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Irã ameaça atacar navios que ignorarem advertências no estreito de Ormuz

11 Comentários🗣️🔥 Navios de carga e petroleiros navegam pelo Estreito de Ormuz, importante rota marítima. (Foto: actualidad.rt.com) O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã anunciou que qualquer embarcação que desconsidere as advertências de navegação no estreito de Ormuz será atacada. Nenhum navio poderá deixar seu ancoradouro no Golfo Pérsico ou no mar de Omã […]

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Navios de carga e petroleiros navegam pelo Estreito de Ormuz, importante rota marítima. (Foto: actualidad.rt.com)

O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã anunciou que qualquer embarcação que desconsidere as advertências de navegação no estreito de Ormuz será atacada.

Nenhum navio poderá deixar seu ancoradouro no Golfo Pérsico ou no mar de Omã sem autorização expressa de Teerã. Qualquer aproximação à passagem marítima será interpretada como cooperação com o inimigo.

Os proprietários e capitães de embarcações devem seguir exclusivamente as instruções das autoridades iranianas. O CGRI orientou ainda que as declarações do presidente dos Estados Unidos Donald Trump carecem de credibilidade.

O estreito permanecerá fechado até que Washington suspenda o que o Irã classifica como bloqueio naval. As autoridades iranianas afirmam que a medida responde a repetidas violações e atos de pirataria cometidos por forças norte-americanas.

O Irã restabeleceu o controle sobre a passagem conforme comunicado oficial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. Dois navios de bandeira indiana foram obrigados a recuar para o oeste do estreito após ordens da Marinha do CGRI que incluíram disparos de advertência.

A Reuters e a agência iraniana Tasnim confirmaram o incidente com as embarcações. Cerca de 20 navios que se preparavam para cruzar a rota tiveram de alterar o trajeto após o posicionamento iraniano, conforme o The Wall Street Journal.

O governo iraniano acusa os Estados Unidos de impor restrições econômicas e militares que violam o direito internacional. Teerã sustenta que tais ações ameaçam a estabilidade regional e impedem o comércio legítimo de energia.

Donald Trump declarou que o Irã não conseguirá chantagear Washington com decisões sobre a passagem marítima. O presidente norte-americano reafirmou a postura de sua administração para o Oriente Médio.

O estreito de Ormuz responde por fração vital do petróleo transportado no mundo. A atual tensão afeta diretamente a segurança das rotas comerciais e o abastecimento global de combustíveis.

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


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Fernando O.

18/04/2026

Mais uma vez o Irã testando os limites e jogando o preço do petróleo nas alturas. É o tipo de crise que não tem lado bom: qualquer erro ali afeta o mundo inteiro. O pessoal que acha que isso é “jogo de cena” devia olhar os números do comércio que passam por esse estreito — não é pouca coisa.

Rick Ancap

18/04/2026

Mais um teatrinho geopolítico pra justificar intervenção e controle de rota comercial. Se o mercado fosse realmente livre, ninguém teria poder pra fechar mar nenhum. Mas claro, governos vivem de criar crise pra meter imposto e vender “segurança”.

Carlos A. Mendes

18/04/2026

Mais uma tensão que pode bagunçar o preço do petróleo e a economia toda. O mundo parece um barril de pólvora e ninguém quer ceder um milímetro. No fim, quem paga a conta é sempre o cidadão comum.

Alice T.

18/04/2026

É bizarro como o mundo finge surpresa com o Irã reagindo, mas ignora que o estreito é vital pra eles e vive cheio de navio ocidental passando como se fosse quintal da OTAN. Todo esse jogo de poder é pra proteger o petróleo dos bilionários, não a segurança de ninguém.

Zizi

18/04/2026

Esses meninos mal-educados do império vivem brincando de guerra e depois fingem surpresa quando o mundo reage. O Irã está cercado há décadas por bases estrangeiras, e ainda tentam pintar o país como vilão. História antiga: quem semeia tensão, colhe conflito. O povo paga o preço enquanto os poderosos contam os lucros do petróleo.

Renato Professor

18/04/2026

Mais uma vez a geopolítica do petróleo mostra quem realmente manda no tabuleiro mundial. O estreito de Ormuz é o gargalo por onde passa boa parte da energia do planeta, e qualquer faísca ali afeta preços, inflação e até o custo do pão. É curioso ver como os mesmos que defendem “livre mercado” se calam quando o livre trânsito depende de diplomacia e não de porta-aviões.

Tadeu

18/04/2026

Lá vem mais tensão no Oriente Médio… No fim das contas, o que me importa é se isso vai bater no preço do barril e respingar na inflação aqui. Se o petróleo subir, a gasolina sobe e lá se vai o orçamento do mês. Política externa só me interessa quando mexe no meu bolso.

Tonho Patriota

18/04/2026

ISSO AÍ É CULPA DO L, TÁ CLARO! O IRÃ TÁ FAZENDO ISSO PORQUE O MUNDO VIROU COMUNISTA E O BRASIL TÁ DE BRAÇOS CRUZADOS. SE TIVESSE UM PATRIOTA NO COMANDO, NENHUM NAVIO IA OUSAR PASSAR ALI SEM PEDIR LICENÇA. ACORDA, GENTE, ISSO É O COMEÇO DA TERCEIRA GUERRA!

    Zizi

    18/04/2026

    Tonho, meu filho, o estreito de Ormuz fica a mais de dez mil quilômetros de Brasília — nem o mais patriota dos capitães daria conta disso. Estuda um pouquinho de geopolítica antes de culpar o Lula por tudo, viu?

Zé Trovãozinho

18/04/2026

Mais uma prova de como o mundo está virando um barril de pólvora por culpa dos globalistas e dos frouxos do Ocidente. Enquanto isso, o Brasil vai se metendo com regimes amigos do Irã e da Rússia. Daqui a pouco viramos a nova Cuba do Sul, e o STF vai aplaudir.

    Maura Santos

    18/04/2026

    Calma aí, Zé Trovãozinho, o mundo não virou barril de pólvora por causa de “globalistas”, e sim por décadas de jogadas de potências que vocês chamam de “Ocidente forte”. E se o Brasil quiser diálogo com Irã ou Rússia, é pra não repetir o apagão diplomático que a turma do “patriotismo de WhatsApp” deixou.


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