Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

Tábata explica contratação de namorado

Por Redação

24 de julho de 2019 : 10h55

Em seu facebook, a deputada federal (PDT-PS), desabafou em relação à notícia de que teria contratado o seu namorado, o colombiano Daniel Alejandro Martínez, para trabalhar em sua campanha, pelo valor de R$ 23 mil.

A contratação de parentes, amigos ou pessoas com quem se tem algum relacionamento afetivo, para trabalho em campanha eleitoral não é proibido.

Tábata:

O Daniel disse não a diversas oportunidades de emprego e postergou projetos profissionais, por vários meses, para poder trabalhar na minha campanha. Quem já fez campanha saindo do zero sabe que é muito difícil encontrar pessoas que queiram interromper suas carreiras por meses por algo tão pouco palpável e possível, e comigo não foi diferente. Quando decidi me candidatar, no início, pude contar com menos de 10 pessoas, e o Daniel foi uma delas. Ele fez pesquisas, conversou com especialistas de educação e pobreza e teve um papel muito importante na construção de um documento de dezenas de páginas com minha visão e propostas para diversas áreas, de educação a moradia. Foi ele também quem levantou todos os dados que me guiaram em cada fala, debate e evento. Ele gerou e alimentou com estratégias um banco de contatos de voluntários de campanha que alcançou um grande número de pessoas. Também desenhou um banco de dados com critérios para escolha dos bairros e locais que seriam prioritários na campanha de rua, além de ser responsável pela equipe que cuidava da mobilização de voluntários. Além de todos os documentos que ele gerou, são centenas de voluntários que ele coordenou e que até hoje têm seu número pessoal. Reafirmo minha gratidão ao Daniel e a toda a equipe que esteve ao meu lado durante a campanha, que abriram mão de muitas coisas por acreditarem em um sonho coletivo e que sabem o quanto foi difícil e suada a nossa eleição, resultado de uma construção feita a muitas mãos. Foram mais de 400 pessoas diferentes doando para a minha campanha e milhares de voluntários, muitos dos quais eu nunca conheci. Minha campanha foi construída na raça com muito esforço e ajuda, e tenho muito orgulho de tudo o que construímos.

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16 comentários

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Jair Soares

26 de julho de 2019 às 07h57

Ela será declarada santa pela igreja cafezinho. O papa Do Rosário ja assinou o decreto.
Hihihihihihihihi

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Pedro

25 de julho de 2019 às 09h22

Chega de falar dessa moça , dexa ela na geladeira

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Paulo

24 de julho de 2019 às 17h48

Se ele é tão bonzinho por que não foi voluntário como tantos outros que a srta mesma alega terem se mobilizado, em sua campanha?

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Alexandre Neres

24 de julho de 2019 às 15h22

Quando um comentário que fizer for publicado tempestivamente irei ficar tão feliz. Enviei 13h e pouco e nada, como sempre.

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Luis Campinas

24 de julho de 2019 às 14h41

Vamos ser generossímos e imaginar que sim, não tem ilegalidade portanto…Agora, vc participar dos debates do partido, conforme lideranças atestam, sem nunca ter feito objeção alguma e no dia votar contra uma posição partidária fechada e pior alegar democracia. É muito complicado minha filha.

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NeoTupi

24 de julho de 2019 às 14h32

Convenceria se o namorado dissesse SIM às “diversas oportunidades de emprego” e com dinheiro do salário dele fizesse doações à campanha dela.

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Marcos Andrade

24 de julho de 2019 às 14h24

Não se preocupe, você está com a maioria,… dos políticos brasileiros.

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Robert

24 de julho de 2019 às 14h16

Tsc, tsc, tsc.

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Anatb

24 de julho de 2019 às 13h43

So nos resta lembrar Stanislaw Ponte Preta: restaure-se a moralidade ou locupleteme-nos todos.

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Alexandre Neres

24 de julho de 2019 às 13h22

Tadinha. Nem gosto de ver uma pessoa de origem simples cometer um deslize desses. O problema foi ter gostado de ocupar este espaço de paladina da moralidade. Só que o telhado ficou de vidro. Moralmente, é injustificável o fato de pagar uma bolada dessas pro namorado, ainda mais para quem quer encarnar a nova política. Com o texto, de forma imatura ela passou recibo. Confessou o erro crasso. Não explicou nada, se enrolou toda. Se fosse ela, submergia, saía dos holofotes. Aparecia só para votar “não” à reforma da previdência. Caso contrário, que vá para os braços de Dória ou de Rodrigo Maia. Quem sabe não vire uma estrela da nova política seguindo a cartilha do que há de mais velho?

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Douglas Tavares

24 de julho de 2019 às 13h20

“O Daniel disse não a diversas oportunidades de emprego e postergou projetos profissionais, por vários meses, para poder trabalhar na minha campanha.” Resumindo: O DANIEL É UM SÃO FRANCISCO DE ASSIS PÓS-MODERNO!!!!!

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Caíque

24 de julho de 2019 às 13h05

Ela se acha uma genia pq estudou em Harvard e pensa que o povo é burro. Então, pq não pagou o rapaz com dinheiro do bolso dela.
Desculpa esfarrapada. E pq não explicou isso antes de sair a notícia nos jornais. Ela pensa que o povo é burro.
Só é mais uma política trambiqueira. Não tem nada de diferente dos outros políticos.
Se é honesta como diz dizer devolve os 23 mil aos cofres públicos.

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Marcus Padilha

24 de julho de 2019 às 12h31

Essa contratação foi um pecado menor comparado ao voto contra os trabalhadores que ela deu na votação da reforma da previdência.

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Alan C

24 de julho de 2019 às 11h57

Contratou o namorado??? Essa menina tem tudo a ver com a bozolândia então…

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Luiz

24 de julho de 2019 às 11h42

Até quando foi insistir em defender essa moça. Ele é apenas uma preposta de empresários. O mandato não pertence à ela. Ela é apenas a ocupante do cargo, mas as decisões não são dela. Uma pena, pois, é pobre, se misturou com a elite, pensou que fazia parte da elite e, assim que terminar o serviço (mandato) será descartada, como tudo que é comprado e voltará para o mundo que ela ignorou e fingiu não conhecer. Merece.

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Fábio maia

24 de julho de 2019 às 11h15

Pra quem palpita sobre tudo com desenvoltura . Esse silêncio grita

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