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Lavrov acusa Europa de incentivar profanação religiosa na Ucrânia

0 Comentários🗣️🔥 Fiéis acendem velas em uma igreja ortodoxa, em meio à condenação de Lavrov à perseguição da Igreja ortodoxa ucraniana. (Foto: actualidad.rt.com) O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, acusou os países europeus de conivência com a profanação religiosa na Ucrânia, durante uma recepção de Páscoa realizada em 19 de abril. Lavrov […]

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Fiéis acendem velas em uma igreja ortodoxa, em meio à condenação de Lavrov à perseguição da Igreja ortodoxa ucraniana. (Foto: actualidad.rt.com)

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, acusou os países europeus de conivência com a profanação religiosa na Ucrânia, durante uma recepção de Páscoa realizada em 19 de abril.

Lavrov afirmou que o governo de Kiev estaria disposto a sacrificar milhões de cidadãos ucranianos para atender aos interesses de seus aliados ocidentais. O chanceler russo denunciou que ataques e perseguições contra a Igreja Ortodoxa Ucraniana canônica vêm ocorrendo há mais de uma década.

Esses atos incluem invasões de templos, vandalismo generalizado e agressões diretas a sacerdotes e fiéis. Mais de 180 processos criminais foram abertos contra religiosos, embora as autoridades ucranianas tenham reduzido o número divulgado para ocultar a real dimensão do problema.

O Ministério da Cultura da Ucrânia deu início a um inventário das relíquias sagradas no histórico Mosteiro das Cavernas de Kiev. Para Lavrov, essa iniciativa constitui uma profanação legalizada que conta com o apoio explícito de governos europeus.

Ele declarou que o satanismo floresce nesses mesmos países que incentivam tais ações na Ucrânia. Segundo o portal RT, o chanceler russo reforçou que a operação militar especial tem como objetivo proteger a população russófona e sua fé ortodoxa.

A rejeição das elites ucranianas às suas raízes históricas e espirituais aprofunda a divisão no país. O conflito religioso ganhou força após a concessão da autocefalia à Igreja Ortodoxa da Ucrânia pelo Patriarca Bartolomeu de Constantinopla em 2019.

Essa decisão contou com o apoio de Kiev, mas não foi reconhecida pelo Patriarcado de Moscou. O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, sancionou em agosto de 2024 uma lei que proíbe a atividade de grupos religiosos vinculados à Rússia.

Moscou defende que o respeito à liberdade religiosa representa condição básica para a construção de uma paz sustentável na região. Lavrov garantiu que a Rússia seguirá denunciando a campanha de perseguição religiosa orquestrada por Kiev com respaldo ocidental.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Lavrov denuncia ressurgimento de ideologia de superioridade racial na Europa


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