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PF e os indícios da participação direta de Bolsonaro na ‘Abin Paralela’

1 Comentário🗣️🔥 A Polícia Federal (PF) identificou indícios de que Jair Bolsonaro (PL) pode ter recebido informações de um esquema ilegal de espionagem operado dentro da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sob a direção de Alexandre Ramagem, atualmente deputado federal. Os detalhes da investigação foram encaminhados à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Supremo Tribunal […]

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REPRODUÇÃO/TV BRASIL

A Polícia Federal (PF) identificou indícios de que Jair Bolsonaro (PL) pode ter recebido informações de um esquema ilegal de espionagem operado dentro da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sob a direção de Alexandre Ramagem, atualmente deputado federal.

Os detalhes da investigação foram encaminhados à Procuradoria-Geral da República (PGR) e ao Supremo Tribunal Federal (STF), conforme reportagem do UOL.

Os investigadores descobriram que documentos e dossiês elaborados por uma suposta “Abin paralela” eram fisicamente entregues ao Palácio do Planalto durante o mandato de Bolsonaro, indicando uma potencial utilização dos serviços de inteligência para fins políticos e ilegais.

Em um desenvolvimento chave, a PF revelou que, em fevereiro de 2020, Ramagem imprimiu duas listas contendo inquéritos eleitorais em andamento na PF do Rio de Janeiro, dados classificados como sigilosos.

Esse ato sugere uma possível interferência de Bolsonaro na Superintendência da PF do Rio. A origem dessas informações está sendo meticulosamente investigada pela PF, com um olhar atento sobre os registros de acesso ao sistema da instituição.

A investigação também examina o aumento no uso do sistema de monitoramento First Mile pela Abin durante as eleições de 2020, com metade das 60 mil consultas registradas nesse período. Isso levanta suspeitas de que a Abin pode ter sido usada para favorecer interesses políticos específicos.

Além disso, a operação descobriu dossiês impressos relacionados a temas sensíveis, como o assassinato de Marielle Franco, sugerindo que tais documentos eram destinados a partes fora da Abin, possivelmente direcionados ao Palácio do Planalto.

A PF também está averiguando se o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), General Augusto Heleno, estava ciente ou havia autorizado as atividades de espionagem ilegais lideradas por Ramagem.

Com a convocação de Heleno para depor, a investigação se expande para avaliar o envolvimento de outras figuras de alto escalão do governo no caso.

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Comentários

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carlos

02/02/2024

O lema do genocida bolsonaro, é Deus pátria familia e xilindró, o que a familicia merecece é cadeia a muito trmpo.


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