Paris Café: O que esperar da classe média para 2022?

Paraná Pesquisas: Kalil (PSD) tem apoio popular para renunciar e disputar o Governo de Minas Gerais em 2022

Por Gabriel Barbosa

28 de fevereiro de 2021 : 16h30

Conhecido pela sua autenticidade na oratória e objetividade no trato político, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), se tornou um dos gestores mais populares do país e hoje é tido como um nome forte para disputar o Governo de Minas Gerais em 2022.

Um levantamento feito pelo Paraná Pesquisas mostra que 61,7% consideram a gestão de Kalil como ótima/boa, 15,6% como ruim/péssima e 1,3% não sabe.

Já quando se fala na aprovação, Kalil tem os estonteantes 74,5% e apenas 22,6% de reprovação. Cerca de 3% não souberam avaliar.

Fonte: Paraná Pesquisas

Com esses índices de aprovação entre os eleitores de BH, naturalmente que Kalil tem apoio popular para renunciar ao seu cargo de prefeito para disputar o executivo mineiro em 2022.

Segundo o levantamento, cerca de 56,6% querem Kalil na disputa contra Romeu Zema (Novo), atual governador de Minas. Já 38,6% são contra a candidatura de Kalil e 4,8% não souberam responder.

Dessa maioria, Kalil tem maior apoio entre jovens de 16 a 24 anos com 62,3% e quem possui apenas o ensino fundamental, 59,5%.

O Paraná Pesquisas ouviu 705 eleitores de Belo Horizonte entre os dias 18 a 22 de fevereiro, com margem de erro de 4 pontos porcentuais para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%.

Gabriel Barbosa

Jornalista com passagens pelo Grupo de Comunicação O POVO (Ceará), RedeTV! e Band News FM.

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3 comentários

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Miramar

01 de março de 2021 às 01h15

Ainda quero ver o Kalil na Presidência da República. Depois do Ciro, é claro.

Responder

EdsonLuiz.

28 de fevereiro de 2021 às 22h22

Viva Miriam Leitão!
Viva Patrícia Campos!
Viva Vera Magalhães!

Viva os jornalistas profissionais brasileiros, dos melhores do mundo. Sem eles como seríamos informados sobre os descuidos e abusos do poder e dos poderosos? Sem eles, como teríamos sabido dos desmandos da ditadura brasileira? Da ditadura cubana? Da ditadura chilena? Da ditadura venezuelana. Dos abusos stalinistas e dos abusos de Salazar? Como saberíamos dos erros do governo tucano e do governo petista? Como é o que saberíamos do governo bolsonaro?

Viva a democracia!
Viva a nossa grande imprensa!

E viva ‘ocafezinho’, que é um jornalzinho bem democrático.

Abaixo os panfletos e os panfletários de todo o mundo.

Responder

Francisco*

28 de fevereiro de 2021 às 20h25

De que serve o Paraná Pesquisas (‘aquele’…) ‘preparar’ o Kalil ‘candidato a governador’, se o Brasil desgovernado derrete a olhos jamais vistos?

Que tal responder a jornalista Miriam Leitão, a que ajudou na farsa das pedaladas fiscais, utilizada para o golpe que apoiou contra a presidente Dilma, que escancarou as porteiras à ascensão do protofascismo caboclo com Bolsonaro, que hoje a faz, aflita e movida pela pandemia, perguntar em sua coluna no ‘O Globo’: Quem somos nós?

‘Puta com o ‘Brasil’ e com os ‘brasileiros’, não apenas pergunta em outro patamar, como dá esporro:
“Não cabe mais perguntar que governo é este. A resposta está dada. O Brasil chega ao seu pior número diário de vidas perdidas, em um ano de pandemia, com o colapso se espalhando pelos estados, e o presidente Bolsonaro dizendo que a máscara é que é o risco. O que cabe agora é tentar saber que país é este. Quem somos nós? De que matéria somos feitos? O futuro perguntará aos contemporâneos dessa tragédia o que fizemos. Enquanto os brasileiros morriam, o inimigo avançava impiedosamente e o governo era sócio da morte.”

E prossegue:
“Quem somos nós? O futuro nos perguntará e é preciso que o país saiba que terá que responder que, mais uma vez, fomos o povo que tolerou o intolerável. Como na escravidão, no genocídio dos índios, na ditadura, na desigualdade temos aceitado a afronta, a vilania, a infâmia. Castro Alves pode fazer de novo a pergunta: que bandeira é esta?”

Muita hora nessa calma, ‘jornalista’, sabendo que contribuiu e muito à tragédia mais que anunciada tornar-se realidade, ao ajudar elegerem Bolsonaro.
Que tal fazer antes aquela autocritica exigida dos que sempre tiveram fatos e respostas às suas, hoje, desesperadas perguntas, diante da tragédia Bolsonaro acontecendo?

Quer saber, “quem são vocês?”
Simples, “as vozes dos Donos e os Donos das vozes, a serviço da classe dominante, para que nada mude na colônia Brasil”;

Que país é esse?
Elementar, ‘jornalista’, e tu bem sabe, o mesmo de Francelino Pereira na ‘ditadura militar nacionalista’ presidida pelo general Geisel, apenas que agora, o mesmo de Miriam Leitão na ‘democracia militar nacional-entreguista’ presidida pelo capitão Bolsonaro;

De que matéria vocês são feitos?
Essa é bom não responder para manter a civilidade;

O que vocês fizeram?
O futuro vos perguntará e é preciso que saibam que terão que responder que, mais uma vez, foram os ‘brasileiros’ que toleraram o intolerável. Como na escravidão, no genocídio dos índios, na ditadura, na desigualdade…
Agora ‘toleraram o intolerável’ no golpe de 2016 contra o governo constitucionalmente eleito do PT e na condenação e prisão torpe do maior líder e presidente que o Brasil já teve em sua história, junto com Getúlio, para atender interesses internos da classe dominante e externos da Metrópole da vez, tornando o Brasil, através do fantástico ‘nacional-entreguismo’, a dependência e ao atraso;

Que bandeira é esta, ‘jornalista’?
É a bandeira Globo da Casa Grande, a bandeira da ‘Sevícia’ continuada do povo brasileiro.

Enquanto isso aquele veterano candidato:
“Nesse quadro de hiperfragmentação [de candidaturas], quem for contra o Bolsonaro no segundo turno tem tendência de ganhar a eleição. O menos capaz disso é o PT. Por isso, a minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno“.

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