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Coaf identifica movimentações atípicas em repasses de R$ 39 milhões do Exército ao Banco Master

10 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Coaf identifica movimentações atípicas em repasses de R$ 39 milhões do Exército ao Banco Master. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O Exército Brasileiro repassou R$ 39 milhões ao Banco Master ao longo de pouco mais de um ano. Os valores correspondem a descontos realizados diretamente nos contracheques de militares da […]

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Ilustração editorial sobre Coaf identifica movimentações atípicas em repasses de R$ 39 milhões do Exército ao Banco Master. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O Exército Brasileiro repassou R$ 39 milhões ao Banco Master ao longo de pouco mais de um ano. Os valores correspondem a descontos realizados diretamente nos contracheques de militares da ativa e da reserva para pagamento de empréstimos consignados.

Os dados foram detalhados em Relatório de Inteligência Financeira elaborado pelo Coaf e enviado à CPI do Crime Organizado no Senado. O documento apontou duas possíveis irregularidades na forma como os recursos foram movimentados.

Os repasses ocorriam por débito imediato e com forte concentração em uma única conta. Essa estrutura poderia dificultar a identificação de outros beneficiários e gerou sinal de alerta no órgão de inteligência financeira.

O Banco Central decretou a liquidação do Banco Master em março de 2025. Poucos dias depois, o Exército rescindiu unilateralmente o contrato de credenciamento da instituição.

Em nota oficial, o Exército afirmou que não houve prejuízo aos cofres públicos. Os recursos transferidos são de rendimentos particulares dos militares e quitam dívidas de natureza privada.

A Força atua apenas como intermediária por meio do Centro de Pagamento do Exército. O órgão é responsável por efetuar os descontos autorizados nos contracheques e repassar os valores mensalmente à instituição consignatária.

O Banco Master havia sido credenciado após participar de edital público e comprovar os requisitos legais e financeiros. Daniel Vorcaro, controlador do banco, não respondeu aos questionamentos enviados pela reportagem.

Conforme o Diário do Centro do Mundo, o relatório do Coaf foi encaminhado ao Senado em março. A CPI do Crime Organizado encerrou os trabalhos sem aprovação de relatório final sobre o caso.

O volume das transações e a posterior liquidação da instituição financeira chamaram atenção das autoridades de controle. O Coaf reforçou o monitoramento de operações que envolvem recursos descontados de servidores públicos e repassados a bancos privados.


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Carlos A. Mendes

19/04/2026

É impressionante como sempre aparece algum rolo envolvendo dinheiro público e ninguém sabe de nada. O Coaf faz o trabalho dele, mas depois tudo cai no esquecimento. Queria ver a mesma agilidade pra investigar isso que têm pra punir servidor que atrasa papelada.

Silvia D.

19/04/2026

Mais um episódio que mostra como a falta de transparência corrói a confiança nas instituições. Enquanto o SUS precisa lutar por cada centavo, o Exército movimenta milhões sem explicação clara. É urgente que a investigação vá até o fim e que a sociedade cobre responsabilidade.

Augusto Silva

19/04/2026

Ah, então o Coaf resolveu olhar pra dentro dos quartéis? Já era hora! Quando o dinheiro público some em “movimentações atípicas” de farda, a turma que vive gritando contra a corrupção finge que não viu. Se fosse um sindicato de professores, já teria CPI e helicóptero da PF na porta.

Rick Ancap

19/04/2026

Engraçado como o Estado adora se meter com dinheiro dos outros e depois finge surpresa quando aparece “movimentação atípica”. É o que dá confiar em burocrata pra cuidar de recursos. Se fosse no setor privado, o prejuízo caía direto no colo de quem fez a burrada — e não no bolso do contribuinte.

Zizi

19/04/2026

Olha só, meus meninos mal-educados que gritavam contra “corrupção” quando era o PT… Agora o Coaf acha coisa estranha dentro do próprio Exército e ninguém fala nada? É sempre a mesma história: quando o dinheiro some entre farda e banco privado, o silêncio é patriótico. Lula é quem tem que consertar o estrago que esses “patriotas” deixaram.

Renato Professor

19/04/2026

É curioso ver como aqueles que vivem bradando contra a corrupção civil se calam diante de movimentações suspeitas dentro das próprias Forças Armadas. A economia solidária, que eles tanto desprezam por ignorância, ao menos tem transparência e controle social. Aqui, o que se vê é o velho corporativismo fardado tentando blindar seus privilégios.

Miriam

19/04/2026

Mais um caso em que a falta de controle interno vira manchete. O problema não é ideológico, é administrativo: dinheiro público precisa de rastreabilidade e auditoria constante. Se cada órgão cumprisse o básico da burocracia, o Coaf teria menos trabalho.

Luciana

19/04/2026

Enquanto isso, a gente aqui contando moedinha pra pagar o gás e o mercado da semana. É revoltante ver tanto dinheiro indo e vindo sem explicação clara, enquanto o povo se aperta com juros e inflação. Parece que a conta nunca fecha pro lado de quem trabalha de verdade.

Marcos Conservador

19/04/2026

Mais um caso que mostra o quanto o país está tomado por esquemas e falta de transparência. O Exército, que deveria ser exemplo de disciplina e moral, agora aparece envolvido em movimentações suspeitas. E ainda tem gente que acha que o problema do Brasil é o “comunismo” — quando o buraco é bem mais embaixo.

    Maura Santos

    19/04/2026

    Pois é, Marcos, quando o “patriotismo” vira cortina de fumaça pra esconder conta milionária, a tal moral e bons costumes some rapidinho, né? O apagão ético vem de farda também.


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