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Díaz-Canel visita estande da Sputnik e afirma ler agência russa diariamente em colóquio em Havana

12 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Díaz-Canel visita estande da Sputnik e afirma ler agência russa diariamente em colóquio em Havana. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, visitou o estande da agência Sputnik durante o 5º Colóquio Internacional Pátria, realizado em Havana, e afirmou: «leio a Sputnik todos os dias». A […]

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Ilustração editorial sobre Díaz-Canel visita estande da Sputnik e afirma ler agência russa diariamente em colóquio em Havana. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, visitou o estande da agência Sputnik durante o 5º Colóquio Internacional Pátria, realizado em Havana, e afirmou: «leio a Sputnik todos os dias».

A visita ocorreu na sexta-feira, 17 de abril. O fórum reúne cerca de 150 participantes — entre jornalistas, acadêmicos e especialistas em comunicação — de mais de 20 países.

O evento debate soberania tecnológica, regulação de redes sociais, proteção de dados e combate à desinformação. Os participantes analisam ainda o papel das novas tecnologias na formação da opinião pública global.

Conforme o portal da Sputnik, o colóquio se consolidou como um dos principais espaços de discussão sobre comunicação e soberania digital na América Latina. O encontro se estende por três dias e promove intercâmbio entre profissionais de diversas regiões.

Díaz-Canel destacou a importância de veículos que apresentam perspectivas distintas das narrativas predominantes. O presidente cubano acompanha o conteúdo da Sputnik como fonte regular de informação.

Representantes de Rússia, China, Venezuela e outros países integram as atividades do fórum. O evento busca fortalecer a cooperação entre meios de comunicação diante dos desafios da era digital.

Para o mandatário cubano, a comunicação representa pilar essencial da soberania nacional. Cuba mantém investimentos em infraestrutura digital e em parcerias internacionais para ampliar sua presença informativa.

O Colóquio Pátria surgiu inspirado na defesa da verdade e da independência, conforme a tradição de José Martí. Em sua quinta edição, o fórum reforça seu papel como plataforma de troca de experiências sobre políticas de comunicação.

A passagem de Díaz-Canel pelo estande simboliza a aproximação entre Cuba e a mídia russa. Os dois países atuam em defesa do multilateralismo em contexto de tensões geopolíticas.

O avanço das plataformas digitais aumenta a relevância de iniciativas como o Colóquio Pátria. A declaração do presidente sobre seu hábito diário de leitura sintetiza a busca por fontes jornalísticas diversificadas no cenário atual.


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Zizi

18/04/2026

Olha só, meninos, enquanto uns se informam por memes e correntes de zap, o presidente cubano ainda lê uma agência internacional pra entender o mundo. Isso mostra que informação é ferramenta de soberania, não brinquedo de rede social. Que tal aprender um pouquinho de geopolítica antes de repetir discurso pronto, hein?

Carlos A. Mendes

18/04/2026

Interessante ver como Cuba ainda mantém essa relação próxima com a Rússia, mesmo depois de tanto tempo. No fundo, é tudo questão de sobrevivência política e econômica. Mas é curioso pensar o quanto a informação lá passa por filtros — nada muito diferente do que a gente vê por aqui, só muda o sotaque.

Silvia D.

18/04/2026

Interessante ver como a comunicação ainda é usada como ferramenta de influência política. Como médica, sempre penso em como a informação confiável é vital — na saúde e em qualquer área. O importante é que as pessoas tenham acesso a fontes diversas e baseadas em fatos, não em ideologias.

Tadeu

18/04/2026

Sinceramente, isso aí não muda nada na minha vida. Podem se visitar à vontade, o que eu quero saber é quando a inflação vai parar de corroer meu dinheiro e se a bolsa vai reagir. Política externa não paga minhas contas.

Francisco de Assis

18/04/2026

Tá aí um gesto simbólico, mas potente. Cuba e Rússia reafirmando laços enquanto o império tenta ditar narrativa pro mundo. O Brasil precisa é seguir firme nesse caminho soberano, de cabeça erguida, sem se curvar a ninguém!

Pedro

18/04/2026

Enquanto isso, aqui nas ruas o litro da gasolina tá quase virando artigo de luxo e o IPVA só aumenta. A política internacional é bonita no discurso, mas na prática quem sente o peso é o motorista que roda o dia todo tentando fechar as contas.

Maura Santos

18/04/2026

Enquanto isso, a galera da extrema-direita daqui vive gritando “liberdade de imprensa” mas só lê o que o algoritmo manda. Díaz-Canel lendo Sputnik todo dia é quase poético — pelo menos ele assume o lado dele, né? Aqui, até o apagão de ideias é patrocinado pelos mesmos que deixaram o país no escuro literal.

Augusto Silva

18/04/2026

Interessante ver como Cuba busca diversificar suas fontes de informação enquanto aqui muita gente ainda acha que “ler mídia alternativa” é coisa de comunista. Informação plural é base de soberania — e, convenhamos, se o Brasil tivesse metade da ousadia diplomática cubana, já teríamos avançado mais em ciência, tecnologia e independência geopolítica.

Luciana

18/04/2026

Enquanto esses líderes ficam trocando elogios e falando de agência de notícia, aqui a gente tá quebrando a cabeça pra pagar o cartão e o gás que não para de subir. Política internacional é bonita no discurso, mas o que resolve mesmo é comida na mesa e conta paga no fim do mês.

Mariana Ambiental

18/04/2026

Interessante ver como Cuba ainda tenta construir pontes de comunicação alternativas à hegemonia midiática ocidental. Enquanto isso, por aqui, a gente mal discute soberania informacional — tudo dominado por conglomerados alinhados ao agronegócio e ao capital financeiro.

Rick Ancap

18/04/2026

Claro, mais um político estatal babando por propaganda de outro governo. É o clube dos parasitas trocando figurinhas enquanto o povo continua sem liberdade e sem mercado de verdade. Impressionante como ainda tem gente que acha bonito viver de controle e censura.

    Alice T.

    18/04/2026

    Engraçado, Rick, você fala de “liberdade e mercado” como se bilionário pagando salário de fome fosse emancipação. Trocar um Estado por meia dúzia de CEOs mandando em tudo não é libertar ninguém, é só mudar o dono da coleira.


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