Pesquisadores e especialistas de mais de 40 países participarão do segundo Open Dialogue intitulado O Futuro do Mundo: Uma Nova Plataforma para o Crescimento Global, programado para ocorrer entre 27 e 29 de abril no Centro Nacional Rússia, em Moscou.
O fórum reunirá acadêmicos, empreendedores e formuladores de políticas públicas com o objetivo de apresentar propostas concretas para o desenvolvimento sustentável e a cooperação internacional. A programação contempla palestras, sessões de apresentação de ideias e oportunidades de networking voltadas aos grandes desafios do século XXI.
A estrutura do evento organiza-se em quatro eixos principais: investimento em pessoas, tecnologia, meio ambiente e conectividade. Os debates abrangerão temas como inteligência artificial, cidades inteligentes, economia circular e moedas digitais.
O pesquisador marroquino Younes Bennane, diretor do Instituto de Estudos Sociais e Midiáticos, integra o júri do certame. Em edição anterior, Bennane havia proposto um corredor transcontinental conectando a Ásia à África pela Rota do Mar do Norte, com acesso ao porto atlântico de Dakhla.
Agora o especialista defende a criação de uma bolsa pan-africana de carbono, destinada a permitir que o continente controle seus próprios recursos ambientais e econômicos. Bennane enxerga no Open Dialogue a chance de demonstrar que pesquisadores de países emergentes possuem capacidade para oferecer respostas inovadoras aos problemas globais.
O jurista destacou que a relação entre a China, a Rússia e os países africanos atravessa uma transformação qualitativa. Essa mudança enfatiza a conquista de múltiplas soberanias e a superação da lógica pós-colonial que ligava historicamente a África ao Ocidente.
Mais de 300 ensaios inscritos de várias partes do mundo serão avaliados no âmbito do fórum. Os finalistas apresentarão suas propostas diante de um júri internacional focado em soluções de alto impacto social e tecnológico.
O evento ilustra a integração crescente entre países emergentes em torno de agendas próprias de desenvolvimento. Moscou se afirma como polo relevante na construção de plataformas alternativas de crescimento e cooperação internacional.
Leia mais sobre o assunto na rt.com.
Leia também: Moscou organiza II Diálogo Aberto com representantes de mais de 40 países
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Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Mais um desses fóruns cheios de “especialistas” querendo mandar no mundo. Aposto que é tudo papo furado globalista pra empurrar agenda comunista disfarçada de inovação. Selva! O Brasil tem que cuidar do seu e deixar esses teóricos de gabinete falando sozinhos.
Beto Engenheiro
23/04/2026
Tomara que dessas conversas saiam projetos concretos, não só discursos. O mundo precisa é de investimento pesado em infraestrutura, transporte e energia, não de mais fóruns cheios de boas intenções. Quero ver obra saindo do papel.
Evelyn Olavo
23/04/2026
Interessante ver tanta gente reunida para discutir o futuro global, mas fico curioso para saber se essas “soluções inovadoras” vão além do discurso. Fóruns assim costumam render boas ideias, mas pouca ação concreta. Tomara que dessa vez seja diferente.
Rick Ancap
23/04/2026
Mais um circo de burocrata querendo salvar o mundo com o dinheiro dos outros.
Luciana
23/04/2026
Bonito ver tanta gente pensando o futuro, mas aqui a gente tá lutando pra pagar o gás e o cartão de crédito. Essas ideias boas só servem se chegarem na vida real, no bolso do povo. Pesquisar é ótimo, mas quero ver solução que abaixe o preço do arroz.
Vanessa Silva
23/04/2026
Interessante ver tanta gente reunida para pensar soluções globais. Espero que o foco seja realmente prático, com propostas que possam ser aplicadas nas cidades, melhorando mobilidade, sustentabilidade e inclusão. Planejamento inteligente é o que mais precisamos, não discursos genéricos.
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Interessante ver tanta gente de diferentes países tentando pensar soluções juntos. Pena que essas ideias quase nunca chegam na prática, né? Mas se der certo, quem sabe não inspira governos a cooperar mais em vez de só brigar por poder.
Marcos Conservador
23/04/2026
Mais um desses fóruns cheios de “especialistas globais” querendo decidir o futuro do mundo por nós. Aposto que no fim o papo é aquele de sempre: controle, agenda verde e mais intervenção estatal. Chamam de inovação, mas o cheiro de comunismo disfarçado é forte.
Clarice Historiadora
23/04/2026
Interessante ver tanta gente reunida pra discutir o futuro global, mas fico pensando se essas “soluções inovadoras” não vão continuar ignorando as desigualdades históricas que sustentam o sistema atual. Sem enfrentar o colonialismo econômico e ambiental, qualquer “crescimento” é só maquiagem no velho modelo exploratório.
Tadeu
23/04/2026
Legal ver esse tipo de evento, mas sinceramente, essas discussões globais raramente chegam na vida real. Quero ver é proposta que segure inflação e garanta investimento estável. O resto é conversa pra acadêmico dormir feliz.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Ih, já tão tramando o governo mundial de novo, minha gente! 🙏🇧🇷🔥
Zizi
23/04/2026
É curioso observar como, enquanto boa parte do Ocidente ainda insiste em discursos de supremacia econômica e militar, outros espaços do mundo se organizam para pensar o futuro de maneira cooperativa e multilateral. Esse Fórum de Moscou, reunindo pesquisadores de mais de quarenta países, é um exemplo claro de que há um movimento global buscando alternativas ao modelo neoliberal que tanto sofrimento impôs aos povos. O fato de o encontro se chamar “O Futuro do Mundo” já diz muito: não é o futuro de uma potência isolada, mas o de uma humanidade que precisa reencontrar o sentido coletivo do progresso.
Como professora de História, vejo nesse tipo de iniciativa uma retomada do espírito de Bandung, lá nos anos 1950, quando países do Sul Global começaram a se articular para romper com a lógica colonial. Hoje, a disputa não se dá mais apenas por territórios, mas por narrativas, tecnologias e valores. E é simbólico que a Rússia, que já foi demonizada pelos meninos mal-educados do liberalismo, ofereça um espaço de diálogo internacional voltado à cooperação científica e ao desenvolvimento sustentável. Isso mostra que o mundo está mudando, ainda que a velha mídia insista em fingir que não.
O Brasil, sob o governo Lula, tem tudo para ocupar um papel central nesse novo cenário. O presidente tem mostrado que é possível dialogar com todos os blocos, sem subserviência e sem medo de afirmar os interesses do nosso povo. Participar de fóruns como esse é reafirmar a soberania brasileira e o compromisso com um futuro multipolar, mais equilibrado e justo.
Enquanto alguns preferem espalhar fake news e repetir slogans de guerra fria, o verdadeiro caminho está na ciência, na diplomacia e na solidariedade entre os povos. Que venham muitos outros encontros como esse — porque o futuro do mundo não pode ser decidido por meia dúzia de bilionários, mas construído coletivamente, com o saber e a esperança de quem acredita no poder do povo.
Karina Libertária
23/04/2026
Ah pronto, mais um desses fóruns cheios de “especialistas” discutindo o futuro do mundo enquanto o povo real trabalha pra pagar as contas. Quero ver é quem ali já fez um investimentozinho fora do país pra proteger o próprio money! Ficam falando bonito, mas no fim é só talk, talk, talk…
Silvia D.
23/04/2026
Muito bom ver a ciência sendo tratada como motor de desenvolvimento global. Espero que essas propostas saiam do papel e se traduzam em políticas públicas concretas, especialmente nas áreas de saúde e meio ambiente. Só com base em evidências e cooperação internacional é que avançaremos de verdade.
Francisco de Assis
23/04/2026
Interessante ver tanta gente pensando o futuro do planeta fora do eixo dos Estados Unidos. O Brasil tem que estar firme nessas mesas, mostrando que soberania e desenvolvimento andam juntos. Quem ainda acha que isso é “coisa de comunista” tá é alienado da cabeça. É assim que o mundo multipolar vai se construindo, com diálogo e coragem.
Fernando O.
23/04/2026
Legal ver tanta gente de diferentes países tentando pensar soluções conjuntas. Pena que, enquanto isso, aqui a gente ainda discute se a Terra é plana. O mundo anda pra frente, mas tem um pessoal que insiste em puxar pra trás.
Miriam
23/04/2026
Bom ver gente pensando em soluções concretas em vez de berrar nas redes. Se cada país focasse mais nesse tipo de cooperação técnica e menos em disputa ideológica, o mundo andaria melhor.
Renato Professor
23/04/2026
Interessante ver tanta gente pensando soluções globais fora do eixo tradicional. A cooperação científica internacional é justamente o antídoto contra o isolacionismo tosco que a extrema-direita tanto prega. É assim, com diálogo e pesquisa, que se constrói um mundo mais solidário e menos refém da ignorância.
Pedro
23/04/2026
Enquanto esses pesquisadores discutem o futuro do mundo lá em Moscou, aqui o futuro parece ser o preço da gasolina subindo toda semana. A gente no volante sente na pele o “crescimento global” é só no valor do combustível e do IPVA.
Eduardo C.
23/04/2026
Interessante ver tanta gente reunida para discutir o futuro global, mas eu queria ver números concretos. Quantos projetos realmente saíram do papel após o primeiro fórum? Sem métricas, fica só discurso bonito.
Tonho Patriota
23/04/2026
LÁ VEM OS COMUNISTA QUERENDO MANDAR NO MUNDO! FAZ O L E VAI PRA MOSCOU!
Jeferson da Silva
23/04/2026
Tonho, se tivesse passado um dia dentro de fábrica, saberia que quem manda no mundo é o patrão — e não tem nada de comunista nisso, é só a realidade batendo ponto.
Alice T.
23/04/2026
Tomara que essas “soluções inovadoras” não fiquem restritas a painéis cheios de bilionários fingindo salvar o planeta enquanto continuam sugando tudo. A real inovação seria investir em ciência pública e taxar as fortunas que travam qualquer crescimento global de verdade.
Zé Trovãozinho
23/04/2026
Ah, claro, Fórum em Moscou pra “salvar o mundo”. Deve ser mais uma reunião de burocratas que adoram falar bonito enquanto seguem o modelo da Venezuela e de Cuba. Essa turma adora fingir que tem solução, mas o resultado é sempre o mesmo: controle estatal e censura estilo Cuba do Norte.
Maura Santos
23/04/2026
Tomara que dessas ideias saiam soluções reais, e não só papo de auditório de gente engravatada. Enquanto o mundo discute “crescimento global”, tem país que até energia e transporte básico não garante pro povo — lembram do apagão que a turma da extrema-direita causou? Quero ver é inovação que chegue na vida real, no busão lotado e na conta de luz do trabalhador.
Adalberto Livre
23/04/2026
Lá vem comunista querendo mandar no “futuro do mundo”, mas não sabem nem fazer fila pra pão!
Celio Fazendeiro
23/04/2026
Mais um desses encontros de “especialistas” que vivem de papo furado e café gourmet. Ficam discutindo o futuro do mundo enquanto quem produz de verdade — o agro — é tratado como vilão. Quero ver solução prática, não discurso bonito em fórum estrangeiro.
Augusto Silva
23/04/2026
Celio, curioso você falar em “quem produz de verdade” como se ciência e inovação brotassem do nada — o agro que você defende depende justamente dessas pesquisas pra não quebrar na próxima seca. Café gourmet ou não, é esse “papo furado” que mantém o campo de pé.
Rubens O Pescador
23/04/2026
Ô Celio, mas olha, quando o povo tinha comida garantida e o pequeno agricultor era respeitado, foi com política pública e pesquisa junto do campo, não com discurso de “cada um por si”. Ciência e roça andam de mãos dadas, meu caro.
Mariana Ambiental
23/04/2026
Celio, o problema é que esse “produzir de verdade” do agro que você defende anda produzindo também desmatamento, envenenamento e concentração de terra. Talvez ouvir quem pesquisa soluções sustentáveis seja justamente o passo prático que falta pra sair do papo furado do lucro a qualquer custo.