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Apoio a Boulos entra no radar do PT após Tatto patinar nas pesquisas

Por Redação

15 de outubro de 2020 : 09h58

A cúpula do PT colocou no radar a adesão na candidatura de Guilherme Boulos (PSOL) a Prefeitura de São Paulo após o candidato do partido, Jilmar Tatto, patinar nas pesquisas.

No último levantamento feito pelo Datafolha, o petista registrou apenas 1% enquanto Boulos apareceu com 12% das intenções de voto. O candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, Celso Russomano (Republicanos), lidera com 27% e o atual prefeito, Bruno Covas (PSDB), é o segundo colocado com 21% das menções.

De acordo com reportagem da Folha, o apoio a Boulos chegou a ser discutido entre o ex-presidente Lula e o ex-ministro Gilberto Carvalho, atual coordenador da campanha de Tatto.

Para não tomar uma decisão brusca logo no início da campanha, o núcleo do partido propôs a Tatto um prazo de duas semanas para crescer dois dígitos nas pesquisas. Caso contrário, o PT vai declarar oficialmente apoio a Boulos.

A proposta foi fruto da análise de Carvalho sobre a viabilidade eleitoral do partido na capital paulista. A revisão da candidatura foi discutida na reunião com Lula.

A última aposta do partido para que Tatto cresça nas pesquisas será a aparição do ex-presidente no programa eleitoral. Com isso, o coordenador de comunicação da campanha, deputado estadual José Américo, acredita que Tatto “vai passar de 20%”.

Apesar do esforço, a candidatura de Tatto têm enfrentado imensas dificuldades de engajamento com os eleitores e a própria militância.

Nesta segunda-feira, 12, Carvalho afirmou em reunião que o candidato estava sozinho na porta de uma igreja sem a companhia de militantes, não despertando a atenção dos eleitores.

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2 comentários

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Tadeu

15 de outubro de 2020 às 13h35

“De acordo com reportagem da Folha”

Ou seja, não vai acontecer nunca. A Folha e seus jornalistas obviamente fazem parte da corja de petistas traidores que, sem sair do PT, aderiram à candidatura do PSOL, e agora querem coagir o cachaceiro a transferir de graça o que resta do seu capital eleitoral ao playboyzinho invasor.

A questão é bem simples: se o cachaceiro tem votos a transferir, é ilógico ele os transferir a qualquer outro candidato que não o seu próprio. E, se por acaso ele estiver acabado em SP e não tiver mais votos a transferir, então uma eventual adesão dele à candidatura do PSOL não agrega nada ao PSOL, ao mesmo tempo que não aufere nenhuma vantagem para o PT – um eventual apoio ao PSOL agora não tem possibilidade de reverter em apoio futuro ao PT, dado o nível de trairagem que os envolvidos já se mostram capazes de cometer. Simplesmente não existe lógica em o PT abandonar a candidatura própria, tenha ela viabilidade ou não.

Responder

    Batista

    17 de outubro de 2020 às 00h51

    Há dois tipos de anta, a natural e a ‘antadeu’, a que não entende, mesmo pirografando, que sendo necessário, Boulos, Tatto e Orlando tornam-se uma só candidatura e o que estiver melhor posicionado, a cinco dias da eleição, leva praticamente a totalidade dos votos dos outros dois e vai para o segundo turno enfrentar o candidato mais votado pela classe dominante, entre ‘Doricovas e Bolsomano’, independente de haver ou não orientação partidária, e havendo, se consonante ou não.

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