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Ghalibaf afirma que Irã reverteu ofensiva de EUA e Israel com guerra assimétrica

13 Comentários🗣️🔥 Bandeira do Irã tremula em frente a um outdoor com imagem de porta-aviões e jatos de combate. (Foto: actualidad.rt.com) O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o Irã reverteu a ofensiva combinada dos Estados Unidos e de Israel por meio de uma estratégia de guerra assimétrica. Ele explicou que a […]

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Bandeira do Irã tremula em frente a um outdoor com imagem de porta-aviões e jatos de combate. (Foto: actualidad.rt.com)

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o Irã reverteu a ofensiva combinada dos Estados Unidos e de Israel por meio de uma estratégia de guerra assimétrica.

Ele explicou que a abordagem baseada em flexibilidade militar e mobilização popular permitiu neutralizar a superioridade financeira e tecnológica do adversário. Ghalibaf detalhou que Washington cometeu erros graves ao subestimar a resiliência do povo iraniano e falhar no planejamento das operações.

O parlamentar destacou que o poder material isolado não garante vitória quando confrontado com determinação nacional e clareza de objetivos. Ele reforçou que a resistência iraniana expôs os limites da força bruta diante de uma estratégia bem estruturada.

Ghalibaf garantiu que Teerã não fará concessões em questões de soberania e está preparada para responder a qualquer novo erro de cálculo. As declarações ocorreram após rodadas de negociações indiretas entre o Irã e os Estados Unidos realizadas em Omã.

As conversas não produziram acordo final, apesar de avanços pontuais em alguns temas. O presidente Donald Trump atribuiu o impasse à recusa iraniana em abrir mão de seu programa nuclear.

Ele indicou que os Estados Unidos manterão pressão até que Teerã atenda às exigências consideradas essenciais. O vice-presidente J.D. Vance avaliou que as discussões registraram progressos e que Washington definiu claramente seus limites para eventuais concessões.

Vance condicionou novos avanços à flexibilidade de Teerã em pontos centrais. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, reconheceu entendimentos parciais em determinadas questões.

Ele admitiu, porém, que divergências persistiram em dois ou três temas centrais. Baghaei reiterou a disposição do Irã para um acordo justo que respeite suas linhas vermelhas e o direito internacional.

O presidente Masoud Pezeshkian defendeu a possibilidade de um entendimento equilibrado caso Washington abandone políticas unilaterais e reconheça a soberania iraniana. As tensões permanecem elevadas, especialmente em torno do estreito de Ormuz, vital para o transporte global de energia.

O Irã reafirmou seu direito de defender as águas territoriais diante de qualquer ameaça externa. De acordo com o portal RT, as autoridades iranianas consideram a guerra assimétrica e a unidade nacional como principais ferramentas para resistir à pressão externa.

Com informações de ACTUALIDAD.


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Carlos A. Mendes

19/04/2026

Difícil saber o que é verdade nesse tipo de declaração. Cada lado pinta a história do jeito que quer. Mas se realmente o Irã conseguiu segurar a pressão dos EUA e de Israel, é um sinal de que o jogo geopolítico está bem mais equilibrado do que parece.

Silvia D.

19/04/2026

É impressionante como as potências continuam apostando em conflitos e retaliações, enquanto o mundo enfrenta crises de saúde, fome e clima. Toda essa energia e recurso poderiam ser direcionados para fortalecer sistemas públicos, como o SUS no Brasil, e garantir acesso à ciência e à vida digna.

Evelyn Olavo

19/04/2026

Interessante ver como o Irã tenta vender essa narrativa de vitória estratégica. Mas é bom lembrar que guerra assimétrica não significa necessariamente vantagem duradoura — é mais um jogo de resistência e propaganda. Vamos ver até onde essa “reversão” se sustenta na prática.

    Zizi

    19/04/2026

    Evelyn, minha filha, o Irã sobreviveu a décadas de sanções e sabotagens — se isso não é resistência prática, não sei o que é. Os “meninos mal-educados” do império é que vivem confundindo propaganda com realidade.

Miriam

19/04/2026

Mais um capítulo do eterno jogo de força no Oriente Médio. Enquanto uns gritam vitória e outros falam em ameaça, o fato é que tudo isso só reforça como a diplomacia anda em segundo plano. No fim, quem paga a conta é sempre o cidadão comum, não os generais nem os políticos de terno.

Alice T.

19/04/2026

Engraçado como os EUA e Israel vivem vendendo a imagem de “defensores da liberdade”, mas quando enfrentam resistência real, correm pra narrativa de “ameaça global”. O Irã pode ter mil problemas internos, mas o fato de um país sancionado até o osso conseguir reverter ofensivas mostra o quanto o poder militar ocidental é mais propaganda do que resultado.

Francisco de Assis

19/04/2026

Rapaz, é impressionante como o mundo tá mudando de eixo e tem gente que ainda não percebeu. O Irã enfrentando o império e se mantendo de pé mostra que a era do manda quem pode tá acabando. O Brasil precisa seguir firme nessa linha soberana também, sem abaixar a cabeça pra ninguém. É assim que se constrói respeito lá fora e dignidade cá dentro.

Fernando O.

19/04/2026

Essas declarações do Ghalibaf parecem mais propaganda interna do que dado verificável. Guerra assimétrica é o eufemismo perfeito pra dizer “a gente se defende como dá”. Antes de comprar essa narrativa, seria bom ver números concretos sobre perdas e danos dos dois lados.

Pedro

19/04/2026

Enquanto isso, aqui nas ruas o motorista tá travando outra guerra: tanque caro, IPVA nas alturas e passageiro querendo corrida a preço de pinga. Lá é bomba, aqui é bomba no bolso.

Zé Trovãozinho

19/04/2026

Mais uma vez vemos regimes autoritários se vangloriando de “vitórias” contra o Ocidente, enquanto o povo sofre com falta de liberdade e economia travada. É o mesmo roteiro de sempre: Cuba, Venezuela, agora o Irã tentando posar de potência. Tudo pra desviar o foco das próprias falhas internas.

    Mariana Ambiental

    19/04/2026

    Zé, curioso como você fala de “falta de liberdade” só quando não é o mercado quem oprime. No fim, o povo iraniano paga o preço das sanções e das guerras alheias, enquanto o Ocidente posa de defensor da democracia pra inglês ver.

Rick Ancap

19/04/2026

Mais um teatro geopolítico pra justificar gasto estatal e controle sobre a população. No fim, é só mais governo brincando de guerra com o dinheiro dos outros. Se cada um cuidasse do próprio bolso e deixasse o mercado agir, ninguém teria tempo nem verba pra essas bravatas.

    Jeferson da Silva

    19/04/2026

    Rick, fala isso pra quem tá no chão de fábrica levando calo pra pagar imposto enquanto meia dúzia lucra com bomba e especulação. Esse papo de “mercado livre” só é bonito pra quem nunca sujou a mão de graxa.


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