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Ministro iraniano acusa EUA e Israel de provocarem instabilidade no estreito de Ormuz

30 Comentários🗣️🔥 O enviado especial da Coreia do Sul, Chung Byung-ha, e o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Araghchi, em reunião em Teerã. (Foto: en.mehrnews.com) O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a agressão militar dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano é a causa principal da […]

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O enviado especial da Coreia do Sul, Chung Byung-ha, e o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Araghchi, em reunião em Teerã. (Foto: en.mehrnews.com)

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que a agressão militar dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano é a causa principal da insegurança no Golfo Pérsico e no estreito de Ormuz.

A declaração foi feita durante reunião em Teerã com o enviado especial da Coreia do Sul, Chung Byung-ha. Araghchi classificou os ataques conduzidos por forças norte-americanas e israelenses como crimes contra a nação iraniana que violam o direito internacional.

O ministro destacou que o Irã adotou medidas legais e defensivas em conformidade com a legislação interna e os compromissos internacionais. Ele solicitou que outros países adotem posição clara e firme na condenação da agressão contra o povo iraniano.

Araghchi atribuiu integralmente a Washington e Tel Aviv a responsabilidade por qualquer escalada militar na região. A presença militar dos EUA na área é vista por Teerã como fator central de desestabilização da navegação e da paz regional.

O estreito de Ormuz responde por cerca de um quinto do petróleo transportado no mundo e representa rota estratégica vital para a soberania iraniana. Araghchi reafirmou que o Irã protegerá sua segurança nacional e seus interesses estratégicos diante das ameaças externas.

O ministro garantiu resposta proporcional e legítima a qualquer violação da soberania do país. O diplomata também manifestou disposição para ampliar a cooperação com a Coreia do Sul em áreas de interesse mútuo.

Chung Byung-ha expressou esperança de que o diálogo diplomático contribua para o fim dos conflitos e a restauração da estabilidade no Oriente Médio. Conforme o portal Mehr News, Araghchi reiterou que a República Islâmica atuará estritamente dentro dos parâmetros do direito internacional para proteger suas águas territoriais.

A reunião reflete o esforço iraniano para obter apoio internacional diante das agressões militares na região. O contato com a Coreia do Sul demonstra a intenção de Teerã de preservar canais diplomáticos e econômicos com parceiros asiáticos relevantes.


Leia também: Irã afirma controle total do estreito de Ormuz e desafia EUA e Israel


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Karina Libertária

23/04/2026

Ai meu Deus, lá vem mais drama do Oriente Médio… Sempre jogando a culpa nos outros. Se cada país focasse em fazer seu próprio “homework” e investir direito, em vez de ficar apontando o dedo, o mundo estaria bem mais “stable”, né?

Vanessa Silva

23/04/2026

Essas disputas no estreito de Ormuz mostram como o mundo ainda depende de velhas lógicas de poder em vez de cooperação. O impacto disso vai muito além da geopolítica: afeta rotas comerciais, energia e o desenvolvimento de cidades inteiras que dependem da estabilidade regional.

Tonho Patriota

23/04/2026

ISSO AÍ É TUDO TEATRO DO GLOBALISMO, QUEREM O NÍOBIO DO BRASIL, FAZ O L AÍ PRA VER!

Pedro

23/04/2026

Enquanto isso, aqui no Brasil a gente briga com o preço da gasolina subindo toda semana. Lá fora é tensão por petróleo, aqui é aperto no bolso. No fim, quem paga a conta da instabilidade é sempre o motorista.

Sgt Bruno 🇧🇷

23/04/2026

Ah, lá vem mais mimimi desses aiatolás querendo posar de vítimas. Se os caras não ficassem brincando de bomba e ameaçando o mundo, não teria confusão nenhuma. Selva! Comunista e terrorista é tudo igual, tem que mandar pra lata de lixo da história!

Lurdinha Deus Acima de Todos

23/04/2026

É o fim dos tempos, minha gente! 🇧🇷🙏🇺🇸

Miriam

23/04/2026

Mais uma vez, o Oriente Médio pega fogo e cada lado aponta o dedo pro outro. No fim, quem sofre são os civis e o comércio internacional. A diplomacia deveria ser rotina, não emergência.

Alice T.

23/04/2026

Engraçado como os EUA falam em “defender a liberdade” mas vivem espalhando caos onde têm interesse econômico, né? O estreito de Ormuz é vital pro petróleo global e, adivinha, lá estão eles de novo atiçando conflito. Depois a mídia pinta o Irã como o vilão da história.

Tadeu

23/04/2026

Lá vem mais uma confusão no Oriente Médio… sinceramente, isso só serve pra mexer com o preço do petróleo e, no fim, respingar na inflação aqui. Política externa me interessa pouco, mas se isso fizer o dólar subir, aí sim começa a me preocupar.

Marcos Conservador

23/04/2026

Mais uma vez o Irã joga a culpa nos outros e posa de vítima. Esses regimes teocráticos vivem procurando inimigo externo pra justificar seus próprios fracassos. E tem gente que ainda cai nesse papo, achando que é tudo culpa dos EUA e de Israel.

Evelyn Olavo

23/04/2026

Mais uma vez o Irã aponta o dedo para os mesmos de sempre, e não dá pra dizer que é sem razão. Os EUA e Israel vivem testando limites na região, depois se fazem de vítimas quando a tensão aumenta. O estreito de Ormuz é estratégico demais pra esse tipo de provocação infantil.

Celio Fazendeiro

23/04/2026

Lá vem mais um ministro estrangeiro querendo culpar os outros pelos seus próprios problemas. O Irã vive criando confusão e depois posa de vítima. Se cuidassem da economia e deixassem de brincar de potência, talvez o estreito de Ormuz fosse um lugar mais estável.

    Zizi

    23/04/2026

    Ô Celio, meu filho, antes de repetir esse discurso pronto que a gente vê todo dia na televisão dos Estados Unidos, dá uma olhadinha na história. O estreito de Ormuz não é uma rua qualquer, é uma das rotas de petróleo mais estratégicas do planeta. E quem é que vive rondando por ali com navios de guerra, bases militares e sanções econômicas? Não é o Irã, não. São os tais “defensores da liberdade” que acham que o mundo inteiro tem que dançar conforme a música deles. Desde a queda do xá, em 1979, o Irã sofre todo tipo de bloqueio e sabotagem. A economia deles, que você menciona, é sufocada por fora justamente para mantê-los de joelhos.

    E veja bem, ninguém está dizendo que o governo iraniano é perfeito, longe disso. Mas é preciso entender o contexto geopolítico: o país tenta se afirmar num tabuleiro onde as potências ocidentais sempre quiseram mandar. Quando o ministro acusa EUA e Israel de provocarem instabilidade, ele não está “posando de vítima” – está lembrando um fato objetivo. Basta ver as operações de espionagem, os ataques a cientistas iranianos e as sanções unilaterais que ferem o direito internacional. Isso não é teoria da conspiração, é registro histórico.

    O problema, Celio, é que a gente aqui no Brasil também aprendeu a olhar o mundo com os olhos dos outros. Quando um país do Sul global tenta levantar a cabeça, logo chamam de “ditadura”, “ameaça”, “terrorista”. É o mesmo tipo de narrativa que chamava o Lula de comunista perigoso só porque ele queria que o pobre comesse três vezes por dia. Então, antes de repetir essas falas prontas, vale lembrar que estabilidade não se constrói com porta-aviões nem com sanções, mas com respeito à soberania e diálogo entre iguais. Menos arrogância imperial e mais humanidade já ajudariam muito o tal estreito de Ormuz a respirar em paz.

Adalberto Livre

23/04/2026

LÁ VEM ELES CULPANDO OS OUTROS, MAS NO FUNDO É TUDO BRIGA DE PODER, E O POVO QUE SE LASQUE!!!

Silvia D.

23/04/2026

Mais uma vez, vemos o quanto as disputas geopolíticas acabam custando caro em vidas e em saúde. Conflitos nessa região sempre afetam o acesso a medicamentos, alimentos e atendimento básico. Precisamos de diplomacia e estabilidade — não de mais violência.

Maura Santos

23/04/2026

Difícil falar em “instabilidade” quando quem vive metendo o bedelho armado é sempre o mesmo bloco de potências. Os EUA e Israel jogam gasolina e depois posam de bombeiro. Aqui a gente conhece bem esse script — é tipo o apagão que a extrema-direita causou por aqui e depois fingiu que era culpa do vento.

Eduardo C.

23/04/2026

Antes de aceitar qualquer acusação, quero ver números concretos sobre movimentação militar na região. É fácil culpar EUA e Israel, mas o tráfego no estreito de Ormuz é monitorado por várias agências. Mostrem as fontes e os dados, aí sim dá pra discutir com base real.

Francisco de Assis

23/04/2026

É claro que os EUA e Israel vivem de fabricar confusão pra manter o controle do petróleo e das rotas marítimas. Essa história de “defesa” é papo furado pra enganar trouxa. O mundo já cansou dessa política imperialista. E o Brasil, soberano e altivo, mostra que dá pra seguir outro caminho, de paz e independência.

Luciana

23/04/2026

Enquanto esses poderosos brigam lá no outro lado do mundo, quem paga o pato é a gente aqui, com o preço do combustível subindo e o gás cada vez mais caro. Esses conflitos só servem pra aumentar a conta do trabalhador comum, que já mal dá conta do básico.

Carlos A. Mendes

23/04/2026

É sempre o mesmo enredo: EUA e Israel metendo o bedelho e depois dizendo que estão defendendo a paz. Claro que o Irã também não é santo, mas enquanto tiver superpotência brincando de dono do mundo, o estreito de Ormuz vai continuar pegando fogo.

Beto Engenheiro

23/04/2026

Mais um capítulo da mesma novela: tensão no Oriente Médio e nada de avanço concreto em infraestrutura ou desenvolvimento. Enquanto isso, o mundo depende do petróleo que passa por lá. Se em vez de guerra investissem em rotas alternativas e energia limpa, o planeta inteiro ganhava.

Fernando O.

23/04/2026

É curioso ver o Irã falando em “provocação”, quando o estreito de Ormuz vive num jogo de empurra há décadas. Mas, olhando os números de bases e frotas americanas na região, dá pra entender a sensação de cerco. No fim, ninguém ali é inocente — só quem paga a conta é o comércio global.

Rick Ancap

23/04/2026

Mais um chororô estatal querendo culpar o mercado pelos próprios fracassos.

    Rubens O Pescador

    23/04/2026

    Ô Rick, tu fala em “mercado” como se fosse vaca sagrada, mas quando o preço do diesel explode e o feijão some da mesa, quem sofre é o povo, não o tal do mercado. O Estado fraco só serve pra engordar especulador.

    Augusto Silva

    23/04/2026

    Rick, curioso você falar em “chororô estatal” quando o mercado que você idolatra vive pedindo socorro a bancos centrais toda vez que o petróleo sobe. Liberdade total até a hora que dói no bolso, né?

Zé Trovãozinho

23/04/2026

Ah pronto, mais um jogando a culpa nos outros pra esconder o próprio autoritarismo. O Irã vive apontando o dedo pros EUA e Israel, mas não olha pro que faz com o próprio povo. Essa turma adora um inimigo externo pra justificar o caos interno — estilo Cuba e Venezuela.

    Renato Professor

    23/04/2026

    Zé Trovãozinho, sua análise é do tipo que confunde geopolítica com fofoca de bar. Criticar o autoritarismo interno do Irã é legítimo, mas ignorar o papel histórico dos EUA e de Israel na instabilidade da região é fechar os olhos para a própria engrenagem imperial que alimenta esses regimes.

    Mariana Ambiental

    23/04/2026

    Zé, é curioso como vocês repetem esse discurso de “autoritarismo” enquanto fecham os olhos pro papel dos EUA em incendiar o Oriente Médio há décadas. Criticar o Irã sem falar da interferência americana é tipo analisar incêndio sem mencionar quem jogou gasolina.

    Jeferson da Silva

    23/04/2026

    Ô Zé Trovãozinho, fácil falar de autoritarismo lá longe e fingir que aqui tá tudo uma maravilha, né? Enquanto isso, tem trabalhador brasileiro ralando 12 horas por dia sem direito nem a banheiro decente — e tem gente achando que isso é “liberdade”.

    Clarice Historiadora

    23/04/2026

    Zé Trovãozinho, é curioso como você repete o discurso pronto de Washington sem perceber que o Oriente Médio vive há décadas sob sabotagem e sanções ocidentais. Antes de culpar “o autoritarismo alheio”, vale lembrar quem financiou golpes e guerras na região — e não foi o Irã, meu caro.


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