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China aos EUA: ‘não nos sentimos intimidados por nenhum poder hegemônico’

Agência Sputnik – A chancelaria chinesa criticou a política americana e de seus aliados ocidentais como tendo o objetivo de intimidar Pequim, e dizendo que foram dissuadidos. A luta bem-sucedida contra a hegemonia dos EUA foi uma das maiores conquistas da diplomacia chinesa este ano, disse no domingo (25) Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da […]

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Foto: REUTERS/Shubing Wang

Agência Sputnik – A chancelaria chinesa criticou a política americana e de seus aliados ocidentais como tendo o objetivo de intimidar Pequim, e dizendo que foram dissuadidos.

A luta bem-sucedida contra a hegemonia dos EUA foi uma das maiores conquistas da diplomacia chinesa este ano, disse no domingo (25) Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da China.

Wang vê as relações entre Pequim e Washington complicadas pela abordagem de confronto do governo dos EUA.

“Como os Estados Unidos teimosamente continuaram considerando a China como seu principal concorrente e tomaram medidas de bloqueio, repressão e provocação flagrantes contra a China, as relações sino-americanas mergulharam em sérias dificuldades”, disse ele.

“[…] Não nos sentimos intimidados por nenhum poder hegemônico nem por seu assédio, e agimos com determinação para salvaguardar os interesses centrais da China e a dignidade nacional”, disse o chanceler no Simpósio sobre a Situação Internacional e as Relações Exteriores da China.

Ele apontou Taiwan como estando “no centro dos interesses fundamentais da China”, e sendo “a pedra angular da fundação política das relações China-EUA, e uma linha vermelha que não deve ser cruzada nas relações China-EUA”. As ações de Pequim, assegura, “dissuadiram fortemente os elementos anti-China dos EUA e as forças da ‘independência de Taiwan’, e demonstraram nossa vontade de ferro de salvaguardar a soberania e a segurança nacional”.

O ministro disse que para combater os EUA e seus aliados ocidentais, e defender seus interesses nacionais, as autoridades chinesas utilizaram com sucesso a plataforma da ONU e conseguiram obter o apoio de mais de 100 países.

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Paulo

25/12/2022 - 21h56

Se a China invadir Taiwan, será pior que a invasão da Ucrânia pela Rússia, pois Taiwan está consolidada como nação independente – ainda que haja divergências internacionais e na própria ONU – desde o fim da Guerra Civil Chinesa, em 1949, e a Ucrânia foi uma concessão soviética (não que não possa ser independente de Moscou, dado o fim do regime comunista)…


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