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Eleições 2020: PC do B decide não formar aliança com PT em seis capitais e PSOL entra no radar

Por Redação

17 de agosto de 2020 : 11h17

Nas últimas quatro décadas, o PC do B foi um aliado tradicional do PT nas eleições e também nos governos petistas.

Porém, o partido presidido por Luciana Santos decidiu que desta vez os comunistas não devem formar aliança com o PT em pelo menos seis capitais.

Com a decisão, o PT articula acordos com o PSOL em candidaturas como de Daniel Zen (Rio Branco), Marília Arraes (Recife) e Zé Ricardo (Manaus).

No radar dos petistas, há também a possibilidade de uma aliança com os psolistas em Maceió, onde ambos podem liderar a chapa para disputar o comando do Paço Municipal na capital alagoana.

Em capitais como Belém, o PT se uniu com PC do B, PDT, PSB e Rede para apoiar a candidatura do ex-prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL).

Porém, os petistas tentaram sair do blocão da esquerda por desejarem compor a chapa majoritária e um acordo deverá ocorrer nos próximos dias para evitar a debandada do partido.

Já em Florianópolis, o PSOL também deve lançar uma candidatura com apoio do PDT, PC do B, PSB, PT e Rede.

Em cidades como Caucaia, segundo maior colégio eleitoral do Ceará, o PT fechará aliança com o PDT em apoio a candidatura do deputado estadual Elmano Freitas (PT), aliado do governador Camilo Santana, principal líder petista no estado.

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6 comentários

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Alan C

17 de agosto de 2020 às 18h03

Ninguém em sã consciência vai fazer aliança com o partido que até um camundongo sabe que a derrota é certa….

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ANGELO MARCIO SANTOS SILVA

17 de agosto de 2020 às 15h08

Infeizmente temos uma midia tendenciosa e conveniente, sou cirista entoa meto pau PT, sou petista meto pau PT….errado muito….estao lutando um contra outro, sem razao, luta contra neofascismo. Olha que votei em Ciro 1 turno, desde inicio da eleicao, torci muito para pt e psb pcdd, apoiar lo. Mas passado isso, os sites progressitas nao podem ficar com post conveneitne ou contra pt ou contra pdt. Com narrativa que p PT hegemonico, essa reportagem mesmo mostra que nao esta bem aassim agora. Dino e oo unico progressita presidenciavel, que pondera, nao age com figado, buscaconciliar, equlibrado, nao sai criicando , por fim, defende alianca , dialogo, pensar para frente, mesmo com criticas pontuais o PT, mesmo com posicoes diferente. Dino, fez aliancas no maranahao da diretia a equerda, e fazotimo governo. Por fim, se mantverem essa linha, nao chegarem a equelibriio, criticas construtivas e nao acusatorias, difamatorias……corremos o risco de ter 2 turno bozo e moro…

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    Salomão

    17 de agosto de 2020 às 22h18

    Pelo andar da carruagem não teremos segundo turno.

    Responder

Alexandre Neres

17 de agosto de 2020 às 12h31

O PC do B deve procurar o caminho que melhor lhe convier. Não acho que deva ficar necessariamente orbitando em torno do PT. Por exemplo, em São Paulo temos 3 candidatos progressistas: Orlando Silva, Jilmar Tatto e Guilherme Boulos. Esperemos que não faça como Aldo Rebelo, que foi parar em um partideco, seguindo de certa forma uma picada aberta por Roberto Freire, um vexame ambulante.

Por sua vez, o que é insuportável é o recorte do Cafezinho, obsessivo com o PT. Sai à cata de notícias que são contrárias ao PT ou que se enquadram na narrativa que ele quer construir. O que é de se estranhar, dada a fixação que tem com o partido dos trabalhadores, é que marotamente esconda as declarações enfáticas do governador Flavio Dino (PC do B/MA) de que todo o campo progressista deve estar ao lado de Lula contra o ex-ministro da injustiça, devido à série de ilegalidades cometidas pelo marreco, vide farsa de Palocci. Falando nisso, o Sr. Miguel do Rosário parece querer copiar a estratégia do juiz ladrão. Antes de o processo começar contra Lula, o juiz ladrão já sabia aonde queria chegar. Todos os fatos que se encaixavam na tese que estava construindo eram considerados, enquanto todos que iam de encontro à tese abraçada com unhas e dentes eram descartados.

O Sr. Miguel do Rosário é conservador. Defende que se faça omelete sem quebrar ovos. Que as greves não devem incomodar o cidadão nem atrapalhar o trânsito. Que o povo é ordeiro e gosta de meritocracia. Que a questão antirracista é de somenos importância em nosso país, apesar de todas as evidências em contrário. Que discutir as pautas identitárias favorece Bolsonaro em detrimento do campo progressista. Vezenquando o Pedro Breier tenta trazer por aqui o assunto à baila, mas o cenário é complicado. Miguel é careta. Esse blogue não fez nenhuma matéria acerca das mentiras do Zema e do abuso da PM/MG ao destruir as casas de assentados do MST no Quilombo Campo Grande. Será que o deputado Mario Heringer (PDT-MG) esteve lá?

O Sr. Miguel do Rosário faz o jogo da direita. O tempo inteiro incita a briga fratricida no campo progressista, favorecendo o mito, não sei se consciente ou inconscientemente, mas já passou da hora de sair do armário. Quando os neofascistas digladiam entre si, acabam gerando mais grupos e se fortalecendo, ao passo que, quando a resistência faz o mesmo, enfraquece a capacidade de oposição, já que divide a própria energia.

Por fim, termino com a análise sempre lúcida do Ricardo Cappelli: “Não existe oposição. Os “ex-70%” são uma fragmentação fictícia. Ninguém se entende para nada. Não é possível marcar um CAFEZINHO entre os principais líderes dos partidos de esquerda – para nem falar da oposição liberal, que anda mal das pernas. Está interessante a disputa fratricida pela hegemonia da derrota. Haraquiri é pouco. Talvez, depois do desastre eleitoral iminente nas eleições municipais, a esquerda se dê conta de que o povo lhe fez uma bela ‘lipoaspiração’.”

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Vixen

17 de agosto de 2020 às 12h05

São as mesmas cenas da campanha eleitoral…agora também no NE: https://www.youtube.com/watch?v=f5b9KtGQ7eE&feature=youtu.be

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Jerson7

17 de agosto de 2020 às 11h52

A tragedia que resume a esquerda brasileira è o fato que em 2020 esista um autoproclamado “partido comunista”….è pra là de ridiculo.

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