A presidenta do México, Claudia Sheinbaum Pardo, fechou acordo com representantes do setor de combustíveis para fixar o preço máximo do diesel em 28 pesos por litro.
A medida busca impedir repasses de custos para o transporte, a logística e os produtos de primeira necessidade diante da volatilidade nos preços internacionais do petróleo.
Após reunião de cerca de noventa minutos no Palácio Nacional, participaram do encontro integrantes da Secretaria de Hacienda, da Petróleos Mexicanos e líderes do setor energético. Segundo o portal Regeneración, o empresário Mauricio González Puente, diretor-geral da Valores ABC, confirmou o apoio ao pacto e defendeu a manutenção da estabilidade para preservar a atividade econômica.
Sheinbaum destacou que a continuidade dos incentivos fiscais pelo governo federal retira qualquer justificativa para aumentos acima do limite estabelecido. Os presentes decidiram realizar nova rodada de diálogo para monitorar os resultados e examinar eventuais correções necessárias.
O diesel funciona como insumo estratégico no México por sustentar o transporte de cargas, o serviço de ônibus, as operações com maquinário agrícola e as atividades industriais em geral. Oscilações em seu preço provocam efeitos diretos sobre o custo dos alimentos e de diversos bens essenciais.
As tensões geopolíticas elevam a incerteza nos mercados globais de energia e pressionam os valores do petróleo e seus derivados. O governo mexicano adotou postura preventiva para proteger a economia doméstica de impactos externos e oferecer previsibilidade aos agentes produtivos.
Durante o encontro, os empresários levaram demandas relacionadas à redução de custos operacionais, como a diminuição das comissões bancárias incidentes sobre pagamentos via cartão. Sheinbaum garantiu que tais solicitações serão avaliadas em conjunto com a Secretaria de Hacienda no contexto de diálogo permanente com o setor privado.
O acordo não foi formalizado por meio de documento escrito, mas contou com adesão voluntária de todos os participantes. A principal meta reside na contenção da inflação e na defesa do poder aquisitivo das famílias mexicanas ao evitar o repasse de altas no preço do diesel para toda a cadeia de suprimentos.
A Procuradoria Federal do Consumidor havia revelado que aproximadamente 34% dos postos de combustíveis desrespeitavam o preço recomendado pelo governo. Diante disso, o Serviço de Administração Tributária e outras instituições intensificarão a fiscalização coordenada para identificar práticas abusivas e assegurar o respeito ao teto de 28 pesos.
Por meio dessa iniciativa, o governo mexicano reforça o compromisso com a estabilidade nos preços de combustíveis e com a proteção dos setores produtivos. A ação conduzida por Sheinbaum demonstra prioridade ao controle de insumos básicos em cenário de instabilidade global.
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Zizi
23/04/2026
Ah, meus queridos, que lição bonita a presidenta Sheinbaum está dando ao mundo! Enquanto tantos governos se ajoelham diante dos interesses dos grandes conglomerados do petróleo e das finanças, o México mostra que é possível governar olhando para o povo trabalhador. Limitar o preço do diesel não é apenas uma questão econômica: é uma decisão política que protege o transporte público, o frete, a comida na mesa e o bolso das famílias. É o Estado dizendo: “o lucro de uns poucos não pode valer mais que o bem-estar da maioria”.
Os meninos mal-educados do liberalismo, claro, já vão gritar “intervenção!”, “populismo!”, como sempre fazem quando alguém ousa colocar o povo no centro das políticas públicas. Mas o que é o mercado senão uma construção humana, que deve servir à sociedade e não o contrário? Quando o preço do combustível dispara, não é o empresário de terno que sofre — é o caminhoneiro, o agricultor, a dona de casa que vê o feijão subir de preço. É por isso que medidas assim são civilizatórias.
Lembro que o Brasil, no tempo de Lula e Dilma, também tentou segurar o preço dos combustíveis para evitar o efeito dominó da inflação. E o que fizeram os mesmos de sempre? Chamaram de irresponsabilidade fiscal, sabotaram a Petrobrás e depois entregaram o controle dos preços ao “mercado internacional”. Resultado: o povo pagando a conta, o diesel nas alturas e os lucros das petroleiras voando para fora do país.
Sheinbaum está mostrando que há outro caminho — um caminho que passa pela soberania energética e pela coragem de enfrentar interesses poderosos. Que o exemplo mexicano sirva de inspiração. Quando o governo tem lado, o povo sente. E quando o povo sente que o Estado o protege, nasce a verdadeira confiança na democracia.
Luciana
23/04/2026
Tomara que aqui no Brasil alguém também olhe pro preço do diesel assim. Quando o combustível dispara, tudo encarece: comida, frete, gás… No fim quem paga é o pequeno, que já vive apertado.
Karina Libertária
23/04/2026
Ai, lá vem mais controle de preço… Isso nunca funciona, gente! Aqui em Miami o mercado é livre e ninguém fica esperando milagre de governo. O povo tem que aprender a investir e se planejar, não depender de subsídio, please!
Mariana Ambiental
23/04/2026
Karina, fácil falar de “mercado livre” morando em Miami, né? Aqui o povo não tem offshore nem Tesla na garagem — tem caminhoneiro e agricultor tentando não quebrar com o preço do diesel.
Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Mais uma comunista metendo o bedelho na economia! Limitar preço de combustível é coisa de quem nunca serviu nem um dia no quartel. Isso aí termina em desabastecimento e caos, igualzinho nos países vermelhos. Selva!
Alice T.
23/04/2026
Bruno, engraçado como vocês chamam de “comunismo” qualquer tentativa de impedir que bilionário banqueiro continue lucrando em cima do povo que abastece a moto pra trabalhar. Se preço livre resolvesse, o litro já não custaria um rim no Brasil liberalzão, né?