lula não é expressão disso.

      Responder

        CARPOA

        06 de julho de 2019 às 15h06

        DEMÊNCIA NÃO TEM FIM,FELICIDADE SIM !!!!!!!!
        procura um médico ou melhor ainda ! aproveita a onda armamentista do DELINQUENTE BOLSONARO e te mata cara !faz esse favor ,te mata,inútil !!vc é um lixo !! te mata !!!!

        Responder

          Luiz

          06 de julho de 2019 às 21h14

          Reitero,a vaza jato é uma perda de tempo, circo burguês para a psicoterapia de pitbull.

Osiris

05 de julho de 2019 às 15h41

Lava Jato firme e forte como nunca!!
o Povo está ao lado de Moro, falem o que for, mas: recuperou bilhões, prendeu bilionários, políticos e até ex-presidentes!
Quanto a bolsonaro tem se mostrado no mesmo patamar da dilma: calado é poeta!

Responder

    Alan C

    05 de julho de 2019 às 18h43

    Deixa de ser pobre de direita, se orienta!

    Responder

    gustavo

    07 de julho de 2019 às 08h34

    Moro é falso, não prendeu a filha do Sarney,e nem a mulher do Cunha,muito menos a filha do Cunha , mandou o processo dela para o Estado do Maranhão, Moro escondeu todos seus amigos, mas será mostrado para os brasileiros ver, a lista é grande !

    Responder

Henrique Baptista da Silva

05 de julho de 2019 às 15h25

Eu, um pobre cidadão brasileiro pagador de impostos que não me retornam em serviços dignos, na condição de julgador de Agentes Públicos e Políticos corruptos que desviam cifras bilionárias do suado dinheirinho do povo brasileiro para outros países governados por outros Agentes e Políticos também corruptos que desviam todo o dinheiro e não investem no seu povo e nem devolvem ao povo brasileiro aquilo que lhe foi roubado (por exemplo: os 500 BILHÕES = MEIO TRILHÃO de reais desviados do BNDES por ordem de LULA, deveriam ser emprestados aos micro e pequenos empresários brasileiros que jamais verão a cor dessa dinheirama desviada dos seus impostos), por isso que já foi falado e, mais ainda, por todo o roubo TRILIONÁRIO realizado por esses GOVERNOS CORRUPTOS dessa NOVA REPÚBLICA CRIADA POR LADÕES E BANDIDOS LARÁPIOS, Eu, na condição de JUIZ POPULAR, venho a JULGAR e a dar a minha IMPOLUTA SENTENÇA sobre esse caso que somente poderia acontecer em uma FALSA REPÚBLICA ONDE O MACACO COME A BANANA, assim JULGO e SENTENCIO:
“FICA ABSOLVIDO O EX JUIZ SÉRGIO E CONDENADO À PRISÃO PERPÉTUA O LARÁPIO MOLUSCO LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA”. É O VEREDITO, CUMPRA-SE, PARA O BEM DO POVO BRASILEIRO. OBRIGADO E AMÉM.

Responder

    Marcio

    05 de julho de 2019 às 18h35

    Torcemos para que nào abram a tampa desse esgoto do BNDES, chega de merda.

    Responder

      Alan C

      05 de julho de 2019 às 18h40

      o BNDES que dá dinheiro pra Vale matar centenas de pessoas, destruir a natureza e ainda ouvir do presidente da empresa que ela é uma joia brasileira e que não pode ser punida. É um escárnio.

      Chega de merda.

      Responder

        Marcio

        05 de julho de 2019 às 18h44

        O assunto è o BNDES nào a Vale.

        Responder

          Alan C

          05 de julho de 2019 às 18h49

          Tá com dislexia agora????? kkkk

          gustavo

          07 de julho de 2019 às 08h39

          Marcio, vc é muito inocente, o BNDES não fez empréstimo para a Vale ?

        Marcio

        05 de julho de 2019 às 18h47

        O que tem a ver o Banco que te empresta o dinheiro para comprar sua casa com o que vocè fàz na sua casa ? Nào tò entendendo.

        Responder

          Alan C

          05 de julho de 2019 às 18h49

          Deixa de ser fanfarrão cara, quando o BNDES emprestou pra Cuba vc foi o primeirão a dar chilique.

          Alan C

          05 de julho de 2019 às 19h00

          Não tá entendendo? Mas que grande novidade..

    Marcio

    05 de julho de 2019 às 18h51

    No ponto em que chegaram duvido fortemente que os emprestimos para os amigos das ditaduras vermelhas por exemplo nào tenham sido empurrados e liberados em troca de uma gorjeta gorda para o partido e para uso proprio.

    Quem colocou esses vemes na posiçào de tomar o Brasil de ponta a cabeça foi o voto ideologico do brasileiro quem se enche a boca da palavra democracia e vota sempre para os mesmos porcos.

    Responder

      Alan C

      05 de julho de 2019 às 18h53

      Mas os empréstimos pra Vale matar gente tá tudo certo, eta ideologismo imbecilóide pqp! rs

      Responder

aha uhu o fachin...

05 de julho de 2019 às 15h01

Desculpe minha ignorância mas o juiz ladrão, segundo o dep. federal do psol , em suas respostas fala: “quebra de parcialidade” não seria quebra da imparcialidade?

Responder

    Justus

    05 de julho de 2019 às 15h32

    Para a esquerda normal é justamente ser parcial e estranho é quando se é imparcial.

    Responder

      Alan C

      05 de julho de 2019 às 18h41

      Estranho é quando é CONJE

      Responder

Dany

05 de julho de 2019 às 14h52

Ainda não entendi pq os diálogos não foram periciados. Com isso Moro ganha tempo, pois sem perícia ninguém pode contestar a versão dele de hackeamento e etc e tal.

Responder

    JUIZFAKE

    05 de julho de 2019 às 15h00

    pq se cair na mão da PF eles dão fim ao material

    Responder

      Dany

      05 de julho de 2019 às 15h29

      Mas não precisa ser a PF, contrata uma perícia no exterior.

      Responder

        Fabio

        05 de julho de 2019 às 16h08

        Nossa, como esquerdistas são buuuuuuuuuuuuuuuurros. Não há perícia possível , caros idiotas……, exceto se houver material a ser comparado no celular do procurador. Vou ser bem didático para ver se os muares petistas entendem : Um sujeito entra na residência de Lula e rouba joias de ouro. Sabendo que pode ser pego, manda fazer réplicas das joias em dissulfeto de ferro , derrete as verdadeiras joias e vende as barras resultantes. Pego pela polícia…..diz que está arrependido e devolve as joias ( as réplicas em dissulfeto de ferro ), dizendo que aquelas foram as subtraídas da casa de Lula . E aí, como será feita a perícia ??

        Responder

          Alan C

          05 de julho de 2019 às 18h54

          burro é a fd*p que te botou no mundo

          Antonio Lisbôa Santana Filho

          05 de julho de 2019 às 19h30

          Bela explicação, ladrão. Vc sabe onde está o queiroz?

          Marcio

          05 de julho de 2019 às 20h18

          Lula não tem residência nenhuma. Kkkk

          Alan C

          06 de julho de 2019 às 08h24

          Se tem ou não, pro DD “vai depender da articulação com os americanos” humm

        Rafael

        05 de julho de 2019 às 16h10

        Já vi noticias que a Intersept não quer enviar o material para perícia, mas posso estar enganado.

        Responder

          Alexandre Neres

          05 de julho de 2019 às 16h16

          Deve estar enganado, meu rapaz. Jornalista preserva sigilo da fonte, no caso o procurador castor, cujo irmão advogado ganhou fortuna com a força-tarefa. Quem sonegou o celular pra não ser periciado pela PF foi o procurador dallagneco, que submete de forma vil as prerrogativas de um procurador pra ser lambe-botas de marreco.

          Dany

          05 de julho de 2019 às 16h33

          Não vi nada a esse respeito, mas se não mandar vai ficar a opinião de um contra a opinião do outro. Acho que o Intercept tá errando nisso.

          Alexandre Neres

          05 de julho de 2019 às 19h07

          Não me venha passar por sonso, meu rapaz. A menos que seja um analfabeto funcional… Sabe o que é estranho? Um juiz ladrão cujo modus operandi na Lava Jato foi o vazamento de informações sigilosas. Agora que surge um vazamento de proporções gigantescas, mostrando que quem com ferro fere com ferro será ferido, aí o canalha vazador começa a reclamar de um suposto hacker. Haja cara de pau! Pobre do país que quer cobrar de um pretenso hacker que aja conforme a lei, mas não exige que um magistrado respeito o estado democrático de direito e o devido processo legal.

          Justiceiro

          05 de julho de 2019 às 17h43

          Rafael. Você está certo. Verdevaldo não quer de jeito nenhum mandar seu material para a perícia. Nem entregar ao STF, como sugeriu Sérgio Moro.

          Veja que o via…quis fazer parceria com a Globo, mas quado esta lhe pediu o material para conferir sua autenticidade, ele refugou.

          A propósito: eu tenho umas conversas gravadas entre Lula e Palocci, que confirmam tudo o que o ‘italiano’disse na delação, acusando Lula de corrupto.

          Em certo momento vou revelar.

        Antonio Lisbôa Santana Filho

        05 de julho de 2019 às 19h27

        Menos americana ou israelense.

        Responder

    gustavo

    05 de julho de 2019 às 16h25

    A imprensa quer sangrar o Moro até no final de um ano, Moro não aguenta essa pressão toda e vai entrar em depressão, essas acusações vão causar um desgaste muito grande em sua família, podendo todos ficar doentes se ele não for afastado ! Ninguém aguenta pressão psicológica por muito tempo, ,acaba ficando doente !

    Responder

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