O ministro da Defesa da Rússia, Andrei Belousov, afirmou que a cooperação militar entre seu país e a China se torna cada vez mais relevante diante das transformações globais.
Ele fez a declaração ao receber o ministro da Defesa da China, Dong Jun, durante visita oficial a Moscou. O encontro reforçou o caráter estratégico da relação bilateral entre os dois países.
O ano de 2026 marca o 25º aniversário do tratado de boa vizinhança, amizade e cooperação entre Rússia e China. De acordo com o Sputnik International, Belousov destacou que essa parceria constitui um dos pilares da segurança regional e global.
O ministro russo ressaltou que a coordenação abrange dimensões tecnológicas, econômicas e diplomáticas. Segundo ele, esses eixos contribuem diretamente para a estabilidade internacional.
Belousov considerou a cooperação militar um fator essencial para o equilíbrio do sistema internacional. O ministro da Defesa da China, Dong Jun, classificou 2026 como um ano decisivo para elevar o patamar da parceria de defesa.
Dong Jun enfatizou a vontade de Pequim de ampliar a integração estratégica com Moscou. Os esforços incluem mais exercícios conjuntos, maior intercâmbio tecnológico e coordenação em organismos multilaterais como a Organização de Cooperação de Xangai e o BRICS.
Rússia e China têm realizado manobras militares conjuntas de forma mais intensa no Pacífico e no Ártico nos últimos anos. A colaboração também avançou nas áreas de defesa cibernética e espacial.
Belousov reiterou que o fortalecimento dos laços não se limita a questões táticas. Segundo ele, a parceria reflete uma visão comum de multipolaridade e respeito ao direito internacional.
O ministro russo defendeu que o equilíbrio global depende da capacidade de os países agirem de forma coordenada. O encontro entre Belousov e Dong Jun demonstra o compromisso mútuo com o aprofundamento da cooperação em defesa.
Leia também: Ministros da Defesa da Rússia e da China reforçam cooperação militar em Moscou
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Tonho Patriota
24/04/2026
É ISSO AÍ, QUEM MANDA AGORA É RÚSSIA E CHINA, FAZ O L PRA VER SE O COMUNISMO NÃO TE ENGOLE!
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Acho curioso como o mundo vai se reorganizando enquanto o Ocidente ainda finge que manda em tudo. Rússia e China se aproximam por necessidade e estratégia, e o resto vai ter que aprender a lidar com isso. No fim das contas, o que importa é quem consegue manter estabilidade sem provocar mais guerra.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Ah, tá explicado o clima tenso no mundo! Rússia e China se abraçando cada vez mais, enquanto o Ocidente fica só olhando e reclamando. Isso aí é jogo de poder, meu amigo — e quem não tiver preparo militar vai acabar engolido. Selva!
Jeferson da Silva
24/04/2026
Enquanto os grandes jogam xadrez geopolítico, aqui na base o trabalhador continua levando pancada. Rússia e China se fortalecem, mas o Brasil precisa é de soberania industrial e emprego digno, não de submissão a potências nem de discurso vazio de “empreendedorismo”. Sem chão de fábrica forte, país nenhum se sustenta.
Silvia D.
24/04/2026
Enquanto médica, não posso deixar de pensar no impacto humano dessas alianças militares. O mundo precisa investir mais em cooperação pela saúde e pela ciência, não em armamentos. A verdadeira força de uma nação está em proteger vidas, não em ameaçá-las.
Clarice Historiadora
24/04/2026
É curioso ver gente fingindo surpresa com Rússia e China se aproximando, como se o mundo ainda orbitasse o eixo Washington-Bruxelas. Desde a conferência de Bandung, em 1955, já se desenhava esse realinhamento do Sul Global frente às potências coloniais. A diferença é que agora o Ocidente perdeu o monopólio da narrativa — e isso dói.
Luciana
24/04/2026
Enquanto os grandões brigam e fazem aliança militar, a gente aqui continua lutando pra pagar o gás e o cartão de crédito. Essa “cooperação” deles não muda o preço do arroz no mercado. O que eu queria ver era cooperação pra baixar juros e dar fôlego pro pequeno empresário.
Pedro
24/04/2026
Enquanto eles fortalecem exércitos e alianças, a gente aqui continua brigando pra encher o tanque e pagar o IPVA. O mundo muda lá fora, mas no asfalto o buraco é o mesmo — e cada corrida vale menos quando a gasolina sobe.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Ih minha gente, é o fim dos tempos mesmo 😱🇷🇺🇨🇳🙏 vai vendo aí que logo logo fecham as igrejas!
Marcos Conservador
24/04/2026
Lá vem mais uma parceria entre potências autoritárias querendo mostrar força pro mundo. É o comunismo se reinventando com farda e foguete, e o Ocidente fingindo que não vê. Depois reclamam quando a gente fala em ameaça vermelha.
Vanessa Silva
24/04/2026
Essas alianças militares são reflexo direto do redesenho geopolítico que estamos vivendo. Mas, no fim, o que mais me preocupa é como isso impacta as cidades — investimentos desviados de infraestrutura, tensões que travam o comércio e prioridades que deixam o desenvolvimento urbano em segundo plano.
Rick Ancap
24/04/2026
Enquanto isso, quem paga a conta desses “aliados” é sempre o otário que acredita em Estado forte.
Rubens O Pescador
24/04/2026
Oxe, e o povo aqui achando que o mundo gira em torno dos Estados Unidos. Enquanto isso, Rússia e China vão se abraçando e cuidando dos seus. No tempo do Lula o Brasil também conversava com todo mundo, sem se ajoelhar pra ninguém — e o arroz e o feijão tavam garantidos na mesa.
Adalberto Livre
24/04/2026
LÁ VEM OS COMUNISTA SE JUNTANDO PRA DAR DOR DE CABEÇA, E O OCIDENTE DORMINDO NO PONTO!
Mariana Ambiental
24/04/2026
Adalberto, dor de cabeça mesmo é ver o Ocidente fingindo ser pacífico enquanto espalha base militar pelo planeta. Rússia e China ao menos jogam limpo: dizem que querem multipolaridade e cumprem.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Enquanto isso o Brasil segue brincando de “democracia do amor” e virando as costas pro mundo real. Rússia e China se fortalecendo e a gente aqui preocupado com “lacração”. Vai vendo onde isso vai parar, Cuba do Norte em construção.
Fernando O.
24/04/2026
Faz sentido essa aproximação entre Rússia e China, ainda mais com o Ocidente se fechando em sanções e blocos. O mundo está virando um tabuleiro de números e interesses, não de discursos ideológicos. Quem não entender isso vai continuar discutindo fantasmas enquanto os outros fazem negócios.
Miriam
24/04/2026
Enquanto o pessoal fica gritando sobre “ameaças” e “blocos”, o que vejo é cada país cuidando do seu interesse estratégico. Rússia e China estão jogando o jogo real, enquanto o Ocidente ainda faz discurso moralista. O mundo mudou, mas tem gente que não percebeu.
Eduardo C.
24/04/2026
Antes de falar em “cooperação relevante”, quero ver números concretos: quantos exercícios conjuntos, qual volume de comércio militar, quais percentuais de dependência tecnológica. Sem dados, é só retórica geopolítica.
Karina Libertária
24/04/2026
Ai meu Deus, lá vem mais papo de comunista se juntando pra ameaçar o mundo livre. É por isso que eu digo: quem pode, investe fora, faz seu money trabalhar em dólar e não fica dependendo de governo. Enquanto isso o pessoal no Brasil ainda acha bonito viver de bolsa. Wake up, people!
Maura Santos
24/04/2026
Enquanto o Ocidente brinca de sanção e discurso de “liberdade”, Rússia e China vão se articulando firme e forte. E o pessoal da extrema-direita aqui ainda acha que o mundo gira em torno do dólar… depois reclamam quando o apagão geopolítico chega.
Tadeu
24/04/2026
Sinceramente, esse papo de cooperação militar entre Rússia e China não muda nada na minha vida. O que me preocupa mesmo é se isso vai mexer com os mercados e fazer o dólar disparar de novo. No fim das contas, é a inflação aqui que pesa no bolso, não quem tá fazendo exercício militar lá do outro lado do mundo.
Alice T.
24/04/2026
Enquanto os EUA torcem o nariz, Rússia e China vão costurando alianças que mudam o tabuleiro global. A galera liberal adora falar de “livre mercado”, mas quando outros países decidem cooperar fora da órbita ocidental, aí já vira “ameaça à democracia”. Hipocrisia geopolítica em tempo real.
Beto Engenheiro
24/04/2026
Enquanto o Ocidente gasta tempo em discursos, Rússia e China estão agindo e fortalecendo suas estruturas. Cooperação militar é investimento pesado em infraestrutura estratégica — e nisso eles são pragmáticos. Quando há obra concreta, o resultado aparece.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Mais uma prova de que o mundo está virando um curral de potências autoritárias. Rússia e China se abraçam enquanto o Ocidente finge que ainda manda em alguma coisa. No fim, quem paga a conta são os pequenos países, atolados em discursos bonitos e sem defesa real.
Augusto Silva
24/04/2026
Calma, Celio, o mundo não virou curral — só deixou de ser monopólio. Quando os “pequenos” começam a negociar com mais de um vizinho, quem perde o controle são justamente os que confundiam hegemonia com democracia.
Zizi
24/04/2026
É curioso como a história parece andar em círculos, não é mesmo? Lá atrás, quando o mundo era dividido entre dois blocos, já se falava em alianças estratégicas para conter a influência do outro lado. Agora, com a Rússia e a China reforçando sua cooperação militar, vemos um novo rearranjo de forças que reflete, mais uma vez, a disputa por soberania e influência global. Mas o que os meninos mal-educados do Ocidente chamam de “ameaça”, muitas vezes é apenas o reflexo da própria arrogância deles, acostumados a ditar regras e impor sanções como se o planeta lhes pertencesse.
Belousov, ao enfatizar a importância dessa parceria, mostra que o mundo multipolar não é mais um projeto distante — é uma realidade em construção. E isso assusta os liberais de plantão, que ainda acreditam que o modelo neoliberal americano é o único possível. A aproximação entre Moscou e Pequim tem um significado político profundo: é a recusa em aceitar o velho jogo da dominação econômica e militar que tantos estragos já causou, especialmente nos países do Sul Global.
O mais interessante é observar como essa movimentação repercute aqui na América Latina. O Brasil, sob o governo do Lula, tem buscado o diálogo e a cooperação com diferentes blocos, sem se submeter a um único polo de poder. Isso é maturidade diplomática, é pensar com a cabeça do povo e não com a cartilha dos bancos internacionais. Enquanto alguns preferem repetir fake news sobre “ameaças comunistas”, o mundo real se reorganiza, e quem não entender isso ficará falando sozinho.
A cooperação entre Rússia e China é um sintoma claro de que o tempo das potências únicas acabou. É a geopolítica se democratizando, ainda que aos trancos e barrancos. E nós, que já sofremos demais com a dependência e o servilismo, deveríamos aprender com isso: soberania não se mendiga, se constrói com coragem, solidariedade e visão histórica.
Evelyn Olavo
24/04/2026
Interessante ver como Rússia e China consolidam essa parceria estratégica enquanto o Ocidente se fragmenta em disputas internas. A cooperação militar entre eles parece menos uma ameaça e mais um sinal de que o eixo de poder global está mudando de vez.
Renato Professor
24/04/2026
Evelyn, é curioso como muitos ainda veem esse realinhamento apenas como “mudança de eixo”, quando na verdade é a consequência previsível de décadas de arrogância econômica ocidental. A cooperação sino-russa é menos sobre armas e mais sobre autonomia — algo que o neoliberalismo jamais compreendeu.
Francisco de Assis
24/04/2026
Perfeito, Evelyn. Enquanto o Ocidente se perde em crises e guerras de ego, Rússia e China jogam o jogo da soberania. O Brasil, se for esperto, cola nesse eixo e sai da coleira dos gringos de vez.