CPI da Fake News, com Joice Hasselmann

Fernandez ganha no 1º turno

Por Redação

28 de outubro de 2019 : 09h55

O candidato peronista Alberto Fernández, que tinha como vice em sua chapa a ex-presidente Cristina Fernández, ganhou as eleições na Argentina no 1º turno.

Com 97% das urnas apuradas, Fernandez obteve 12,46 milhões de votos, ou 48,1% dos votos válidos, contra 10,4 milhões de votos, ou 40,4% da chapa de Maurício Macri.

O novo governo enfrentará muitas dificuldades financeiras, herdadas da administração atual, além de um terrível ataque especulativo que já começou a bombardear as finanças do país. O Banco Central argentino está tomando medidas drásticas para conter a fuga de dólares do país.

O presidente Jair Bolsonaro, que está nos Emirados Árabes, declarou que não pretende “felicitar” o novo governante eleito na Argentina, e que prefere esperar para ver “que política adota”.

Bolsonaro disse ainda que a Argentina poderia ser “afastada do Mercosul”, caso Fernández não siga a linha adotado pelo governo Macri e não reconheça o acordo de livre comércio entre o bloco e a União Europeia.

O presidente do Chile, o conservador Sebastián Piñera, seguiu na linha contrária de Bolsonaro e cumprimentou educadamente o povo argentina por sua escolha.

Abaixo, eu separei alguns paineis divulgados pelo jornal Pagina 12, com os resultados das eleições no país. O primeiro painel é o resultado geral das eleições presidenciais. Os outros painéis se referem às eleições legislativas, para os governos, e por fim, o resultado das eleições presidenciais na província e na cidade de Buenos Aires.

 

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7 comentários

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Renato

28 de outubro de 2019 às 22h51

Interessante é que o combate à corrupção na América Latina fica novamente a segundo (quinto) plano. O chamado “rouba mas faz” é a regra que insiste em prevalecer, independentemente de qual linha ideológica (se é que isto existe) domina o poder. Republiquetas de fato…

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    Paulo

    29 de outubro de 2019 às 09h15

    Tem que se estabelecer um meio termo entre liberalismo econômico e dirigismo estatal (se é que isso é possível) para desenvolver um país pobre, de educação política precária e índices sócio-econômicos sofríveis, como o Brasil. Liberalismo bom é o liberalismo dos outros. Aí fazem como o Chile: querem ser neoliberais mas as elites políticas são, desde sempre, concentracionistas e alienadas da sociedade. Não pode dar certo…

    Responder

Evandro Garcia

28 de outubro de 2019 às 16h12

A Argentina sempre foi uma ilha no deserto enquanto a alfabetização na América do Sul, mas nos últimos 10/15 anos caiu nessa onda de populismo, peronismo, idiotismo, sei lá como se chama e se emporcalhou irremediavelmente.

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    Paulo

    29 de outubro de 2019 às 09h11

    O peronismo é um fantasma que assombra a Argentina há bem mais tempo do que 15 anos. O que eu sempre achei curioso na história da Argentina é que, a despeito dos seus níveis de educação – bem mais elevados do que os da América Latina, como um todo, Brasil inclusive -, e até de QI, que, segundo alguns institutos internacionais, vem apresentando níveis de crescimento superior à média mundial, nos últimos anos, o país mergulha cada vez mais na pobreza, e, portanto, no caos político. Não sei se é um país viável…

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LUPE

28 de outubro de 2019 às 14h52

Caros leitores,

Se não estatizarem a Grande Víbora
(leia-se a Grande Mídia),
que é dominada,
controlada
e serve,
faz parte dos nossos superpoderosos inimigos,
principalmente estrangeiros,
esta faz um similar à Lava Jato
ou coisa parecida,
e derruba eles.

Sempre foi assim
(Getúlio Vargas, Collor, Lula/PT, Iugoslávia, Ucrânia, etc., etc.).
E sempre será.

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Everton Garcia

28 de outubro de 2019 às 11h31

Lula Libre…o laranja da Cristina começando com palhaçadas de terçeiro mundo.

Pel Amor de Deus…

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    LUPE

    28 de outubro de 2019 às 22h53

    Caros leitores

    EPA!!!!!!!

    Olha aí “comentarista” dólares, instituto, nossos inimigos.
    Novo nome na praça.

    Será o velho Paulo?
    Será o Justiceiro?
    Será o Degas?
    Será a Andressa?
    Será qui será????

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