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Lula critica duramente acordo de Caiado com empresa dos EUA para terras raras

31 Comentários🗣️🔥 O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva em um evento público. (Foto: actualidad.rt.com) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou duramente o acordo firmado pelo governador de Goiás Ronaldo Caiado com a companhia norte-americana USA Rare Earth para exploração de terras raras no depósito Pina Elma. Lula afirmou que o governador […]

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O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva em um evento público. (Foto: actualidad.rt.com)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou duramente o acordo firmado pelo governador de Goiás Ronaldo Caiado com a companhia norte-americana USA Rare Earth para exploração de terras raras no depósito Pina Elma.

Lula afirmou que o governador extrapolou suas competências ao negociar concessões que, pela Constituição, cabem exclusivamente ao governo federal. O chefe de Estado classificou o entendimento como uma “vergonha”.

O presidente alertou que setores da oposição de direita estariam dispostos a entregar recursos estratégicos sem vigilância rigorosa. Lula enfatizou que a soberania sobre minerais críticos deve permanecer como política de Estado central.

A fusão entre a mineradora brasileira Serra Verde e a USA Rare Earth foi avaliada em 2,8 bilhões de dólares. A operação busca desafiar o domínio chinês nas cadeias globais de fornecimento de terras raras, usadas em semicondutores, veículos elétricos, turbinas eólicas e equipamentos de defesa.

Conforme detalhou o portal RT, o contrato prevê fornecimento por 15 anos com financiamento integral de empresas e agências norte-americanas. A parceria pretende criar a primeira cadeia completa de suprimentos de terras raras fora da Ásia, desde a extração até a produção de ímãs industriais.

O país possui reservas expressivas de terras raras, o que o posiciona como ator relevante na geopolítica desses minerais críticos. O interesse dos Estados Unidos reflete a estratégia de Washington de reduzir dependência de suprimentos chineses — sem necessariamente garantir benefícios às economias produtoras.

O governador Ronaldo Caiado defendeu a atração de investimentos externos para Goiás. O Planalto, porém, questiona a validade da iniciativa sem coordenação direta do governo federal.

O governo brasileiro defende exploração mineral com agregação de valor, transferência de tecnologia e industrialização local. As autoridades rejeitam o modelo que limita o país à exportação bruta de matérias-primas estratégicas.

O caso expõe tensões entre competências estaduais e federais na gestão de recursos nacionais. Lula tem reiterado a necessidade de alinhar todas as decisões ao interesse soberano de longo prazo do país.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Soberania faz Lula disparar em aprovação na AtlasIntel


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Lurdinha Deus Acima de Todos

22/04/2026

Vão entregar nossas riquezas pros gringo e depois choram! 🇧🇷🙏🇺🇸

Carlos A. Mendes

22/04/2026

Olha, eu até entendo o Lula se preocupar, porque esse tipo de acordo precisa ter transparência e garantir retorno pro país. Mas também não dá pra travar tudo por birra política. O problema é que a direita faz negócio de qualquer jeito e a esquerda desconfia de tudo — e no fim, nada anda.

Silvia D.

22/04/2026

Como médica, vejo com preocupação qualquer acordo que entregue nossas riquezas estratégicas sem debate público e estudos de impacto ambiental e social sérios. O tema das terras raras é também uma questão de saúde coletiva: envolve riscos de contaminação e precisa ser tratado com transparência e base científica, não em decisões isoladas de gabinete.

Tadeu

22/04/2026

Sinceramente, pra mim tanto faz se é empresa dos EUA ou de Marte. O que importa é se vai gerar emprego e investimento aqui dentro. Se entrar dinheiro e não pesar na inflação, tá valendo. O resto é briga política que não paga minhas contas.

Adalberto Livre

22/04/2026

LÁ VEM O LULINHA FALANDO MAL DOS OUTROS, MAS VENDER O BRASIL PROS AMIGUINHOS DELE PODE, NÉ?

Tonho Patriota

22/04/2026

FAZ O L AÍ, AGORA TÁ RECLAMANDO DOS AMERICANO? COMUNISMO QUER TOMAR ATÉ O NIÓBIO!

Clarice Historiadora

22/04/2026

Caiado entregando nossas riquezas estratégicas a uma empresa dos EUA é o retrato mais fiel da subserviência das elites locais desde a República Velha. Parece que não aprenderam nada com a história da Vale ou do petróleo, sempre ajoelhando diante do capital estrangeiro. Lula tá certíssimo em cobrar soberania – sem controle nacional sobre os recursos, a gente continua colônia, só que com discurso americanizado.

Eduardo C.

22/04/2026

Antes de criticar, seria bom mostrar os números: qual o potencial econômico desse acordo e quanto o Brasil ganha ou perde com ele? Sem dados concretos, fica só discurso político. Eu quero ver planilha, não palanque.

Beto Engenheiro

22/04/2026

Enquanto ficam brigando por protagonismo político, o país continua sem uma política nacional de mineração decente. Se tem investimento e gera infraestrutura, ótimo — mas precisa ser bem fiscalizado e com retorno real pro Brasil. O problema é que cada estado faz o que quer e o resultado é sempre o mesmo: muita conversa e pouca obra estruturante.

Fernando O.

22/04/2026

Lula tem razão em cobrar mais cuidado com esses acordos. Terras raras são estratégicas e não dá pra entregar de bandeja pra empresa estrangeira sem debate nacional. Caiado parece mais preocupado em posar de gestor moderno do que em pensar no interesse do país.

Vanessa Silva

22/04/2026

O problema é que esses acordos feitos sem planejamento nacional acabam servindo mais aos interesses de fora do que ao desenvolvimento local. O Brasil precisa definir uma estratégia clara para explorar seus recursos de forma sustentável e com valor agregado aqui dentro.

Evelyn Olavo

22/04/2026

Concordo com Lula nessa. Esses acordos feitos direto com empresas estrangeiras, sem debate público e sem controle nacional, só enfraquecem nossa soberania sobre recursos estratégicos. Goiás e o Brasil precisam pensar a longo prazo, não vender barato o que é valioso.

    Jeferson da Silva

    22/04/2026

    Perfeito, Evelyn. O problema é que esses caras vendem o Brasil como se fosse sucata de ferro velho, e depois ainda posam de gestores modernos. Soberania não se terceiriza, se defende com o povo e com trabalho digno.

Miriam

22/04/2026

Mais um capítulo da eterna falta de coordenação entre União e estados. O governador age por conta própria, o presidente reage, e o país segue sem uma política clara para recursos estratégicos. Falta menos gritaria e mais burocracia bem feita.

Rick Ancap

22/04/2026

Lá vem o Estado querendo meter o bedelho em quem gera riqueza… deixa o mercado trabalhar, pô!

    Zizi

    22/04/2026

    Ô Rick, meu filho, essa conversa de “deixa o mercado trabalhar” já tá mais velha que eu, viu? E olha que eu já dei aula de História pra três gerações. O problema é que o tal “mercado”, quando deixado solto, não trabalha pelo povo, trabalha pelos lucros de uns poucos. Quem gera riqueza de verdade é o trabalhador, o camponês, o pesquisador, o professor — não o investidor que compra e vende ações do sofá. Quando o Estado entra, é justamente pra garantir que essa riqueza não seja sugada e levada embora, como tantas vezes já aconteceu na nossa história. Você sabe o que são terras raras, Rick? São minerais estratégicos, fundamentais pra tecnologia moderna, e o mundo inteiro disputa o controle sobre eles. Se o governo não regula, vem uma empresa estrangeira, leva tudo a preço de banana e ainda deixa buraco e contaminação no solo. Aí sobra pro povo pagar a conta ambiental e social. Isso não é “liberdade econômica”, é entrega do patrimônio nacional. Lula, quando critica esse tipo de acordo, tá lembrando que soberania não é palavrinha de livro antigo, é questão de sobrevivência. O Brasil não pode continuar sendo quintal de interesses externos. A riqueza do nosso subsolo tem que servir ao desenvolvimento do nosso povo, não ao lucro de acionista em Nova York. Então, meu caro, antes de repetir o mantra liberal, dá uma olhadinha na história — ela mostra direitinho quem ganha e quem perde quando o Estado se omite.

Francisco de Assis

22/04/2026

Lula tá certíssimo em meter o dedo nessa história. Esses acordos com empresa gringa sempre vêm cheios de promessa e acabam levando embora nossas riquezas. O Brasil precisa cuidar do que é seu, com soberania e cabeça erguida — chega de entregar o ouro, meu povo!

Pedro

22/04/2026

Enquanto os grandões brigam por quem vai mandar nas terras raras, a gente aqui tá brigando pra encher o tanque e pagar o IPVA. No fim das contas, parece que o Brasil continua vendendo barato o que tem de mais valioso, e o motorista que roda o dia inteiro é quem sente o peso no bolso.

Augusto Silva

22/04/2026

Lula está certíssimo em reagir. Entregar terras raras — um setor estratégico e bilionário — a uma empresa dos EUA é praticamente assinar um atestado de colônia. O Brasil precisa agregar valor e desenvolver tecnologia aqui, não exportar riqueza bruta pra depois comprar de volta com etiqueta americana. Caiado parece mais lobista que governador.

Mariana Ambiental

22/04/2026

Mais uma vez o agronegócio travestido de modernidade vendendo o país a preço de banana. Caiado entrega nossas riquezas e ainda posa de patriota. Lula está certíssimo em denunciar esse tipo de subserviência: exploração estrangeira nunca trouxe desenvolvimento, só buraco e destruição ambiental.

Luciana

22/04/2026

Enquanto eles brigam por quem vai mandar nas terras raras, o povo tá aqui contando moeda pra pagar o gás e o cartão de crédito. Eu quero ver é ação pra baixar os juros e o preço da comida, não discurso em cima de palanque.

Celio Fazendeiro

22/04/2026

Lá vem o Lula querendo meter o bedelho em tudo de novo. O Caiado tá certo em buscar investimento e desenvolvimento pro estado, em vez de deixar o mato tomar conta. Esses acordos com empresas estrangeiras trazem emprego e progresso, não discurso vazio.

    Rubens O Pescador

    22/04/2026

    Ô Celio, progresso pra quem, meu caro? Lá no tempo do Lula o povo do interior tinha emprego, churrasco no fim de semana e filho na faculdade — agora querem vender o chão do Brasil pros gringo e chamar isso de desenvolvimento?

Zé Trovãozinho

22/04/2026

Olha só, mais uma vez o governo querendo meter o bedelho no que dá certo. Caiado atrai investimento estrangeiro e o Lula já vem com papo de soberania, como se o Brasil fosse a nova Cuba do Norte. Se dependesse do PT, a gente tava trocando terras raras por discurso ideológico e fila de desempregado.

Sgt Bruno 🇧🇷

22/04/2026

Lá vem o Lula de novo querendo meter o bedelho em tudo! O homem não entende nada de soberania, mas adora posar de patriota. O Caiado tá certo em buscar investimento e tecnologia, não dá pra ficar refém de ideologia. Selva!

Karina Libertária

22/04/2026

Ai meu Deus, lá vem o Lula reclamando de parceria com empresa americana, como se o Brasil fosse exemplo de gestão! Enquanto isso, o povo continua dependendo de bolsa e achando que tá tudo bem. Gente, acorda! O mundo é global, tem que pensar em investimento, não em mimimi ideológico.

Marcos Conservador

22/04/2026

Lá vem o Lula de novo implicar com qualquer parceria que envolva os Estados Unidos. Parece que pra ele tudo que não é estatal é pecado. Aposto que se fosse um acordo com a China, estaria elogiando e chamando de avanço estratégico. Esse pessoal não larga o discurso ideológico nem pra explorar minério.

    Maura Santos

    22/04/2026

    Marcos, o problema não é ser com os EUA, é entregar o que é nosso de bandeja. Lembra do apagão e da quebradeira quando a turma “liberal” vendeu tudo? Pois é, o papo de parceria vira prejuízo rapidinho.

    Alice T.

    22/04/2026

    Marcos, o problema não é ser com os EUA, é entregar recurso estratégico a preço de banana e sem controle público. Bilionário americano adora quando confundem “parceria” com “venda do país”.

Karina Libertária

22/04/2026

Ai meu Deus, lá vem o Lula reclamando de investimento estrangeiro de novo! Se o Brasil não quer money, os gringos levam o business pra outro lugar, simples assim. Depois o povo fica pedindo bolsa isso e bolsa aquilo… ninguém quer trabalhar e investir right!

    Renato Professor

    22/04/2026

    Karina, o problema não é investimento estrangeiro, é entregar patrimônio estratégico sem contrapartida social. Economia solidária não é esmola: é produção com soberania, coisa que o “business” que você defende costuma drenar, não gerar.


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