O presidente Donald Trump ameaçou destruir pontes e centrais elétricas do Irã, condicionando a paz à aceitação imediata do acordo proposto por Washington.
Trump classificou como grave violação do cessar-fogo o disparo iraniano no estreito de Ormuz. O líder norte-americano advertiu que a paz ocorreria com as boas ou com as más.
Em declaração à rede ABC, o presidente acusou Teerã de atacar embarcações francesas e britânicas na região. Ele reforçou na plataforma Truth que negociadores americanos seguem para Islamabad, no Paquistão, para nova rodada de conversas.
Conforme noticiou a agência ANSA em sua reportagem, o governo iraniano considerou as exigências americanas excessivas e contraditórias.
A agência Irna informou que Teerã rejeitou qualquer segundo ciclo de negociações. A condição imposta pela República Islâmica é o fim imediato do bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos no estreito de Ormuz.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, acusou Washington de violar o cessar-fogo mediado pelo Paquistão. Ele definiu o bloqueio de portos e costas iranianas como ato de agressão contra o povo iraniano.
Baghaei afirmou que a medida fere a Carta das Nações Unidas. O diplomata ainda criticou a posição da União Europeia diante das ações conjuntas de Estados Unidos e Israel.
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, reconheceu alguns progressos nas rodadas anteriores. Ele descartou o envio de delegação a Islamabad enquanto o bloqueio americano permanecer em vigor.
A agência Tasnim confirmou que o mediador paquistanês continua a trocar mensagens entre as partes. O estreito de Ormuz permanece praticamente fechado ao tráfego marítimo internacional.
Quase nenhuma embarcação conseguiu atravessar a rota essencial para o comércio global de petróleo. Três navios mercantes foram atingidos por projéteis, segundo fontes iranianas.
Os Estados Unidos mobilizaram drones marítimos para detectar e neutralizar possíveis minas submarinas na passagem estratégica. A operação integra a pressão militar americana sobre a República Islâmica.
Trump reiterou o apoio total a Israel ao chamá-lo de grande aliado corajoso e leal. O presidente iraniano Masoud Pezeshkian defendeu o direito soberano de Teerã ao programa nuclear pacífico e à autodefesa nacional.
O Paquistão mantém o esforço de mediação entre as partes em conflito. Fontes de segurança paquistanesas indicaram que nova rodada de conversas pode ocorrer ainda nesta semana em Islamabad.
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Fernando O.
19/04/2026
Trump volta ao modo “cowboy do petróleo”: ameaça primeiro, negocia depois. Essa tática de pressão pode até render manchete, mas raramente resolve algo de verdade. No fim, quem paga é sempre a população civil, não os generais nem os investidores de Washington.
Tonho Patriota
19/04/2026
É ISSO AÍ, TRUMP NÃO BRINCA! SE O IRÃ QUISER GUERRA, VAI TOMAR É FOGO! QUERIA VER UM PRESIDENTE FORTE ASSIM AQUI, MAS O POVO FEZ O L E AGORA TEMOS COMUNISMO E MAMADEIRA NAS ESCOLAS! ACORDA BRASIL!
Marcos Conservador
19/04/2026
Trump está certíssimo! Ditaduras teocráticas só entendem a linguagem da força. Se o Irã quer brincar de guerra santa, que arque com as consequências. O mundo precisa de mais líderes firmes contra esses regimes comunistoides disfarçados de religiosos.
Jeferson da Silva
19/04/2026
Marcos, fácil bater no peito e falar em “força” sentado no sofá. Quero ver encarar um turno de 12 horas numa fábrica e depois achar bonito líder bilionário jogando bomba em trabalhador de outro país.
Vanessa Silva
19/04/2026
Mais uma demonstração de como decisões impulsivas podem desestabilizar regiões inteiras. Ameaçar destruir infraestrutura é atacar diretamente o que sustenta a vida urbana e o desenvolvimento de um país. Política externa deveria buscar estabilidade, não ampliar o caos.
Silvia D.
19/04/2026
Mais uma vez, um líder ameaçando com destruição em vez de diálogo. É impressionante como a lógica da força ainda prevalece sobre a diplomacia. Essas posturas só aumentam o sofrimento humano — e, no fim, quem paga o preço é sempre a população, inclusive na saúde e no acesso a cuidados básicos.
Zizi
19/04/2026
Esses meninos mal-educados acham que o mundo é quintal deles. Trump vive ameaçando destruir, mas nunca construiu nada que prestasse. É o velho imperialismo disfarçado de diplomacia, e ainda tem gente que chama isso de “defesa da liberdade”.
Rick Ancap
19/04/2026
Trump fazendo o que todo Estado faz: usar força pra impor vontade. No fim, é só mais um governo brincando de dono do mundo com dinheiro roubado via impostos. Se fosse uma empresa privada negociando, o acordo sairia sem precisar ameaçar ninguém.
Rubens O Pescador
19/04/2026
Ô Rick, empresa privada nada, meu filho… se deixar, elas fazem guerra também, só que escondendo atrás de contrato e lobby. O problema não é o Estado existir, é quem ele serve — e nos tempos do Lula, pelo menos servia pra encher a panela do povo, não pra vender bomba.
Renato Professor
19/04/2026
Trump volta a agir como um mascate da destruição, confundindo diplomacia com chantagem energética. É o velho imperialismo de manual: se não aceitam o “acordo”, bombardeia-se até a rendição. Difícil chamar isso de política externa; é apenas a economia do medo travestida de negociação.
Zé Trovãozinho
19/04/2026
Mais uma vez o “xerife do mundo” querendo impor sua vontade na marra. Quando não é bomba, é sanção. Depois reclamam que outros países buscam alianças fora da órbita dos EUA. Esse tipo de arrogância só alimenta mais conflito.
Mariana Ambiental
19/04/2026
Perfeito, Zé. O império não sabe dialogar, só sabe ameaçar — e depois posa de defensor da paz. É o velho ciclo da violência travestido de diplomacia.